quarta-feira, 19 de abril de 2017

Pessoal da Filipinas, continuem com o vosso excelente primor nisso das flagelações

Que cada um à sua maneira, decerto estarão a cumprir e a homenagear as vossas convicções. Eu cá não sou de violências e tenho  uma tolerância à dor a rondar valores negativos - ali a par com a tolerância a estafermos - mas pás, entendo que cada um sabe se si, cada um acredita no que escolhe acreditar,  pelo menos é isto que eu acho que.  Não sendo uma pessoa particularmente religiosa embora clame  pelo Boss constantemente e o máximo que faço pela Páscoa é isto e 'tá a andar,



em minha defesa, contudo, atrevo-me  arrazoar ser talvez por isso mesmo que aceito muito bem as  crenças do próximo, mesmo quando me parecem uma beca sinistras, como é o caso. Porém, façam o que quiserem desde que não me envolvam, é o meu lema, mais a mais a autoflagelação já remonta lá à idade média, pás, e quanto a vocês em particular, só não sabia dessa vossa tradição quem nunca tinha percebido, durante um porradão de anos a fio, pra que servia aquele aparelho que mora lá em casa chamado "televisão", por exemplo,  e agora é que deu com a coisa. Depois, ninguém é Ele pra dizer ou decidir se esses sacrifícios  são ou não compreendidos/aceites pelo Jesus, que é uma Pessoa independente, com opiniões próprias e Ele é que decide, era só o que faltava agora cá merdas, NÃO JULGUEM, caraio!
Quer-se dizer..! Um Filipino faz aquilo  impregnado de sacrifício, arrependimento de eventuais pecados, almejando a purificação da alma, um gajo até se crucifica porque acredita mesmo ser esse um modo dizer ao Profeta  "tou contigo, maméne, e não abro,  nóis somo como o arroz cozido", uma vez por ano o elemento rasga-se todo, aguenta sabe só ele a que duras penas aquilo pelo que dizem Jesus passou, acresce que se ao  indivíduo calha morrer, o mais certo é nem sequer ressuscitar, o índio embarca naquilo cheio de Fé, sem arrastar ninguém consigo e faz tudo por si e pelos seus. Mas isto está mal.  Já o  povo do BDSM, que para além de andar  a torcer o mamilo do alheio sempre que lhes dá na telha - e de forma assaz entusiasta e sistemática, diga-se de passagem  -  lhe espeta com umas boas galhetas, praticamente o estrafega, utiliza artefactos  que metem respeito as práticas de Guantámano, e andarem nisto  o ano todo ...  está perfeito e é bem bom. 

Olhágora...

Queridos Filipinos, não liguem a facciosos , é o que vos digo ( ou penso eu, se preferirem). Sugiro que prossigam com o vosso excelente trabalho, uns diferentes dos outros, é bem certo, uns mais ensanguentados, outros menos e etc, mas continuem, e a essas bocas da reacção, que tenho pra mim serem provenientes de não mais que  inveja pura aliada à boa e velha falta de sexo,  em parceria com uma dose valente de bullying,  proponho que lhes mostrem o dedo do meio - o que não estiver furado, naturalmente - e sigam com as vossas vidinhas. Ahahahahahah, gente tão palerma, credo, ehhp...

Vá, cá joca à Isa, sa uulitin e salamat pela gentileza da vossa atenção, pois que calculo estarem ainda cheios de dores. 




Ps: Espero que tenham aderido àquela app de aprender imensas línguas num punzinho, canão estive aqui a escrever pró boneco e por acaso isso incomoda-me um coche, mas ok, não vos vou maçar com isso agora.   

terça-feira, 18 de abril de 2017

E assim vai o Mundo

Sábado passado foi assassinada uma moça na Madeira. Terminara a relação que havia mantido com um merdoso e mudara-se para outra residência, onde ele conseguiu entrar, esfaqueando-a até à morte. Tentou suicidar-se de seguida, mas não sem antes escrever mensagens de teor insultuoso nas paredes, com, dizem os jornais, o sangue da vítima. Resistiu aos ferimentos e encontra-se hospitalizado.
Li esta notícia horrorosa no próprio sábado e não consigo tirar isto da cabeça.  Nem isto, nem o facto de pelo menos 3/4 dos comentários lá deixados  se referirem tão somente ao quão aviltante pareceu a tanta gente  o seu título: "Mulher morta por ex-atleta do Sporting".
Sporting. 
Insultaram o jornal, os jornalistas, e  depois o assunto parece ter-lhes morrido. Talvez tenha sido sepultado na mesma tumba onde jazia  já o discernimento daquele pessoal. Fico sempre muito surpreendida com o que tanta gente entende como prioritário. 

Depois contaram-me do jogo online Blue Whale

Todos os dias uma gaja morre mais um bocadinho, e nem sequer é de velhice ou doença física. Facto. 


O meu amigo psicanalista mandou-me fazer novos amigos

Maneiras que estou aqui a pensar em abrir um blog erótico, e assim ficar , espero, a conhecer muita gente e dar início a todo um novo capítulo  na minha vida, que se pretende de interacções virtuais  assaz percucientes, no sentido de debates e trocas de impressões,  de forma a que todos os que me lerem  possam, comigo, enriquecer intelectos, por vias da diversificação de opiniões,  análises, e consequente locupletar  de auto conhecimento.   Ele achou a ideia um bocado estúpida , mas eu disse-lhe que era o que se arranjava e que pelo que tenho observado, é coisinha pra fomentar amizades de cariz bastante enraizado, até porque  toda a gente sabe ser esse o tema que unifica nações ( sexo & seus derivados físicóemocionais, até há estudos sobre isso - sociólogos, naturalmente), e que por essa razão é que o Homem continua a embicar para o assunto; porque justamente ainda não foi suficientemente explorado, quiçá por culpa das outras tantas questões absolutamente inócuas e portanto prescindíveis,  de que as sociedades em geral, padecem.  
Bom, não sei porquê que o meu amigo apanhou uma valente tosga nesse serão - estranhei bastante pois que usualmente não é nada desses excessos -  nem porque insiste em mandar-me mensagens a dizer  só "Isa.. opá... ISA! ... Isa..." e outros disparates ( capaz de ser da ressaca, sei lá), mas continuando, apraz-me revelar que estou bastante determinada neste meu novo projecto. Ainda não tenho nome para o blogue,  estou indecisa entre as tantas ideias que me surgiram (nomeadamente "Antúrio Selvagem", "O Meu Cantinho Endiabrado", "Qués..?",  "Eternamente Apaixonada",  " Genitália ao Quanto me Obrigas", "Bloguinho Faceiro", "Rabo de Cascavel" e tantos mais), mas acho que vou deixar essa demanda para mais tarde, e concentrar-me agora na feitura dos textos, que, como se sabe, terão que ser de opípara verve e subjacente ponderada mensagem, à imagem do que tenho investigado, horas a fio, sabem lá vocês das minhas olheiras à conta disto. 

O subtítulo já escolhi. Vai ser:  "Huuuummmmmmm ... Hum, hum!...... Huuuumm....:p". 

(Assim. Todo enigmático). 


E pronto, era isto.  Estou tão entusiasmada que resolvi partilhar.  Já acabou. Ide lá às vossas vidas e tenham um maravilhoso ( e picante, ehehehe ..) resto de dia. 



segunda-feira, 10 de abril de 2017

Conselhos da Isa III

Aos hoteis espalhados por este Mundo, dispostos a receber e instalar primatas em comemorações de  final de curso, sugiro a construção de Campus de Reinserção Social nas suas respectivas imediações, de modo a que eventuais estragos perpetrados por hóspedes menos adaptados às noções de civismo, as aprendam nos próprios Países que visitam e onde as evidenciam. O objectivo seria  ressarcir-se  os lesados pelos danos causados. 
Equacione-se, para o efeito, a limpeza intensiva de ruas e dos locais danificados,  3 galhetas por dia mesmo que sem razão aparente,  a simulação de incêndios sem extintores à vista, ou a obrigatoriedade de se banharem na companhia de televisores, espaço para onde se atiraria, aleatoriamente, os dispositivos electrónicos dos primatas, conforme o mood com que acordasse o supervisor de cada caverna.  

Os governos dos Países de origem dos palermas trabalhariam em parceria com os governos dos Países visitados nas construções e devidas manutenções dos referidos Campus, sendo o capital, para o efeito, colectado através de impostos extras aplicados aos progenitores dos meliantes, que considerassem aqueles actos como "normais" ou "expectáveis", "uma brincadeira", ou "só uma partida... normal da idade", assim como às agências de viagens que justificassem os mesmos,  com perfeitos disparates, tais como "o hotel não variava a ementa", ou "não havia bar aberto", ou ainda a sequer sugestão de se mudar o horário de seja o que for, num hotel - no caso o da troca de toalhas - à conta das bebedeiras e consequentes necessárias horas de sono, dos bêbados. 

Aos primatas em infracção, era a penhora garantida de pelo menos 3/4 dos seus salários nos pelo menos primeiros 3 anos das suas actividades laborais, que assim tanto uns (progenitores) quanto outros (docinhos de seus pápis),  se iriam lembrar por uns bons tempos - esperando-se que para todo o sempre - da  faltinha que lhes fez umas palmadas bem aviadas, na altura certa. 




segunda-feira, 3 de abril de 2017

O imbecil emquanto Actor Social, suas preponderâncias, proeminências, tumescências e não só, na sociedade em que vivemos

Afastada que estive por motivos bem bons e confiante na exponencial saudade por mim infligida ao meu  semelhante blogger, ofereço o meu contributo no sentido de  enriquecer as questões sociais com a minha opinião, e por arrasto, compensar a minha ausência - que foi sentida, que eu sei que foi -  no qual tentei resumir, de acordo e pela ordem com que se me afigura a premência dos tópicos infra abarcados, os quais chegaram ao meu conhecimento por intermédio, como sempre, da estupidez humana e mais a sua infinitude, e então é assim:  



                                                                    ACHO QUE


LUTO

- É um processo pelo qual todos passaremos,  durante o qual  impera (muito mais que torneiras permanentemente em pinguinhos de palavras, ou lágrimas de dôr e saudade), que o comportamento do enlutado não ponha o seu defunto às voltas no túmulo.  Em caso de inevitabilidade desta circunstância, convém que não se responsabilize o zodíaco por essas acções, pois que isso resultará em só mais uma demonstração de estupidez e carácter entenebrecido. O elemento poderá simplesmente confirmar o já então comprovado, com um simples "sou uma coisinha bastante palerma", e pronto. Nada de submeter os signos a essas poucas vergonhas, posso mesmo  asseverar com toda a propriedade que, sendo eu Gémeos, conheço quem o seja também mas numa versão muito bem disposta e curiosamente paciente. Alguns nem sequer dizem palavrões e outros são magros.  Por outro lado, sei de fonte segura haver uma data de ladrões, assassinos e vigaristas em geral, deste signo, de onde se depreende que o signo é inocente. Largai, portanto, a merda do signo. Pelo amor dos três pastorinhos. 



PASSADO

- Aquele que assume publicamente uma qualquer patologia, ou seja o que for que transcenda a sua vontade ou escolha nesses contextos, é, definitivamente, alguém uns centímetros valentes acima do comum mortal, na medida em essa assunção acarreta necessariamente coragem - perante si e os outros - coragem essa que decerto terá sido fruto de muita auto análise, exercício que lhe auferiu a segurança necessária para o fazer. São pessoas que se aceitam. Se abraçam e se gostam. Estes passados - ou presentes -  portanto, nunca poderão servir de arma de arremesso com intuito insultuoso ou redutor contra esses indivíduos, sendo que, na tentativa deste acto, incorre o usuário a não mais que levar com o efeito boomerang anexo à acção, nas trombas, devido às avaliações alheias  a que o próprio se submete. É que uma coisa é ser-se, digamos,  puta. E outra, bastante diversa, é ser-se, por exemplo, narcoléptico.  A primeira foi (ou é, sendo que no caso em apreço, é e sempre será) uma opção de vida, mas não tendo a  medicina registos de alguém que tivesse optado, livre e airosamente, pela narcolepsia, concluirá - até uma centopeia - por esse tanto, que a haver algum tipo de confrangimento ( esta palavra existe senhores explicadores, a sério que existe), o mesmo ficará por conta da puta, e atentai que nem sequer sou eu que o digo. É a própria puta, por intermédio de eventuais comparações de "passados", por si trazidas a público. 


AS CULTURAS

- Têm realmente uma porção de coisas em comum. "O Sol e a morte" são efectivamente duas delas, e mesmo que estas não se imponham como óbvias logo assim à priori  ao estudioso dedicado às similaridades culturais - pode ser um novato na coisa, há determinadas particularidades que só após muita experiência e anos de empenho é que se evidenciam, tal qual o arqueólogo que dedica a vida em busca de túmulos de faraós, artefacto em mãos, afastando, grão a grão, as areias de um deserto imenso -  suspeita-se ( eu escrevi suspeita-se, muita atenção, ainda não é certo), que a  Lua  e a vida também tenham a sua participação nisso do que todos comungamos, para além do primeiramente fenomenolizado pelo génio cujo nome, doravante, fará, decerto, parte dos manuais de investigação.  (Diz-se mesmo que o busto do Cristiano Ronaldo andará cá e lá, em sua representação também, uma vez que a  tetricidade da obra pode muito bem simbolizar ao estado emocional do mundo, após aquelas afirmações. Nós não vimos, ninguém viu, exactamente porque estava tudo com aquela expressão do busto, devido ao impacto,  mas as autoridades estão a passar a pente fino as  câmaras de vigilância  do País, de forma a sustentar-se factualmente o que se diz). 

Posto isto e perante as irrefutáveis provas de que eles existem, proclino-me agora sobre aqueles sobre quem evidências milenares comprovam ter Deus Nosso Senhor, no auge da Sua boa vontade, aquinhoado todas as culturas; 

OS IMBECIS

- São muitos,  facto que por si só lhes garante  o 3º lugar do podio nas  partilhas culturais. São relativamente inofensivos, se excluirmos a gritaria quando contrariados, e excluirmos os dias "não" de cada um de nós, em que não há pachorra pra não mais que pelo duas bolachadas 3 vezes ao dia,  em seus respectivos queixos, porém, há que se levar em conta que  são necessários a qualquer cultura, pois só assim se pode reputar a quantidade de neurónios com que cada um nasce, bem como proceder-se ao estudo sobre a forma engraçada como os mesmos brincam entre si - e isto aplica-se tanto aos imbecis quando em interacção no seu habitat,  quanto os seus neurónios, em caso de portadores de mais que um e quando estes acordados.  Um parvajolas  é um animal sui generis. Defende regras de etiqueta  que quando negligenciadas é o cabo dos trabalhos, sendo que uma delas se  traduz na exigência da utilização de expressões amáveis por parte de um alheio, caso  a este lhe apeteça emitir uma opinão.  Ou seja, aquele que pretenda dizer de sua justiça,  deverá reforça-la com um "quanto a mim", um "a meu ver", um  "na minha opinião", um "eu cá acho que", ou enfim, algo que determine ser o que se está a opinar, verdadeiramente a opinião do opinante. 

 Exemplifique-se para uma plena compreensão:

- "Quanto a mim", só dizes é merda. 
-  Só dizes é merda. 

Como se pode verificar na 1ª frase, existe toda uma intenção opinativa elaborada e exposta nesse sentido, não deixando margens a possíveis dúvidas,  enquanto  que a segunda já se presta a vários tipos de interpretações, o que legitima qualquer leitor a dali retirar o que quiser  -v.g., o delinear de um assalto a um banco, ou, outro v.g., um código secreto de alguém para alguém, com as coordenadas de um poço de petróleo no Algarve. Evidentemente.
Sendo criaturas auto proclamadas de extremamente sensíveis e portadoras de uma lógica rica em labirintos, compreensível para eles e para os habitantes da  galáxia "Puta Que Me Pariu Se Esta Gente Existe",  dados à Paz e à Luz, tendem a reservar-se o direito ao esquadrinhar, nomeadamente, do blogue alheio, de onde recolhem informação e dela formam juízos de valores, porque podem. (São seres iluminados, afinal das contas, pela Luz Estupidez, e isto não é pra todos).  Quando o blogger colega procede ao mesmo óbvio e expectável ritual, enervam-se, dando a situação lugar e azo a todo um conjunto de idiotices, nunca esquecendo a que lhes faz mais jus, que se resume a reclamarem da leitura e posterior conclusão que o hipotético outsider/forasteiro/gringo/elemento-exterior-à-comunidade dali retira e posteriormente expressa, com base no que eles expuseram a público, mas clamam ser privado. Acham invasivo, pelo que rapidamente castigam  o prevaricador com todo o tipo de impropérios, recorrendo - por uma questão de honra, naturalmente, e respeito ao brasão dos imbecis - a argumentos que aos olhos do incauto, parecer-lhe-ão  ainda de mais difícil aceitação que a teoria do gato de  Shrödinger, mesmo que esteja, o pobre, ali a ver, mesmo à frente do nariz, que sim, pode-se estar morto e vivo ao mesmo tempo. O contrário é que não se aplica nem invade, como é óbvio, e por isso afirmam categoricamente conhecer tudo e todos e tudo sobre todos, rechaçando eventuais reclamações com angustiados gritos de horror perante a  injustiça do julgamento alheio, com base, juram, no desconhecimento total por parte de seja quem for, sobre as suas pessoas, ainda que o que digam saber sobre outros, se sustente justamente no que aos, e dos outros, leram, e isto quando não contam com  a contribuição bastante participativa das suas imaginações.  Sofrem de perseguições crónicas. Aliás, o imbecil sofre imenso por tudo e por nada e é, por norma,  portador da fascinante particularidade das justificações. Um imbecil acha sempre importante justificar-se muito profusamente, após o caldo que entornou, normalmente atribuindo responsabilidades a terceiros ou à astrologia. O seu encanto reside exactamente nisso: tudo o que faz, faz profusamente, a constância e empenho com que serve a sua comunidade, resulta em verdadeiramente admirável.  Um imbecil brada Família, reconhecendo-lhe a intocabilidade do sagrado, não obstante a convivência com profanadores de memórias, inclusive dos da sua Família, mas sabe-se perfeitamente ser-se muito difícil resistir-se a afinidades.
Assim como a hiena no mundo selvagem é essencial à preservação do seu ambiente,  os imbecis são-no no nosso.  É comum  vê-los em ataques às jugulares uns dos outros. Usam-se, unindo-se em causas que entendem comuns mesmo embora com objectivos diferentes, o que os transforma em importantíssimos pontos de referência para o humano comum,  tanto em relação ao baixo das suas fasquias, quanto à excelência na pobreza de padrões.  Não se deve deitar fora imbecis, na medida em que só eles é que comem a merda que os outros imbecis dizem ou fazem e, embora proliferem sem o menor perigo de extinção, há que lhes reconhecer e validar a sua importância na cadeia de importâncias enquanto seres humanos: 

- Alguém tinha que ocupar o último lugar.  



                                                                           FIM  

 

terça-feira, 14 de março de 2017

Post dedicatória



Porque, finalmente, a letra e a voz  - que ADORO - capazes de traduzir meu mais percuciente sentimento. 
Johnny Depp, Denzel Washington, Alexander O'Loughlin, Matt Damon, Al Pacino, Jack Nicholson , De Niro,Tommy Lee Jones,  Morgan Freeman e Pipoco , isto é pra vós.


(Obrigada Salvador, por me dares a oportunidade de "sair do armário" e assim  abrir o livro do meu coração). 



segunda-feira, 13 de março de 2017

Conselhos da Isa II

Se um dia o vosso médico vos mandar fazer exames estranhos (<- link), e só se confrontarem com a realidade  da sua prática aquando da marcação do acto, em virtude de vos passarem uns tubinhos prás mãos, e mais uma papelada, e umas orientações belhéque, e vos apetecer voltar ao consultório da pessoa para a estrangular ou assim, pois que quando perguntada sobre "e isso é paquê?", vos respondeu "ó melher, é um rastreio, tu vai fazer isso também e cala-te, não custa nada!" respirem fundo, contem até 174.231 e pensem que há coisas bem piores a acontecer nesta vida, que vos cair no prato, assim num repente, uma tarefa daquelas e ainda por cima sem razão nenhuma aparente. 
Levem o vosso tempo, caso não haja mesmo nenhuma razão aparente.  
Eu levei umas 3 semanas, durante as quais fui fazendo os outros exames, olhava prós tubos de soslaio, equacionava toda a envolvência da coisa e desistia, até que um dia me atirei ao assunto de uma vez por todas, e fi-lo pelas razões óbvias: é um exame de prevenção, a forma como a prevenção é feita deverá ser absolutamente secundária. Depois é indolor - pelo menos fisicamente - e não, não se vão pôr a comprar um frigorífico exclusivamente  pró acondicionamento da merda dos tubinhos já com alguma matéria para análise, que isso é uma perfeita parvoíce, carago! Sois alguns bebés ó quê??, são caríssimos (fui ver) e depois não vão saber o que fazer àquilo, após a entrega da encomenda completa ao laboratório. Nada disso. Deixem-se de paneleirices, afastem esses pensamentos de vossas mentes, e depachem-se logo com aquela treta. 
De facto, até vos aconselho a não fazerem como eu, não pensarem muito no assunto e ser essa a primeiríssima recolha a ser efectuada. Tirem o que está na última gaveta do frigorífico, arranjem umas caixinhas ( podem ser daquelas que vêm umas dentro das outras, como as bonecas russas, 5 devem chegar) e bastante papel de alumínio. Tudo o resto fica na 1ª prateleira do aparelho, essa semana não vão ás compras de frescos e já está, caso arrumado. Aquilo demora uns dias, o que, bem perspectivado,  até serve de incentivo pra não desistirem, na medida em que o acto vos faria terem que recomeçar, e creiam-me: não vão querer isso. Também não vos ireis esquecer dessa primeira tarefa diária, asseguro-vos, aliás, aconselho mesmo a que ponham os tubinhos bem à vista, de modo a que a sua diminuição em número no antes, por oposição ao após usados, vos seja um estímulo, em suma, é nojento mas não custa nada. 
Mais a mais, ensina-nos a vida que de todas as situações menos simpáticas, há que se tirar algum partido. Neste caso, a saúde está logo ali à cabeça, é só termos isso em mente e pronto. Depois, e se quiserem prosseguir  nessa filosofia e partirem-se a rir todas as manhãs, é fácil: Deem um nome a cada tubinho. 

Hã? Quem é 'miga?


Pois, lá está... Não m'estimem não.