16 de janeiro de 2018

Estou aqui sem saber se encomende um exorcismo para a menina do programa ora em foco e sujeito a acesa discussão, ou se para as mãezinhas que dela, tão activamente e tão em modo "eu sou Mãe!",participam, e mais as suas argumentações da merda.

Graças aos deuses já se percebeu - mas só porque a autora do Quadripolaridades a isso se propôs (gaja esperta qu'eu sei lá) - que a tal petição  não tem pernas para andar, talvez porque o modelo agora adoptado pelo nosso País já tenha corrido uma data de outros países, e -mas isto sou só eu a dizer, que não sou psicóloga desde ontem nem nada, mas lá está, "sou Mãe!", logo, sei de coisas, nomeadamente que os filhos não nos pertencem e blablabla - os autores da coisa tenham levado em conta estes tumultos , prevenindo-se legalmente enquanto às suas eventuais vicissitudes, derivadas de ânimos empolgados. Não sei.
 De qualquer forma, estou em crer que prá semana o nome "Margarida" já estará esquecido em virtude de se ver destituído pelo de Manel, Constança, João, Salvador ou Mafalda, e estou em crer  também que haverá muita figura parental a tirar notas de como se poderá fazer em oposição ao que tem feito e tem corrido mal, uma vez que as ferramentas do antigamente estão em desuso, de acordo com os supra sumo da área. [Já não há cá palmadas aos ninos, nem se os põe de castigo, nem nada dessas violências desmesuradas. Não.  Agora, se um catraio levanta a  mão ao Pai ou Mãe e lhe arreia com uma galheta ou assim, os desafia ou desrespeita, a gente chama-o, muito calmamente, pranta uma musiquinha de fundo - se eu pudesse voltar atrás no tempo, escolheria uma qualquer da Julie Andrews do Música no Coração, que sempre achei tão lindo  leva-o prá salinha, senta-o na poltrona em destaque da mesma, e conversa, extensa e exaustivamente sobre os sentimentos de cada uma das partes envolvidas, do como e do porquê que foram amolgados, até que alguém  adormeça de contrariedade e/ou aborrecimento, que é assim que se faz no conceito agora estabelecido para sinónino de tortura]. Ou seja, bem espremido, aquilo até é capaz de ser didáctico, MAS, atenção,  só se não nos pusermos em biquinhos de pés a levar em conta tudo e mais um par de botas, menos o que de jeito, se pode, efectivamente, retirar  dali. Muita atenção.  

Também sei, porque vi, "sou Mãe!" e portanto bué da esperta, que aquilo é um reality show. Não sei do agora, mas antigamente, costumavam ser programas direccionados a, e mesmo muito, muito, maluquinhos por uma boa controvérsia, que é o que lhes dá audiências.  Assim, esperemos pelo episódio 3 ou 4 só naquela de confirmar a validade da coisa, e se for, aguardemos todos pelo visionamento das bolachinhas que a SIC terá que enviar às aviltadas, à laia de agradecimento. 
Quanto à exposição dos petizes (dos outros, meus caros, sempre dos outros) nas suas privacidades, sinceramente não vi nada que não veja no meu dia-a-dia, pois que quando se mandam pró chão, por exemplo, num centro comercial qualquer, posso asseverar que até as cuecas lhes vejo, enquanto ouço, lá ao longe, a voz de alguém dizendo " Estás a sujar-te todo(a)! Levanta-te daí!", mesmo que se saiba perfeitamente que não só não se levantarão, como continuarão a poluir o som e os perímetros do seu semelhante, ou porque o pontapeiam a meio do chilique, ou porque, num repente, lembram-se de desatar a cavalgar, corredores afora, levando tudo e todos à frente, em direcção a coisa nenhuma. É enquanto houver corredores. Aquilo é proferido exclusivamente com o intuíto de se poupar uma máquina de roupa, toda a gente sabe,  como sabe também ser um sonho inantigível, mas hey ... lalala o mundo pula e avança, né? É que nessas alturas, pai que é pai e  mãe que é mãe, mas mesmo à séria,  tem sempre em mente o ensinamento apreendido há beca - desde que apareceu a psicologia, mais merda menos merda - e põe em prática o primeiríssimo deles todos, aquilo dos filhos não nos pertencem, maneiras que aturem-no aí, enquanto nos decidimos pela côr do cachecol, e  vão-se preparando pra quando ele crescer e eventualmente padecer de gases teimosos, meter uma baixa de 1 ano por isso, e porque a situação o está a stressar afinfar-lhe com outra de foro psicológico. Ápois. 

Bom, finalizando, sou uma 'ssoa dada a calmarias, detesto histerismos, maneiras que estou aqui com um exorcismo encomendado e não sei agora a quem o entregar. Se à menina a quem não foram explicados limites, se às doutoras em exercício, encontro-me num rodopio emocional à conta desta decisão que é que nem vos passa, imagine-se que por causa disso até fiz uma viagem ao passado e não preguei olho a noite toda de tão arrependida que me concluí por não ter seguido Psicologia ao invés de me licenciar em Esfregonas & Outros Assuntos, uma vez que  assim talvez me pudesse embrenhar  de forma mais eficaz e  coerente no que agora me transcende,  bem como também, nas horas vagas em que me permitisse um intervaleco entre as patrulhas de privacidade para as quais estaria naturalmente vocacionada, me pudesse permitir à exposição de cá opiniões minhas sobre membros da minha Família. (Ando cá engasgada com umas determinadas posturas da minha ex-Sogra, a porra do curso havia de me servir pra alguma coisa). 

Só me meto em merdas, é o que é. 

10 de janeiro de 2018

A ver se me situo...

-Portanto, todas as pessoas que tiraram fotos, abraçaram efusivamente ou demonstram em público algum tipo de cumplicidade com quem mais tarde se revela ter tido um percurso de chantagem de qualquer foro, em relação a quem da sua decisão dependia para chegar ao que se propôs, é igualmente uma pessoa de cariz  dúbio, na medida que se não sabia... soubesse. 

- O facto de haver mulheres que praticam esses mesmos  actos, ainda que em minoria em relação ao elemento masculino  - que, por razões sobejamente conhecidas ainda continua, em termos e assuntos gerais, a mandar nisto tudo - de certa forma como que invalida a acção do mesmo. "Eles fazem, mas também há mulheres que o fazem". Dá assim a impressão que as contas ficam saldadas, uma filha da putice lava a outra e não se fala mais disso. 

- É facil dizer "não". Eu cá já o fiz umas quantas vezes ( sobretudo ao consumo de açúcar e sabem só os deuses o que isso me custou), mas a propostas desagradáveis também ( do género, quer pagar a pronto? quando há a opção de suaves prestações mensais sem juros, ou do IMI, ou do IRS, da água, luz e gás então é todos os meses) assim como de assédio,  eu e praticamente tudo que nasceu com uma vagina, tanto dos burgessos que por aí andam, quanto de um muito em particular que me abespinhou sobremaneira. Contudo, no mundo onde me movimento, um vai prá puta que te pariu costuma ser suficiente. A pessoa vai, ou não, é cagativo, e cada um segue o seu caminho.  
Já quando se fala em paragens onde alguém tem a faca e o queijo em mãos e os destinos de outrém são ditados pela prepotência de quem se rege por predatismos, perfeitas pústulas - homens ou mulheres -  que fizeram, e fazem, desse acto a coisa mais natural do mundo, como se fossem pequenitos reis  que consideram só justo exigir este ou aquele retorno pelo simples facto de terem olhado para A ou B, independentemente do potencial  lógico  a ser avaliado e em virtude de uma cultura estabelecida desde a altura dos primatas, a recusa do hipotético assediado leva à  sua segregação desse mesmo mundo - porque ninguém diz "não" a um pequenito rei sem ter que mudar de profissão ou sonho, que é como quem diz, fica com o curriculum todo fodido, a menos que se apresente à função desejada com uma porção de referências a quem, ou por quem,  o pequenito sinta algumas reticências em contrariar - mas, apesar de toda essa pressão social estabelecida, em vigor, e olhada por muitos como um leve senão, quem está errado é quem agora os denuncia. 

Acertei?  


4 de janeiro de 2018

Att da Srª Dona coiso:

Será tudo como diz - que eu não sou cá de contrariar sentimentos purulentos, muito menos de quem se garante são e em meia dúzia de linhas digitadas num qualquer decorrer de um qualquer encontro anual das letras maradas, aufere à sanidade todo um encanto tão particular, como de resto vem sendo hábito nesse seu velho hábito de queixumes, encerramentos e reaberturas de blogs, bem assim como no de demonstrar a sua real essência por intermédio do que cospe - a não ser o seguinte: 

Em vez de Página que Chora, faça-me lá o excelso favor de mudar para página que chora, que foi como eu escrevi. Sim? 
Obrigada. 

De resto, vejo que continua aí com uma expetoração toda jeitosa. 

Força nisso.:D


31 de dezembro de 2017

Aderindo às demagogias da época

Desejo a todos a concretização dos vossos desejos, saúde, paz e amor. 


Aqui para a bolga, que em 2018 os imbecis continuem imbecis, para as delícias dos que não o são, e a esses, aos totós, como por exemplo a picante, quero muito que lhe surja neste ano que está quase a nascer, a oportunidade de assimilar novas decorações para a sua mesita de Natal - entre outras inovações que lhe almejo qu'eu sei lá, nomeadamente em relação àquele sentido de humor de fazer chorar todas as letras da palavra, bem assim como de levar o conceito à eutanásia - ou o Pipouco Mais Salgado, por outro exemplo, a quem desejo intensamente que  veja esclarecidas todas aquelas suas inquietantes dúvidas de merda. Também lhe desejo que nunca lhe falte a lenha de não sei quê para a porra da lareira, nem os livros, nem o vinho, nem as comentadoras, nem a  sua opípara veia  blogueira (aqui poderá  talvez pensar-se que estou a ser uma beca egoísta, eu sei, mas é que não vejo mal nenhum em que um desejo direccionado ao bem estar de  determinada pessoa, sirva também os interesses do seu emissor - para além do óbvio altruísmo inerente a estas circunstâncias, naturalmente -  como é o caso, pois que estou fartinha de dizer que o mimo é o meu joão pestana), e por fim, que seja finalmente durante o ano que se avizinha que a minha mui pertinente pergunta, lavrada, penso que há 2 anos, tenha por fim uma resposta satisfatória, pelo menos para ele. 
Continuando, às tontinhas do costume, pois que amén, saravá, namastê & etc, à Sapo, essa bela merda (beijinho Pedro!),  pás, façam lá a vontade à pessoa, caralho, havíeis de compreender a exaustão, se não a minha, pelo menos a da(o)s vossos fieis depositária(o)s que, assim como eu, suspeito,  já devem verter aquilo pelos olhos, todos os 3. Né? Foda-se.
Ok que não vos cabe a vós acabar de vez com o filha da puta do Natal de modo a nos pouparem às mil declarações ora do quão mágica é a quadra, ora em quão inebriante uma puta de uma pinha se pode transformar, por ter sido pintadinha a doirado e pendurada na árvore a não sei quantas mãos transbordantes de amor umas pelas outras, ai que aconchego e blablablas, blablablas, blablablas, rabanadas e coscorões à fartazana, mas podem, que eu sei que podem, dar a merda do destaque à página que chora. Portanto, pensem lá nisso. Sejam irmãos. Fofos. Compreensivos. Disponíveis. Arrisquem. Que, de acordo com a outra referência literária de tantos colegas bloggers aqui da praça, arriscar é um risco bom (hã?, olé, mainada).  Sejam, enfim, Natal, na sua verdadeira acepção. Vale? Boa. Cá joquita a mim, vá. 

Para terminar, que isto já vai longo e ainda tenho as pestanas postiças pra colocar, despeço-me deste ano e dos meus queridos amigos destas andanças - sabeis perfeitamente quem sois, deixai-vos lá de tretas - dizendo-vos que acabei de encomendar ao Universo 365 luas para cada um de vós, produzidas e preenchidas à medida das vossas expectativas.  Xim?

Pronto, é tudo.  Agora vou prá rambóia. 

28 de dezembro de 2017

Não queria reaparecer a levantar polémicas ...

Contudo isto é deveras inquietante:


Quem o afirma é o Sr. Nicolás Maduro, Presidente da Venezuela, e fa-lo categoricamente.

Não faço a mais pequena ideia de quantos pernis havia na Venezuela, uma vez que todos arrematados ainda não chegavam pra alimentar o Povo daí terem que importar o nosso, intento que só não chegou a bom porto devido, parece, às putas das contas bancárias que deram em perseguir e boicotar  intenções prosaicas. Acho mal. Acho tao mal, como achei daquela vez em que quis comprar uns imóveis em Nova York, pus-me a consultar as minhas contas bancárias e CABUM! lá estavam as sacanas a fazer do mesmo, nem sequer percebo como aquela merda é permitida por lei, maneiras que, agora que tenho mais este testemunho e ainda por cima de alguém que o seu Povo tem em tão exponencial estima, sou muito capaz de apresentar uma queixa ao Tribunal dos não sei quê Humanos. 

'Tou aqui a pensar...

(Qué lá esta merda).

 (Olhágora).   


Não está tudo doido, não senhores..

Dasssssse...!


6 de novembro de 2017

Olá pipól, cá estou eu - Isa, sempre às ordens e ao vosso dispôr - para polvilhar o mês de Novembro de coisas boas

e trazer-vos notícias do mundo místico - no qual acredito cada vez mais e mais - pois que tenho notado nos outros e sobretudo em mim, uma vontade quase irreprimível de andar ao chapadão de manhã até à noite a tudo o que mexa, derivado, penso, do acumular de frustações decorrentes dos tantos acontecimentos de teores menos felizes que assolam o mundo, mundo onde se inclui, naturalmente, mesmo que nem sempre pareça,  este nosso maravilhoso pedacinho de terra, que deus nosso senhor jesus cristo resolveu plantar de maioritariamente aloilados, vá-se lá saber porque caralho. 
Assim sendo, e de modo a que comecem bem a semana, apresento-vos o ti' Braco.  Para quem não tem paciência para consultar o link, posso esclarecer, em linhas gerais, que é uma pessoa conhecida quase mundialmente por curar os outros, simplesmente com o olhar (mais ou menos como eu, de acordo com o que me dizem os mais chegados, mas no sentido inverso ao do dom do Braco). Ele não toca, não fala nem ouve as barquetas dos outros, ele olha e pronto. Ele "gaze". Que em português quer dizer algo como olhar fixamente, ou, tirem-me deste filme pelo amor de todos os santinhos, conforme o tradutor achar melhor. Há quem vá para o campo a fim de espairecer, olhar pró esvoaçar das folhinhas, e das ervas, e das moscas à volta das vaquinhas, há quem vá pra lá somente pelo silêncio, há quem prefira o doce dizer das ondas do mar, e depois há quem não tenha acesso a nada disso, e é aí que entra o Braco, que aqui se apresenta em vídeo, mas bom mesmo é quando o processo acontece em eventos, onde as pessoas pagam para o ver. E ele a elas.  

Oram vejam e curem-se.  
     




Ps: Nada a ver com o post:  Tenho 3 xizatos extra cá em casa, se alguém precisar é só dizer, que mando por aquela coisa do correio expresso ou lá que merda é.