21 de maio de 2019

Olá pessoal da Blogger

Sem querer tomar muito do vosso tempo, seria possível não publicarem o que aqui a mai linda escreve  ( ou tenta) e  deixa em rascunho ainda por acabar (sem nunca ter carregado em "Publicar", obviamente),  pois que tal facto, para além de confundir os meus inúmeros leitores - ávidos de notícias minhas, está claro - se me apresenta como uma tremenda injustiça para com os usuários da vossa  concorrente Sapo - a qual tem, aparentemente, critérios super  exigentes, eliminando comentários perfeitamente legítimos & de extrema importância para a comunidade e isso assim,  como por exemplo: "A blogger X pertence à  v/ equipa?" -, na medida que penso poder-se correr o risco de, quando  e se comparadas as situações, deixar-se algum mortal assim mais pró sensível, com aquele gostinho amargo de arhhhhgh ... uns com tanto e outros com tão pouco, foda-se , e uma pessoa não quer cá disso. Pode ser?

Prontes, é tudo.  

Cá joca à Isa.

Agradecida. 



    

22 de abril de 2019

Portanto: Se eu fosse uma multimilionária francesa e decidisse doar uns quantos milhões da minha fortuna à reconstrução

de um ponto de referência  patrimonial como é a Catedral de Notre-Dame, em calhando, teria primeiramente que auferir da concordância dos totós deste planeta, defensores da justiça social -  sabe-se lá quantos deles com as peidolas  pousadas onde as ditas encontram afinidades com o conceito de "conforto", a viverem à pala dos impostos tributados e pagos a e por quem produz - porque é extremamente injusto o dinheiro de cada um ir para onde cada um quer, ao invés de para onde seus opíparos raciocínios deduzem, nomeadamente para os muito necessitados, que, como será de óbvia percepção, serão eles, entre outros.

Claro que lhes passa perfeitamente ao lado o cogitar se essas fortunas contribuem ou não para a parafernália de organizações existentes com esse objectivo, porque quando um totó pensa, aquilo é uma trabalheira dos diabos, né, e pese embora o resultado ser sempre merda,  alturas há em que parece ser-lhes necessária uma contagem cibernética, de forma a garantir-lhes aquele estranho conforto de se saberem muitos. Ora,  como Jesus ressuscitou ontem, uma pessoa lê-os e pior, ouve-os, só naquela da boa vontade e o catano, ainda que saiba perfeitamente do choro diário da Amazónia em peso, por vias da quantidade industrial de oxigénio desperdiçado. Tadinha.
  
Se àquele hipotético  feito aliarmos o infeliz facto dos quantos milhões já foram doados para causas das mais variadas naturezas e desviados do seu objectivo, como se pode ler recentemente quanto a Moçambique, ou - se se  persistir em manter o horizonte intelectual em conforme com as suas parcas capacidades cognitivas - Pedrógão, que é aqui mais pertinho, mesmo ali, en pendant com a extensão de seus raciocínios,  quiçá, totós,  se vos vislumbre algo de mais aproveitável  e conclusivo que a patológica fixação com os números doados pelo alheio, seja lá para o que for, sendo que "alheio" é a palavra-chave para todo este enredo.

... Boa?

Força aí nesse exercício de lógica, então! :D



(Hei-de levar esta merda deste optimismo prá cova, caraças!) 



5 de abril de 2019

Sai da frente, Conan, que chegou a Maria Leal e o seu "Tá Demais"

Em mais uma demonstração de profuso talento - o vocal e os demais, com que nos tem vindo, incansável, a obsequiar, sempre que  uma oportunidadezeca lhe parece susceptível de ser aproveitada, o que tem acontecido de jeito curiosamente assíduo - desta feita  para as crianças, pobres almas, como se já não lhes bastasse a puta da dívida que este País contraíu, e a eles caberá fazer por saldá-la, para além de se verem obrigados a crescer neste mundo de doidos.  



"Tá Demais", grita a criatura a meio de outras coisas que rimam só porque sim, repetindo-as exaustivamente, vestida do que penso pretender-se ser uma boneca. 
Pessoalmente adorei as unhas de gel e o término daquilo, se bem que toda a figura no seu geral me tenha marcado de forma deveras peculiar,  cuja análise propositadamente protelei, pois que me lembro perfeitamente de ver o Exorcista já nos meus 20 e tal anos, tendo, como consequência, ter-se meu querido Pai visto obrigado a ceder-me o seu lugar na sua cama, forçado a dormir por uma data de noites com os pés de fora, enquanto eu, permitia aí uns 15 cm de leito à Senhora minha Mãe, de tanto que me colava a ela. Não podendo fazer isso com nenhuma das minhas Filhas - uma vez que uma Mãe tem sempre que ser forte - prefiro, nestes conformes, adiar os mil duzentos e sessenta e quatro "maydays" berrados pelo meu consciente, subconsciente, sensibilidade, emoção e quejandos para, sei lá, um daqueles fins-de-semana em que viajamos, nos enfiamos as 3 na mesma cama, aproveitando então, para,  disfarçadamente - já que de qualquer dos modos está tudo ao molho - proceder ao devido  perscrustar  da coisa e tentar uma rápida solução, almejando não amanhecer catatónica.  

Para já, contudo, tenho um olho a tremer ininterruptamente - quiçá até por empatia com a moça, lá está, não sei - e jurei para nunca mais oferecer bonecas aos petizes cá da tribo, sendo que nem sequer é por eles, mas antes, muito definitivamente, por mim. Nunca mais as verei com os olhos de ainda há 5mn atrás.  Sinto-me estranha. Para mais tarde ficará o discernir se foi só pela visualização do item acima identificado, se  por ter estado a fazer o IRS, ou se pela extasiante  simbiose dos dois  eventos. 

Termino desejando veementemente que o agora público-alvo da cidadã disponha de bom apoio psicológico nas escolas - é de Lei, aliás - inundando-me, por outro lado, uma sensação de confiança, pois que tenho para mim que puto que sobrevive a isto com pentelho de sanidade que seja, sobreviverá a rigorosmente tudo, de onde pressupõe a minha fatia optimista  estarmos, portanto, perante um copo meio cheio, sendo também certo que haverá, algures, muito perto de quem sucumbir à curiosidade de visionar o vídeo, um alazão cavalgando uma pradaria "perto de si",  cuja pujança dependerá exclusivamente do tamanho da bosta  que a experiência lhe proporcionar. 

É tudo. 


(Não há-de uma gaja estar uma orca, de tanto que amorfa à conta dos nervos...)


28 de março de 2019

Olá

Hoje venho cá só pra sugerir  que  quando terminarem de fazer saber o que ninguém suspeitava  - refiro-me à lista interminável de familiares dos nossos governantes que encontraram nos  mais variados componentes que fazem o Estado um lugarzito com os seus nomes - se dediquem a fazer saber dos quantos deles  pertencem à Maçonaria, essa iniciativa mai linda cheia de boa vontade, altruísmo, fraternidade, bons costumes e o catano, por causa que assim, em vez de ser só Espanha a falar de nós à conta dos tais favores [que não são pô! aquela gente é é toda muito empenhada, percursos profissionais brilhantíssimos e etc, sendo que o que, em calhando,  aconteceu, foi estarem mesmo ali à mão, né, e na falta de disponibilidade prá devida análise a outros perfis - pois que aquilo é tudo malta atafulhada de afazeres & preocupações, meus ricos filhos, taditos - pimbas! "se não tem tu vai tu mesmo", como dizia a minha amiga brasileira ao escolher os seus namorados], continuando, em vez de somente Espanha a falar de nós e, como praticamente sempre, mal,  fazíamos de conta que estavamos num Eurofestival de corrupção,  éramos o Conan daquela cena, digamos assim,  e comíamos aquela treta de uma vezada só. 

Papávamozo-los, por um assim dizer. 

Hum? Boa? ´Bora...? 

(Desde que a Italia não participasse, está claro). 


Pás, muito sinceramente vos digo que hei-de morrer sem compreender comé que ninguém me pega pra fazer argumentos, por exemplo, pra novelas da TVI.

 Dasse!

... Esta merda magoa-me qu'eu sei lá.

Ou dar cursos de escrita criativa. Acho que também gostava  muito disso. Sim.  

19 de março de 2019

As crias disseram-lhe "feliz dia do Pai"

E ele respondeu-lhes, depois de agradecer "a vossa Avó faria hoje 84 anos".

(É por estas e outras que o Homem terá sempre o seu especialíssimo  lugar de honra na minha consideração e carinho, é por estas e outras que um divórcio não anula, de todo, o que duas almas cresceram em conjunto e se sabe que conjunto continuarão, pese embora o caminho de cada um, é com estas e outras que uma pessoa confirma ter, um dia, posto a sua fasquia à altura certa e, entre uma lagrimita e outra, agradece ao seu próprio Pai, por lhe ter ensinado ser-lhe terminantemente proibido, baixa-la).