15 de janeiro de 2019

Provavelmente o melhor anúncio da Gillette de todos os tempos é considerado por, infelizmente muitos, um ataque ao que entendem como "masculinidade"


Gerando polémica, conforme exemplo das declarações abaixo reproduzidas regurgitada pelo senhor  identificado, só um entre muitos, como se pode ler na página para onde o link direcciona.  




A evolução da espécie, passa, portanto, e de acordo com os elementos discordantes, não se evoluir de todo. O que interessa é estar-se frontalmente contra o feminismo, o movimento #metoo, ou qualquer outra vertente susceptível de criar antipatias. Não se retirar, enfim, absolutamente nada de rigorosamente coisa nenhuma que à partida lhes desagrade, levando a crer, tal o frenesim, que suas respectivas pilas encolhem e/ou esmorecem se, num repente, a presa que tanto almejam for a conciencialização sobre si mesmos,  ao invés do o que estão habituados a perseguir. 

8 de janeiro de 2019

Eu cá acho fofinha a constatação das afinidades entre o nosso Presidente e a querida Judite de Sousa

em termos de disparates.

Dá-me aquela sensação de reconfortante  segurança enquanto à parvónia onde moramos, no sentido em que por muitos ciclos que a Terra faça em torno do Sol e por muita coisa que mude, o que muda será invariavelmente para pior, e o imutável ficará sempre, qual fiel amante,  à espera do que mudou. 

Snif.  

Aguardo agora, expectante, por saber sobre  quem será o próximo feliz, choroso, contemplado com um telefonema do nosso Presidente - que, como se sabe e se tem visto, entre beijinhos, abraços, opiniões sobre as propinas e ultimatos aos respectivos responsáveis das redes indecifráveis que supostamente deveriam gerir e prever fogos, bem como agir com eficácia numa eventual pós tragédia,  por exemplo,  lá arranja um minutito entre reuniões,  para, publicamente,  felicitar alguém que, de forma assaz intensa e gritante,  contribui para a estupifidicação das massas - tornando o que poderia ser privado e lá em comunhão com os seus critérios, num acto público de um Chefe de Estado.  

Parabéns Sr. Presidente. Quanto a mim, terminou o esboço que carinhosamente fui , entre atenções e desatenções, rabiscando sobre o seu desempenho, permita-me assim, por este tanto, que o felicite pela sua extrema simpatia, entre, rigorosamente, mais nada. 





    

7 de janeiro de 2019

Venho aqui num sopro

Para dizer que gostei muito de conhecer a senhora lá de casa da Judite de Sousa, e que só pela sua aparência, de mim se apoderou uma certeza mais que absoluta estar a sua prestação de serviços em fasquia muito acima dos prestados pela senhora lá de casa da TVI à referida estação - ou mesmo das outras por onde passou, e fora delas,  quando, por exemplo, se lembra de dizer coisas em formato de livro, ou em simplesmente fluxo palavroso, o que já não nos devia surpreender, mas lá está, ele há coisas do catano e quando um humano menos espera, CABUM! cá vais mais merda, aguentam-se, exactamente como foi o caso do outro senhor lá de casa, quando, num dos muitos momentos "eurh ..." que tem, permitiu que um deles se destacasse de todos os outros, dando a palavra a um filho da puta racista condenado por participação num assassinato, e que ainda por cima é feio ( com o perdão da redundância). 



22 de novembro de 2018

Não sei se tussa, se espirre, se me assoe, ou se deixe simplesmente a ranhoca seguir o seu percurso

e os perdigotos também, muito especialmente em direcção ao ecran do meu telemóvel que não largo, pois é aí que, desde ontem e após 24h de dura espera, se encontram as imagens da minha nova sobrinhita, coisa mai linda de sua tia, 3.330kg de gente, que só pelo tempo que demorou pra se apresentar a este Mundo e expressões de nítido incómodo por ter mesmo que o fazer,  já promete vir a ser uma gaja de pelo na venta, exactamente como sua velha tia aprecia, daquelas que basta ouvir um não pra decidir que sim, experiência que pretendo accionar à revelia de seus pais, naturalmente, logo assim que a gaiata esteja em condições psicomotoras para tal. 

- Bebé, vê ali a maquilhagem da mãezinha..? Não pode mexer, hã?

-  Ohhh.. bebé ... não mexe nos papeis do papá!

- Não! Não! Não, bebé, não pode tocar a bateria que a tia Isa ofereceu, a estas horas, porque incomoda os vizinhos, riqueza, e eles não gostam de ser incomodados, meu docinho... 

- A bebé não góta da papinha..? Diz à mãe, mas NÃO cospe!

- Não se espalha o cerelac pelo chão, bebé! Não, não! Ai, ai!


ehehehehehe ...


E esta merda de Mundo que está tão uindo hoje, hum?:D

19 de novembro de 2018

Mulheres da minha vida

Contava-me aquilo de expressão ausente, entre um trago e outro no cigarro mantido entre os dedos, como quem revive o que terá imaginado vezes sem conta, com a propriedade de quem coabita, faz muito, com a tristeza, de quem a trata por tu.  Contemplava o mar, no seu vai e vem de cor, brilhos, rendas de espuma. Elegante, porte altivo, bonita, olhar sempre triste, resolveu, naquele dia, dizer mais um pouco da sua história. Não foi um acaso, algo que viesse a propósito de outro assunto. Desde que nos encontramos para aquele lanche notara-lhe diferença, uma seriedade pouco comum nela, uma determinação estranha que não procurou esconder. Aguardei me fosse revelado o motivo, evitando a pergunta por me parecer invasiva. Tagarelei sobre coisa nenhuma, ela ouvia, sorria, retorquia, vaga, embora repectiva, penso que até perceber o meu desconforto. Então, da mala retirou um envelope. Olhei-a interrogativa. Pousou-o na mesa, acendeu o primeiro cigarro, em silêncio, como que se preparando para a solenidade do assunto, ou talvez dando-me o tempo necessário para que a minha intuição a confirmasse. Aguardou o término da minha coisa nenhuma já em jeito balbuciado, e questionou-me sobre se eu me recordava do que me havia contado, acerca da sua família, após a revolução que depôs o Xá. Eu  sabia que o seu jovem irmão, universitário, sucumbira às mãos da então autoproclamada polícia de estado, ávidos de castigo contra quem ousou apoiar o regime deposto, que o rapaz fora capturado durante uma manifestação havida nos tumultuosos dias imediatamente seguinte. Sim, claro, como me poderia esquecer. E que o seu pai morrera de desgosto. 
De loucura, precisou. O meu pai morreu  louco, 3 meses após terem morto o meu irmão. Enlouqueceu. Gritava dia e noite pelo nome dele, saía para a rua em gritos excruciantes até que uma droga qualquer o acalmasse. 
Isso em particular eu não sabia ... murmurei. 
Estarrecida, ciente que o que se dispunha a confiar-me teria já passado um milhão de vezes  na sua cabeça, desde esse então, e outros mais milhões  passariam até ao dia da sua morte, nos cenários mais horrendos que uma mente possa alcançar, pois ela não estava lá. Fora para o estrangeiro, pouco tempo antes, incumbida de se esmerar na sua educação académica. Não acompanhou, assim,  onde sentia ter que ter acompanhado o terror dos seus e de outros, não pode pôr ombro a ombro no alicerce que é a família, porque se voltasse, morreria também por simplesmente ter antes saído, ou por nada, não se deviam satisfações ou  se careciam razões específicas para se condenar alguém à morte. 
  
Continuou, relatando o inimaginável que é, ainda assim, sempre possível acontecer. 
Fora de longe que lhe arrancaram o coração vezes sem conta. De longe soube de seu pai se rojar aos pés de alguém, pedindo clemência pelo seu filho, de rogar perdão pela inconsciência da juventude, de jurar ser o seu primogénito um bom menino, de caminhar para o lugar onde o tinham, e a outros, recluso, enquanto, com o despotismo característico da terra de ninguém, cogitavam sobre o que lhes fazer, dias a fio. À porta daquele inferno soube de noites passadas, mais lágrimas no dia seguinte, até por fim um qualquer autoproclamado chefe concordar na sua libertação, em troca de avultada quantia. De longe abraçou a esperança,  de longe soube da quantia paga, de longe ansiou pelo dia em que tudo voltaria à normalidade possível, e de longe soube do algoz que, à hora por si marcada, comparecendo aquele pai na óbvia ânsia de ter de novo o coração inteiro, lhe mata o filho à sua frente.  Teve esse cuidado, o ignóbil, que o senhor assistisse ao enforcamento do seu filho. Mas não se ficou por aí, há muitos requintes na malvadez , o carrasco honrou muitos. Decretou  nada ficar que lembrasse a existência do jovem, então, da casa da família, tudo dele foi dizimado. "Porquê" é a pergunta a que só o ódio sabe responder. Outros pais imploraram por seus filhos e viram os seus pedidos concedidos. Muitos outros não. Aquele, fez parte dos que sofreram  a expressão máxima do desvario na sua forma mais grotesta, que se repercutiu nele, matando-o mais tarde.  Cerca de três meses tarde demais, de facto, já que por esse periodo foi um invólucro, a sua alma partira quando o pior de mundo lhe roubou, daquela forma, o que de melhor tinha no mundo. À sua frente. Um, encarnando a prepotência em toda a sua extensão,  outro, na mesma medida, a impotência. Pode-se morrer muitas vezes em vida, o número de vezes é só proporcional à resistência de cada um, aquele pobre homem não conseguiu viver sem  uma das três partes que eram o seu todo, rasgada de si assim, de forma tão exponencialmente impiedosa. A restante família poupada podia-se pensar ser uma sorte, num tímido lampejo comiserativo saído do crápula auto eleito chefe da pequenez, mas a sorte evadira-se há muito. Ordenou, o imundo, que a recolha do corpo fosse feita pela irmã mais nova, ainda uma menina,  pois era preciso encarniçar mais um pouco, e lá foi a petiza, deixando em casa os progenitores que de vivos, sabia-se porque tão só respiravam.  Daquele miúdo, além das memórias dos seus, nada mais ficou. A menina, hoje mulher, não mais se recompôs.

Relatos destes há muitos, infelizmente (um, já seria demais) não foi a primeira vez que eu quis morrer, tal o nojo sentido por pertencer à espécie. Contudo, quando ouvido de alguém com quem privamos e a quem queremos tão bem, as palavras ausentam-se, desaparecem, falham, ou talvez nem existam. Tinha as mãos cobrindo-me o rosto,  por entre os dedos olhava-a, transida,  não havia ódio na sua voz, nem na sua face, postura, nem nos olhos que tinham voltado do mar e se haviam fixado em mim. Pelo contrário, no seu olhar detectei algo como que vitorioso, percepção que atribuí ao turbilhão de coisas ruins  que me invadiam, por isso muito passíveis de me induzirem em erro, mas ela reforçou aquele olhar para que eu o apreendesse bem, ordenando-me que parasse de chorar.  Obedeci imediatamente. Quem sou eu para desobedecer a um gigante. 

Abriu-me as mãos e nelas depositou o tal envelope. "Abre". De novo aquele vislumbre, estranho, de vitória. "Abre!", repetiu, Dentro,  uma fotografia. Encontrara-a nas muitas pesquisas que ainda hoje faz, ao que muitos ainda hoje partilham: imagens de quem lhes é desconhecido, mas sabem, por terem palmilhado os mesmos espinhos, da possibilidade de ser o ente querido de alguém saudoso das suas feições. "Aqui", apontou um moço "é o meu irmão!". Alguém, dentro daquele campo de reclusos, os fotografara e lá estava aquele sobre quem esforços foram envidados a fim de lhe anular a sua passagem por este mundo. Mais de 30 anos depois. "Olha bem para ele, olha bem!", mas eu já tinha olhado e já sorria com ela. O seu filho é a réplica perfeita do tio.  Nada mais dissemos uma à outra, somente sorriamos, cúmplices e testemunhas de algo maior.  Saímos dali de braços entrelaçados em direcção ao mar. Por ali ficamos, admirando-lhe o bailado, em silêncio, polvilhado pelo som do caminhar das ondas e, posso jurar, por um riso cristalino. Muito, muito baixinho.

14 de novembro de 2018

“Como é que se deixa um homem, seja que homem for, num local onde não há um duche... um chuveiro.”

- Alexandra de Carvalho na TVI sobre a detenção de seu irmão, Presidente destituído do Sporting.




Estou completamente consigo, D. Alexandra. Há coisas verdadeiramente inacreditáveis. 








13 de novembro de 2018

Coisinhas que aprendo com o meu valedoiro concidadão:

Terrorismo: Acto ignóbil única e exclusivamente relacionado a bombas e mortes por atacado [excluindo-se desta equação os países que por alguma razão resolvem praticar disso noutros países, já que aqui se chama "guerra" e sendo muito triste, certo é são decisões lá das altas instâncias desses mesmos países, o que deriva numa certa legalidade das coisas, logo e decerto, terrorismo é que não é, no máximo talvez um ai... tadinhos, que horror..., e posteriores mil publicações em redes sociais dignificando o quão a coisa parece horrível, com legendas do género "isto é tão triste..."]. Em suma, tem mesmo que haver muito sangue e pelo menos 1 mochila preta. Também pode ser "terrorismo" o acto de alguém se rebentar a meio de uma multidão como que personalizando a tal mochila. Muito importante é que se tenha a noção da quantidade de sangue e mortes, impreterivelmente ligados à palavra, assim como o BUMM!
Alguém ser o presumível mandante de uns quantos inúteis adentrarem um espaço e dasatarem a partir tudo, não pode esse acto ser considerado como "terrorismo", a menos que pelo menos um dos imbecis tivesse escrito DAESH na testa ou na t-shirt, até porque a quantidade de sangue derramado nesse acontecimento, se contextualizado em "terrorismo", apresenta-se como altamente desprestigiante  a qualquer mujahedin que se preze - por serem estes os filhos naturais do conceito - uma vez que daquilo fazem eles todos os dias ao pequeno almoço, quando, por exemplo, limpam as bazucas.  
(Ser um líder de seja lá o que for conhecido por "Mustafá", pode efectivamente levantar algumas questões, mas a verdade é que se ninguém se preocupa com o significado de "líder", ou com o chamarem ao sítio onde se reúnem a "casinha", priva-me ao alongar de questões que à partida parecem já ter perdido a sua pertinência. Também nunca ninguém o viu de imamah, logo...).    

Domingo: Dia de descanso. Ponto. Final. Parágrafo. 
Quando muito há bola, pipocadas e um cinema. Vá. A Justiça não tem nada que andar a incomodar as pessoas nesse dia que é sagrado, nem sequer se percebe como é que as forças de segurança ainda não fizeram uma greve a reclamar esse dia como "de descanso" também, bem assim como os senhores padeiros, hospitais, bombeiros, aeroportos,  e outros.  
(Aqui há tempos houve uma tentativa de assalto a um apartamento próximo do meu, e eu, como cidadã bué empreendedora, levantei os estores e gritei É DOMINGO, CARALHO! PERDERAM O CALENDÁRIO, Ó AMEBAS?!, eles foram-se embora e voltaram na 2ª-feira). 

15 anos: Idade em que se pode ter um computador, estando implícito que nenhum adulto o pode acessar, ou que mesmo nessa desconfiança, estará vedada ao adulto-polícia o acto de o confiscar. Toda a gente sabe que só os pais é que podem fazer - ainda que isto pareça contrair a regra nº 1 - e que qualquer outra entidade perde o seu poder perante o poder parental. (Os filhos inclusivamente, mas isso anda a ser muito discutido, penso que agora depende um bocadinho de se lhes pediram ou não autorização pra lhes mudarem as fraldas). As autoridades apreenderem o pc a um indivíduo de 15 anos, parece resultar como algo de  extremamente  perturbador, invasivo e inquietante para o jovem,  conquanto o dito esteja a viver com um ou ambos os pais, cuja casa seja alvo de busca policial.   Ou seja; lá vai a Polícia, a um Domingo, revistar uma casa. Certo? Revista, revista, revista, e dá com um pc, provavelmente a meio de outros dispositivos susceptíveis de lhes levantarem alguma suspeita quanto à informação neles contida, mas pertence a um jovem de 15 anos, maneiras que STOP! Pára tudo! Levem antes um cinzeiro. Um piaçaba. Vejam no lava-loiça. Pesquisem o estendal. Averiguem o aspirador. Ou algo que se afigure quase nula a probabilidade de um jovem de 15 anos saber sequer que existe, quanto mais ter manuseado e nele depositado as suas ânsias e devaneios. Ferro de engomar! Ora aí está! Tragam lá isso a ver se o eventual mandante do alegado crime usou o vapor pra mandar mensagens de vapor aos seus mandados!  Pimbas! E lá vão eles embora, cientes de terem cumprido com as suas obrigações, passando pela obrigação primária de não-se-tocar-no-computador-do-jovem-por-causa-de-traumas-muito-mais-traumatizantes-que-ter-a-casa-dos-pais-sob-buscas. 
(É comprido, daí talvez alguns policiais se esquecerem da coisa, sendo que ainda se aguarda pela opinião da Dª Câncio a fim de se dar um pouco mais de ênfase aos péssimos serviços das nossas forças de segurança). 


Ser-se ouvido pela polícia: É quando a gente quer, exactamente como o Natal.
Não interessa pra nada se o processo relativo ao qual um determinado cidadão se apresenta, por sua livre vontade, pra ser ouvido, está ou não em condições de recolher o seu depoimento. A pessoa apresenta-se, tinham que o ouvir nem que fosse pra lhe dizerem "agora não que estou com dores de cabeça". Não o ouvirem, pressupõe da parte do indivíduo a sua boa vontade em contribuir para a verdade dos factos, a recusa da polícia pressupõe uma qualquer disposição maliciosa em chatea-lo, de onde se conclui imediatamente a inocência do primeiro e a má vontade dos segundos, quiçá até atiçados por terceiros, num intento mais que óbvio, mas só prós espertos, de denegrir aquela pobre alma. É um complô, digamos assim.  Acho até que, doravante, a polícia havia de esperar a ver qual dos envolvidos num processo se lhes apresenta de livre e espontânea vontade, no dia e hora que lhe apetece, pra prestar declarações. Esses seriam os bons. Os que esperam pela notificação policial, é que deveriam ser logo à partida motivo de altas desconfianças. Esperou?? Hum.. aqui há gato. 


Prisão preventiva: Uma chatice  presumivelmente só aplicável a quem já lá está, por ter sido apanhado com a boca na botija.  Um eventual suspeito até ora em liberdade, se já não fugiu do País com certeza que é porque não tem essa intenção, e os trâmites da Lei que determinam ser alguém  suspeito de crime grave, ligado a circunstâncias e outros suspeitos - situações essas que desconheço e portanto não me interessam, portanto nem existem -   passíveis de o porem em prisão preventiva, é uma Lei injusta. Ponto. Final. Parágrafo. 


É tudo por hoje. 

Sinto-me quase apta a exercer conscientemente o meu direito de voto, pese embora este mal -estar que não me larga, em relação ao SNS: Continuo a sentir que ali, alguém me deve alguma coisa.