29 de março de 2018

Foi a meio de um acesso de tosse alérgica, daqueles que fazem com que uma pessoa praticamente tenha oportunidade de acariciar seus pulmões antes de os guardar de novo na caixa torácica

Que me questionei se seria hoje ou amanhã que ali a graciosa personna picante - ainda a braços com a sua intifada contra as poderosas bloggers das publicidades que deixaram passar aquele comentário a remeter para uma página onde supostamente a sua identidade foi posta a descoberto (uma traição do caralho, sabem lá,  é que não se estava mesmo nada à espera de uma atitude daquelas contra a personna picante, caraio, esse auto proclamado paladino na sua tão bem conseguida versão blogger de merda, e logo vindo de quem a pequerrucha faz a fineza de realçar as existências, que por si, como é fácil de se concluir, seriam umas coisitas inóspitas e sem importância  - iria interromper aquele interminável folhetim mexicano pejado de intervenientes indubitavelmente merecedores de um Óscar prá melhor lavadeira, de modo a  desejar-nos a todos uma "Santa e mui Feliz Páscoa". 

(É que está o Jesus quase a finar-se, e uma pessoa aqui doente e muito ansiosa por aqueles votos que, como se sabe, só valem se vindos de um verdadeiro Cristão, né, mas a gaja nada, nadinha ... ali a dar na não sei quantas que fez a cirurgia, se nao fez a cirurgia, ora vira-se prá Mais Doce, ora vira-se prá Maçã de Eva, ora prá Fê (ou lá o que é), ou o caraio, qual Moisélita de escopro em punho e a testa em sangue, de tanto nele cabecear: Não voltarás a deixar passar comentários malandros sobre personna picante! Toda a gente sabe que só personna picante o pode fazer em relação a quem lhe apeteça, Ai a merda!! )


E pronto é tudo, aqui fica o meu piqueno apontamento pascoiso, pleno de ansiedade, é certo, mas bastante sentido. 





   

15 de março de 2018

"Eu olho para a tourada como uma expressão de cultura"

- Assunção Cristas.


'Miga ..  novidade pra si: Olhamos todos. A diferença entre esses todos, é que enquanto uns se deslumbram com um paneleiro de collants a espetar coisas em bichos, após 300 horas ao espelho a praticar o estilo pavão em época de acasalamento, outros não compreendem muito bem porque razão o deslumbre não se belisca nem um molhinho com aquela parte do "espetar coisas em  bichos". 

"Espetar coisas em bichos". Ora consulte lá o que encontrar online na área de Psiquiatria sobre o assunto, e depois explique aqui à platinada, por favor, exactamente qual a diferença entre os malmequeres acima referidos e mais as suas práticas legalmente aprovadas pelas sociedades onde gravitam, e um filho da puta de um psicopata em plena ascenção. 


Obrigada. 



     

9 de março de 2018

A Chicana voltou à bloga

Que bom. Fico genuínamente feliz por ter corrido tudo bem no parto, e por saber que continua tudo a correr às mil maravilhas. Confesso que até eu, Isa Maria, já estranhava a demora no retorno às suas actividades blogosféricas - pô, 5 meses?? - e que volta e meia se me vincava uma desagradável ruga de preocupação, mas prontos, voltou, está tudo bem, não vou dizer que morria de saudades que continuo a achar aquilo um tédio, mas hey, uma pessoa habitua-se a ler pra cima de 100 comentários diários em modo unicórnio, toma-lhe o gosto, já não tem idade pra se pôr a ver filmes da Disney e ressaca. (Sim, ressaca, calai-vos). Maneiras qué isto. 

Bem revinda, Chicana, parabéns e isso tudo, 'bora lá então a contar as 300 mil peripécias do rebento, que aqui a tia Isa anda com umas insónias do caralho e não se pode dizer que o Pipoco esteja a cumprir as suas obrigações enquanto ao meu o-ó. Combinado?

Vá, joquita bem boa e muito gás (ou gaze, é conforme a semântica do momento) nisso tudo.  

<3

Senhoras e Senhores, estamos a viver uma produção celestial dirigida por S.Pedro: Os 50 Tons de Cinzento

E assim como no filme predecessor,  uma boa merda, com a agravante de não se poder sair a meio. 



7 de março de 2018

Aconteceu comigo

Ser abordada por um daqueles seres estranhos que,  teimosos em aceitar as suas responsabilidades  em determinadas situações, se justificam imenso com as razões que as terão levado a pratica-las, sendo que nenhuma delas, mui curiosamente, passa pela sua própria, livre e espontânea vontade. De caminho apresentam uma série de problemas de foro privado- aparentemente exclusivos das suas vivências - gritam paz e sossego, clamam fragilidades - aparentemente também exclusivas das suas vivências - após, no passado, terem  proferido verdadeiros despautérios em direcção ao alheio, e ainda, quiçá num impulso derivante do fase da Lua sob a qual se encontram a merda dos seus signos, se atrevem a dirigir-se  a uma pessoa alegando aquilo tudo, e mais a roubar-lhe parte importante do praticamente nada de paciência que lhe coube em rifa por parte do deus "Ai Pá, Desampara-me os Colchetes, Caraio!"  [entidade que fornece a Paciência ao pessoal, e que, só pelo nome, está-se mesmo a ver que usa e abusa da dita, muito em particular quando alguém chega fora d'horas à puta da fila para o devido abastecimento de tão importante particularidade, mesmo que explique ter-se enganado no caminho, de mãos em conchinha, qual pedinte, ou reclame de não ter culpa nenhuma por o seu irmão deus da Beleza interior, exterior e arredores, ter demorado um porradão de tempo a regressar do armazém dos olhos, pois que havia embicado com uma determinada cor e a cena estava em ruptura de stock], dizia eu ...

Ai porra, perdi-me ...

Ah!    

Então, dizia eu que  alegam aquilo tudo a meio de perfeitos disparates sem pentelho por onde se lhes pegar,  obrigando uma índia a largar o ritual de polir o totem da sua tribo  onde mais tarde pretendia  fazer a dança do Sol e para a qual tinha acabado de adquirir daqueles óleos tão giros que brilham imenso no corpo de uma pessoa (não encontrei de 0,5lt tive que trazer 5 dos outros, que este corpo está em proporção à ialma que abriga, god bless), de forma a ver da possibilidade de chover em acompanhado com uns raiozitos de Sol, ou assim, que a malta anda mesmo à míngua de vitamina D e uma corzinha saudável, e lá está a índia, lalala, toda entretida, quando lhe cai aquela coisa na sua caixa de correio, assim toda embrulhada, cheia de incongruências e algumas ameaças veladas, a índia lê, a índia relê, a índia volta a ler, e por fim a índia desiste, que por acaso nesse dia e à conta da cena da cerimónia do totem, a índia falhara na feitura da habitual fornada de pãozinho pra malucos, e exclama, desanimada,  de si para com os seus penachos, o mesmo "enfim" com que o estranho ser incauto resolveu terminar a sua missiva, não deixando, todavia, a índia,  de se debater com a velha questão "carácter" e o que  subjazerá ao raciocínio do seu semelhante aquando do envio daquilo. Ora, sendo eu gaja pra me deter com inutilidades  por períodos de tempo verdadeiramente surpreendentes, e por motivos de me encontrar, de momento, em terapia no sentido de contrariar a tendência, dei com isto, (<-está aqui um link, catano!->), o que, quanto a mim, justifica a situação em apreço, e  até muitas outras, se formos a analisar convenientemente as coisas.


É tudo. 

Ópois não digam que não vos conto coisas manitas, ou que não tenho uma existência hiper excitante.    
  

28 de fevereiro de 2018

Desporto radical

Ganhar-se coragem pra se ouvir os outros nossos candidatos ao festival da canção, num 1º andar.