19 de setembro de 2017

Sobre o meu post anterior ...?

Poisé... :(

O problema de quem chora cada silêncio assassinado, é que depois fica também cheio de pena por quem se injecta com a letalidade da merda que profere.

(Uma velinha branca prá nossa querida picante, vá... que isto de se deixar de falar de baixelas, roupinhas e publicidades  supostamente encapotadas, pra se tentar a versão inteligente e/ou participativa, é coisa pra demorar o seu colhãozinho de tempo). 



11 comentários:

  1. Respostas
    1. Havias era de ir mais à missa.

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    2. Fazer?
      Dizer ao padre que ele está a fazer mal o seu papel?
      Para isso tenho o meu blog.

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    3. Não é só o padre que está a fazer mal o seu papel, é a igreja em peso. Por muitos Papas Franciscos que apareçam e tentem suavizar a situação - ou por mais Papas Franciscos que o tentem fazer - há aquela parefernália de leituras da Bíblia e ensinamentos nelas baseados, que é o que justamente leva a posições rígidas e intransigentes dos seus seguidores. Já ouvi mil padres a tentarem contornar o assunto de forma a que a tolerância se estabeleça como alicerce primário. Ou seja, aceitemos as decisões de cada um, respeitemo-las. MAS, não nos esqueçamos que em termos religiosos, essa opção é não é viável, pois que assenta na óbvia não procriação, e parece que é para exclusivamente isso que as pessoas se devem unir: Ter filhos. E lá vai a tão hipocritamente clamada tolerência à vida, porque se por um lado nos ensinam a trabalha-la, por outro incentivam-nos a não aceitar, religiosamente falando, as escolhas de cada um. Ora, isto confunde o pessoal ... "Então, mas aceito ou não aceito..?" Pergunta o crente, em particular aquele de que qualquer religião gosta muito, o que não sabe pensar por si, contestando as suas próprias convicções ( exercício que dói pra caralho, como se perceberá) e daí retirando as suas condutas.
      Depois aparecem as tais teorias científicas, como a disformia de género, que lhes é entregue em bandeja como justificação generalizada para qualquer dúvida sobre opções sexuais, e eles aceitam-nas. Portanto, não interessa quem se conheça e pareça estar bastante seguro do que optou: é doente pela certa. Parece feliz, mas não é certamente, parece amar mas não procria, portanto não ama, seguramente, parece ser socialmente produtivo, mas ali há uma falha qualquer, ó, de certezinha. São aberrações, convenhamos. Desvios. São anti natura, em suma. Eles, claro. Nunca o bandalho que resolveu cataloga-los assim, porque a Igreja mandou. Lógico.

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    4. Mais, sinto genuíno temor pelo futuro das crianças nascidas dessa gente que ofende e rotula com base em merdas tão básicas como aquelas. Denigre, ofende e rotula,sem se limitar ao seu direito de não aceitação, seja lá porque motivo for, sendo certo que não é, decerto, por determinado grupo social lhe estar a mexer com as suas estimadas vivências de não aceitantes de merda que for. A esses miúdis ntevejo-lhes - caso sintam as tais tendências "doentes" - um futuro aterrador, de acompanhamentos médicos e terapias do olho do cu. Aliás, nem sei se o que me ofende mais, enquanto mais uma humana às apalpadelas nesta merda toda, se as posturas do faccioso actual, se a perspectiva do crescimento dos seus petizes.

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  2. Passei aqui em modo de pelintra pilha-galinhas e decidido a não levantar uma nuvem de pó que seja! E que encontro? Filosofia existencial pura e dura!

    E se calhar ainda te espantas porque te estimo e vá, impiamente, fazes luz sobre as crónicas da vida.

    Tem piedade, sim? Não devo rir assim que me estraga a reputação.


    Fleuma,

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  3. Olha o Fleuma! Atão estás bom ó quê, pá?!:)

    Eu faço isso..? Credo! E é sem querer, ó se fizesse disso um objectivo de vida, heim?:P

    Rir é sempre o melhor remédio,pá. Digo eu, o mundo, e muito em particular os gays todos que vão embarcar no tal cruzeiro que tanta confusão está a fazer á cabecinha da blogger mencionada neste post - e a outros, porque são notória e cientificamente comprovados como "normais", obviamente - e que se estão a cagar pra eles todos. (os gays prós "normais", claro).

    Pega abraço!

    ... e não esqueças a velinha!!

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    Respostas

    1. (cabecinha e blablabla)

      Não posso deixar-me passar determinados erros. Sobretudo aquele,que me tem dado tanto jeito ao longo da minha vida, um leal amigo, apoio incondicional, no sentido de endereçar tanta e tanta gente ao que entendo serem as suas casinhas mães.

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  4. Como é óbvio não conheço a blogger em questão; se conheço mereço penitência porque estou desatualizado. Mas deverias ser um pouco menos severa, porque por vezes o conceito de normal por mais vesgo e esquivo que seja, é a única forma de tentativa de pensamento superior; algo que vá um pouco mais longe do que os complexos de inferioridade que sempre nadam bem no íntimo.

    Depois deveria ser notório e sabido: ser "normal" não é uma qualidade positiva. É prova de incapacidade para fazer um pouco mais com uma vida já de si inútil. Fala a voz da experiência já que normalidade é coisa que não visto.

    Remato com a dita velinha: cientificamente, é um facto, toda a gente deveria estar a cagar-se para a vida dos outros e a forma como vivem. Desde que não colida com o que é nosso.

    abraço,

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