segunda-feira, 22 de maio de 2017

Conselhos da Isa IV

Quando tiveres bons exemplos  a sugerir ao alheio, segue-os tu primeiro. 





"Eu não sei porque razão certos homens, a meu ver, quanto mais pequenos são maiores querem parecer"- António Aleixo






Ou

Quando uma cultura fabrica perfeitos burgessos, havia de pelo menos ensinar as petizas que lhes entregam em casamento que não se pode brincar com os burgessos, pois que para estes, a noção de se exporem a um eventual ridículo - ainda que amoroso - lhes está directamente ligado ao real perímetro de sus cojones, e que o espoletar dessa exacta consciência dimensional resulta-se-lhes em  incómodo assaz avassalador. Há uns que morrem. Mas são, infelizmente, uma minoria. Os restantes, por norma, passam o resto da vida a amaldiçoar o cultivo do tomate cereja.




terça-feira, 16 de maio de 2017

"Acima de tudo é uma mulher casada, que provou, como a maioria das portuguesas que pode trabalhar e ter filhos, uma vez que não descurou o trabalho e não descurou a casa"

- De Gonçalo da Câmara Pereira, digníssimo herdeiro de um título qualquer que já-não-há-mas-era-tão-bom-que-houvesse, e vice-presidente do PPM,  no seu discurso de apoio à candidatura de Assunção Cristas às autárquicas de Lisboa.


Obrigada Drª Assunção Cristas, por ter provado ao senhor o que ele diz que lhe provou, mesmo embora os milhões de outras mulheres que andam a fazer do mesmo há que tempos. Compreende-se o cepticismo dele,  afinal é um homem, e daqueles a quem, notoriamente, faz muita confusão  o assunto "casa descurada", ou seja, palpita-se-me, dos que percebem muito bem quando uma casa está doentinha, mas não a sabem curar e por  isso é que casaram, e é por isso também, pelo imenso respeito que nutro por homens assim a valer, sempre de verve assertiva, coerente e actual,  que lhe estou muito grata.  

Quero felicita-la pelo acima referido, e por ter aceite o apoio do PPM à sua candidatura. Decisão brilhante. Considero de uma importância bastante vincada ficar o Povo a saber que a sua performance doméstica foi avaliada, e por quem foi. Não sabendo se fizeram o mesmo com o Fernando Medina ... huuummm ... desconfio, todavia,  que não. É ver-se como anda caótico o trânsito em Lisboa e deduzir-se imediatamente que o senhor padece de uma falha enorme e assaz condenável, quanto ao próprio e devido acondicionamento dos lençóis de inverno e verão, bem como o dos cristais para dias de festa e  os de a uso diário. Transportes públicos. Tudo ao molho e fé em deus, assim como, transpira, deve ser a arrumação das meias no bendito Lar do Senhor em questão, já para não falarmos da quase impossibilidade de se estacionar o carro onde quer que seja na nossa maravilhosa capital, concluindo, até o menos dotado nos meandros da intuição, haver, decerto, muito a dizer-se   acerca de quantos pratos prontos a serem usados haverá na casa do Sr. Medina. 
Não pretendo ser má língua. Isto são meras conclusões óbvias que um cidadão infere aí logo pelas 6h da manhã, e depois tem que se preocupar com o assunto pelo resto do dia, o que está mesmo muito mal. Pessoalmente, afianço-lhe que andava toda encarquilhada no sentido de nunca mais me aparecer o dia em que alguém se candidatasse à Câmara de Lisboa, esse alguém tivesse filhos, fosse (obviamente) casado e trouxesse consigo o inapreciável  aval do PPM, no sentido que me garantir um desempenho exemplar tanto em funções estatais, quanto nas privadas. 
Sabe lá a menina pra quantos Presidentes de Câmara - e quem diz eu diz muitos mais, garanto-lhe -  já olhei e pensei *sim, sim... 'tá, ok ... está tudo muito bonito, acho esta rotunda formidável e tal, mas a questão primordial que se impõe de jeito tão avassalador qu'eu sei lá, é sempre a mesma; e  a tua casinha.. estará descurada? Quantas máquinas de roupa farás  tu por semana...?, só nunca perguntei porque são geralmente homens, e há perguntas que não se fazem a homens, né? Podem estar ocupados. 


Despeço-me com votos de muito sucesso, expectante de que lhe corra tudo pelo melhor. A menina tem isso mais do que ganho, é o que lhe digo. Já albergava eu esse filingue, mas depois daquela chancela e daquele discurso, fiquei muito mais confiante.:)) Confie também. 



Isa


sexta-feira, 5 de maio de 2017

Crónica de uma Mãe destroçada

Após uma reunião de emergência que tive com o boss, lá no meu ganha pão, acabamos por concordar em retirar do colinho dos nossos herdeiros o nosso património, devido à manifesta revolta que a situação suscita a elementos de grande valor prá sociedade, tanto em termos fiscais, quanto em de  irrepreensível comportamento. 
Assim, repensando todos os actos até à altura praticados no sentido de - achavamos nós - um futuro bonito ora para os herdeiros quanto para o País onde labutam, proporcionando-lhes experiência nas suas pós graduações, supondo-se serem um espelho dos seus progenitores enquanto trabalhadores responsáveis,  fomentando postos de trabalho e essa porra toda (<- esta parte sou eu a dizer, não consta na acta), o que  contribuiria para uma rosadinha e saudável economia do nosso amado Portugal, e pese embora  a coisa aparentasse estar a correr muito bem, dizia eu, prós e contras foram exaustivamente equacinados, concluindo-se estarmos de facto tremenda e redondamente enganados. 
Sim.
E a culpa é nossa.
Sim. Nossa. 
Ninguém nos mandou aconselhar e incentivar os herdeiros a estudar em áreas de suas escolhas - lá está, essa merda do livre arbítrio tem muito que se lhe diga, até estou com vontade de me bater - dar-se o caso de  ainda por cima  serem úteis, e de terminarem aquilo com notas que vai lá vai. Pensar nisto, hoje,  custa-me muito. Dói-me. Sangra-se-me qualquer coisa. Recordar-me que o fizeram em um ano por cada ano, faz com que se me assome uma vontade louca  de me esganar, arrancar-me cabelos, esgatanhar-me toda, só não adiro àquilo da baleia azul porque já não tenho idade pra merdas e não gosto cá de concorrências,  pra cetácea basto eu.   
Ahhhh... Pudesse eu voltar atrás no tempo...
dizer-lhes que o bom mesmo seria entrarem prá faculdade e ficarem 5 anos pra perceber que tinham entrado, que após a Luz lhes encontrar o cérebro, nesse sentido, deveriam recolher-se a profunda meditação  sobre se teriam escolhido o curso certo, cogitarem que calhando não, ou que calhando sim, ou que não, ou sim, e ficarem naquilo enquanto  nós lhes  pagavamos as incertezas,  por tempo indeterminado. Ahhhhh.... Pudesse eu voltar atrás no tempo...
Revoltei-me, confesso. Não mereço! Ninguém merece filhos inteligentes, responsáveis, conscientes de si, do mundo, independentes e muito participativos em todos os assuntos de Família. Não fossem os meus tão refilões e de pelo na venta, tenho pra mim que os deserdava, estúpidos, credo, que nervos, onde já se viu um filho não ter como adquirido qualquer direito que entenda ele - e muito bem!- ser seu por... que sim?? Porquê, pelos deuses,  não me sairam na rifa criaturas que andassem sempre à pendura na barra da minha saia "ó mainha pexiso de dinheiro, dá-me dinheiro, mainha, eu quero isto! mainha eu quero aquilo!", ou daqueles que pura e simplesmente vão de férias e voltam por alturas da leitura do testamento, como fazem as 'ssoas normais..?  
Ahhhhh ...
Pudesse eu voltar atrás no tempo.. 
E enche-los de roupinhas de marca, ferraris, maseratis e porshes, ir po-los a festas onde houvesse drogas aos quilos, overdoses, alcóol e comas alcoolicos, ou nessa inviabilidade, ter-lhes proposto uma rebaldaria aqui outra acolá, uma pornografia, um incentivo à adesão a sites amorosos, dizer-lhes "vão fios! vão mostrar vosso corpitxo ao povão e digam qué pra pagar a renda .. eheheh",  tivesse-lhes eu aviado com um chapadão bem puxado de cada vez que eles reconheceram o nosso empenho nas suas educações, ou de lhes ter dado com um martelo nos dedos mindinhos ao primeiro "obrigada Pai e Mãe" que lhes ouvi, que  isso sim, isso é que era!  
Argh! Pudesse eu voltar atrás no tempo...
Todavia, face à impossibilidade óbvia e perante a vicissitude, nada mais nos restou que  a encararmos bem de frente e tomarmos medidas drásticas, em prol de um amanhã como deve ser. Foi por esse tanto, que é imenso, decidido o que para eles é, muito erroneamente, impensável: pararem de trabalhar. Quando? Já. Chamados à sala da presidência, chegaram assustados. Qué pasa Pápis? perguntaram em uníssono, um com o canto superior direito do res-do-chão das instalações ao colo, e o outro com a zona das casas-de-banho. Temos notícias para vocês, disse o presidente, sentem-se. Deliberamos, continuou o boss que terão que ser removidos dos vossos cargos e desta empresa. Instalou-se um silêncio sepulcral. Os herdeiros, boquiabertos, aconchegavam mais e mais os seus pertences ao peito, assim como se lhes estivessem a tapar os ouvidos, o boss, aparentemente impertubável, prosseguiu, de olhar muito firme, sem que no entanto pudesse controlar o leve estremecer de queixo.  Vossa Mãe e eu erramos. Muito. Sabemos que não sois culpados, mas estando ambos na casa dos 20, teremos que ser duros; afinal já não tendes muito tempo de modo a que pelos 50 estejais devidamente formados. Lamentamos ter que vos dizer terdes sido mal orientados por toda as vossas vidas. Por isso, as nossas desculpas. Por isso também, comunicamo-vos que serão removidos dos vossos cargos e da empresa, repito,  pelo menos até aprenderem a ser herdeiros. Um herdeiro não trabalha. Espera que o progenitor morra e depois aufere. Simples. Óbvio. Flagrante. Como a nossa inabilidade. Silêncio.  E continuou "naturalmente não poderiamos deixar de assumir as nossas responsabilidades na tragédia que provocámos. Eu e vossa Mãe vamos a pé a Fátima em remissão desse pecado, e já compramos bilhetes para a Maria Leal. Andamos a ver se o Saul ainda trabalha.  Vocês vão para casa  em modo sabático ad aeternum, vamos tentar agora a educação que deviamos ter-vos dado há muito. Nós exigimos filhos parasitas. Queremos - temos o dever! - de vos sustentar. Quando  alcançarem  esse objectivo - não esqueçam que têm só até aos 50 anos de idade - então sim, podereis regressar ao business. Trataremos de pôr na piscina que vamos mandar construir, 2 espreguiçadeiras, onde vós vos  esparramareis, pc à frente, de modo a percorrerem tudo o que há na net, dia e noite, para que possam dominar convenientemente o menos possível de qualquer tema. Só após essa confirmação papai dirá que o negócio "expandiu", e poderá o mesmo ser-vos entregue. Pronto, podem ir. Apanhem um avião pra Maiorca, States, Praga, o que quiserem, mas VÃO SER HERDEIROS! Não quero desculpas para o não serem, quero pedidos de dinheiro pra pagarem aos vossos PTs!. Larguem a empresa, sff, tirem lá isso dos vossos colinhos, já... ó Isabel vai lá tirar aquele bocado de parede que ficou ali no colo do nosso herdeiro, que o sr. Peixoto está à espera de pormos a empresa inteira no colinho dele. 
Foi tenebroso. O homem muito doído, eles muito perplexos,  eu desfeita, sem saber a quem acudir ou o que fazer.  Tentei o primeiro que me aparecesse à frente, mas ... Não, não, afasta-te de mim Mãe, não!, Não estou a acreditar que me estás a mandar pra Palma de Maiorca, Mãe... tu és minha MÃE, como podes...??, gritou, largando a custo o rolo da toalha de mãos. Morri vezes sem conta ali, naquela sala. 

Era tardíssimo quando regressei a casa. Saí da reunião e rumei à minha praia d'estimação, aquela que me acolhe sempre que tenho problemas. Vou para lá e conto grãos de areia. 251.657 foi a última contagem, mas acho que alguém os misturou, pois que tenho ideia de que teriam que ser mais.  Depois anoiteceu e eu já não via nada, disse adeus ao mar, separei os grãozinhos e pintei-os de modo a marca-los e abalei. Já em casa, muito agastada, lá consegui amorfar 1 hamburguer com queijo, fiambre, ovo e batata frita - sabem só os céus a que custo - forcei-me de seguida a um petit gateau, porque uma pessoa não pode ceder a contrariedades, tem que ser forte e eu sentia-me deveras fraquinha. De seguida  chorei um bocadinho, culpando os meus pais, pra entrar no espírito da coisa, e foi com a cabeça em água que  palmilhei a casa toda, a ver se espairecia. Fui à varanda, ao sótão, fui à cave, aos quartos, qual animal encarcerado, não conseguindo encontrar a saída. Como nem isso nem as minha calças pretas, acabei por sucumbir ao cansaço e adormeci, exausta. Acordei ao nascer do dia,  não sei se com o meu próprio ronco se  por aquele sonho horrível, de  uma gaja no super mercado agarrada à última caixa de profiteroles, e eu a puxar, e ela a insistir, e eu a puxar, e a puta a zarpar dali com a última caixa de profiteroles e comigo agarrada aos tornozelos dela. Transpirada, batimento cardíaco descompensado, arquejante, levanto-me, corro para o congelador, regressando aliviada para o quarto. Fora somente um sonho muito ruim. Talvez devido aos recentes traumas psicológicos, meu cérebro precessara-os em situações comparáveis. Respiro fundo, tentando afastar aqueles pensamentos, concentrando-me na alvorada. Dirijo-me à janela, abro-a. Cabelos ao vento, acariciada pela brisa matinal, reparo no orvalho. Sorrio. Penso qué  lindo comó caraio, e eis que sou de novo assaltada pelos fantasmas da dúvida e da culpa, demónios que comigo carregarei eternamente:

- E se os herdeiros encontram trabalho noutra empresa?! 


Ali fico, petrificada, lívida, com aquela possibilidade espetada no coração. Sentindo-me desfalecer, olhar perdido, dou com o primeiro raio de Sol daquele dia, daquele novo dia, de mais um dia, como que me chamando para o renascer, para a esperança, a fé, iluminando, trepidante, aquele pedacinho de cocó de passarinho, em simultâneo com o meu raciocínio que me sossegou assim;

- Naaaaaaaa... Nope.  Isso não pode acontecer, porque  cada um deles tem só uma licenciatura.



E voltei, rejuvenescida, para o meu leito de 2,20 de largura, que ocupo na íntegra.  


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Comunicado

Aos envolvidos na queixa crime por mim efectuada e devido a acontecimentos recentes, informo que:

1 - Qualquer telefonema a partir de números privados, recusando a pessoa a sua identificação e na tentiva de saber informações sobre a minha pessoa (ex: direcção e contacto) para os meus ou para a minha empresa, será imediatamente repudiado e adjudicado ao processo em curso.

2 - Justificar-se o pedido de informação, alegando "assuntos pessoais", não valida o facultar da mesma. A minha empresa é séria e conhecedora de todos os códigos de ética. Não se envolve em assuntos pessoais. A menção a terceiros envolvidos nesses supostos "assuntos pessoais", ficou, no entanto, registada, o que me leva a deixar bem claro que a queixa foi efectuada por mim, dizendo unicamente respeito, portanto, à minha pessoa.

3 - O argumento - testemunhado por funcionários da empresa - de que se trataria de uma queixa crime, alegando a eventualidade de por lá a polícia aparecer, que se quereria efectuar contra mim, será na mesma medida ignorado, pois que quem tem o contacto da minha empresa, facilmente conseguirá a sua direcção. Bastará que dirijam a missiva à minha pessoa.  O acto será adjudicado  ao processo em curso.  

4 - O argumento de se querer poupar o meu sócio a essa situação, testemunhado por funcionários da empresa,  será visto como igualmente inócuo. O meu sócio está a par da mesma, bem assim como deste comunicado. O acto será adjudicado ao processo em curso.

5 - A insistência nos telefonemas, bem como os insultos dirigidos à funcionária que os ouviu, e que foram testemunhados por funcionários da empresa, será  igualmente adjudicado ao processo em curso.


6 - Terá a pessoa que se explicar, quanto ao como teve acesso a todos os dados acima mencionados, pois que também este dado será adjudicado ao processo em curso. 


7 - Tomarei as providências necessárias no sentido de que em caso de qualquer dano, material ou físico, que me venha a ser infligido, aos meus ou a qualquer funcionário da minha empresa, quando em caso de não ser o infractor detectado em flagrante, as suspeições primeiras recaiam sobre quem se propôs aos actos acima descritos. 


8 -  Telefonar-se de um número privado, recusar-se a devida identificação, mais tarde ligar-se de novo de um número privado gritando "vê lá se este é o mesmo número que ligou há pouco, sua estúpida!", dificulta essa verificação, uma vez que ambos os números são privados. E nessa perspectiva, penso poder dizer-se que sim, os números são os mesmos, para além de me falhar a percepção de modo a entender como, caso fossem pessoas diferentes, uma saberia do ocorrido com a  outra. 


9 - Por exclusão de partes, uma vez que se tratava de uma voz feminina,  que perante a recusa da informação pretendida vociferou à sua interlocutora "pita mimada", aliada à menção do nome da outra pessoa de quem a autora das chamadas anónimas referiu dizer o assunto respeito, leva-me a que a minha suspeição recaia no único paralelo que conheço. Essa, para mim, evidência,  será adjudicada ao processo em curso.


10 -  Foram notificados todos os funcionários no sentido de, em caso de números anónimos, ou não, que pretendam informação a meu respeito, serem os indivíduos em questão informados de que essas chamadas serão gravadas. 


11 - Este comunicado vai ser reencaminhado aos meus advogados, que será através de quem, caso os envolvidos nesta questão queiram comigo dialogar, o deverão fazer. Os seus contactos encontram-se no mesmo sítio onde, suponho, alguém alheio ao processo, terá facilitado os outros.  

12 - A observação anterior não pretende  isentar o facilitador de informação primeiro, igualmente por mim denunciado. 


13 - Aconselho muito vivamente aos envolvidos, a boa leitura e pós real percepção do que acima escrevi.  


Obrigada.




Wow!

Diz o meu counter/tracker/privat eye cibernético - que abrigo com tanto enlevo - que o meu espacinho foi  ontem visitado ( entre outas visitas, obviamente, pois está claro) assim: 

27 - Intendente







Ai pás.... <3 ... 

Bigada nin@s, também vos adoro de paixão (mas daquela tão cutxi-cutxi, tão nhónhónhó, ai caté dá vontade de comer, salvo seja) hã??:D

Perante isto, resulta que fica aqui uma pessoa a pensar seriamente se será de levar por diante o projecto blog erótico, sendo que, perante as evidências, tende muito fortemente para um entusiástico SIM! ...

....

Estou que nem me aguento, caray,   é muita responsabilidade...

E  fizeram-me corar... seus.. suas... pestinhas! :D



terça-feira, 2 de maio de 2017

Sou a seguir, sou a seguir! ... Mas ainda deixo cá mais esta, que sabe-se lá como é que saio dali, odeio dentistas!

Se um filho teu tirasse, digamos, 4 licenciaturas que lhe servissem para nada - reconhecendo tu  que a criatura não prima pela inteligência, daí não te teres oposto à escolha, por muito que tenhas almejado que os deuses fossem generosos e a tivessem abençoado com pelo menos o empenho de outros, da mesma área  - continuavas a sustenta-lo até à sua praticamente 3ª idade, ou apresentava-lo a um vão de escadas e às suas amigas esfregonas..?