14 de fevereiro de 2019

Então e o livro do Bruno de Carvalho, seus marotos distraídos, já o encomendaram?

É que diz que já vai na 2ª edição e ainda nem sequer está à venda, hã?! 

Vocês vejam lá se se apressam, que tarda nada o senhor tem uma tendinite à conta dos autógrafos encomendados, e assim correm o risco de o terem  impedido de assinar o vosso. 
Já encomendei cá pra casa, que por aqui somos muito de passar serões a rir bué, todas as 5ªs-feiras (dia do nosso "clube de leitura pra descomprimir uma beca"), sendo que já me adiantei e  e ainda  vou nos excertos libertados para a imprensa. 

(Posso, com toda a sinceridade, asseverar falhar-me o escrutínio no sentido de esclarecer convenientemente os pontos de interrogação gravados no meu intelecto, de forma a encontrar razões válidas e coerentes pra lhe terem aberto todos os dedinhos, um após outro, cravados à barra da saia da presidência, e digo isto mesmo de coração). 

Por outro lado, consternei um pintelhito quando o senhor  declarou ter concluído que a ex se casara com o cargo e não com ele, na medida em que por acaso até se mostrou, ao longo do tempo, serem-lhe situações bastante distintas, fazendo o cidadão muito cuidado em separa-las e isso assim, de onde se me revela uma pena muito grande - sensívelmente  da medida das da cauda de um pavão, vá, mais coisa menos coisa -  tal desapreço.  Que situação tão desagradável, quanta falta de sentimento, ó deuses. Mas prontos, agora o moço está livre, publicou um livro  (não disse só que o publicou, disse e mostra!) - escrito pelo brilhantíssimo Luis Aguilar -  tarda nada aparecerá uma cidadã que o ame como ele merece, e eu cá estou doida pra ver quem é. 

Sou um coração mole, é o que é. 

O que é que está errado no Dia dos Namorados, Isinha ...?

(Para além de tudo, evidentemente)



Ali aqueles plurais absolutamente desnecessários, que sugerem a obrigação de alguém ofertar algo a outro alguém - sabem só os deuses a que duras penas e sufocos de quantas e tamanhas contrariedades, sujeitando-se até um(a) índio(a), tantas vezes, à percepção de um certo desapontamento  mal disfarçado - quando  se pode perfeitamente agarrar em si e dizer: Ai carago, que era disto mesmo que eu estava a precisar!, arpoar a cena e sair porta fora todo(a) contente, abrindo mão da caixinha de chocolates da merda e mais o condicente raminho de flores, ambos envoltos em coraçõezinhos da treta.  






4 de fevereiro de 2019

Dia destes ponho uma barriga de grávida falsa, e viajo num transporte público sem pagar

Depois, quando me expulsarem do dito, logo vejo a que "minoria" me colo, se à minoria "'tou só a experimentar"  se à " isto da gravidez tem muito que se lhe diga e serve pra muita coisa, deslargam-me é masé!", ou se à "quê?! .. Agora pra me recusar a pagar e poder continuar viagem, tenho que pertencer a uma "minoria" ...?? ". 







Sugiro que numa próxima ocasião similar a esta - em estado e em côr -   contratem alguém que mande umas pétalas de rosa ao chão, delineando o percurso até à  saída,  à eventual "vítima", e que se disponibilizem mais uns caixotes de lixo, a fim de que os revoltados se manifestem da única forma que sabem.  

1 de fevereiro de 2019

Diz a página que é um candidato ao Festival da Canção ...




Eu cá insisto na minha teoria: As grandes potências andam a fazer experiências químicas na nossa atmosfera, os grandessíssimos FDP.



Credo, que não consigo tirar isto da cabeça...

Ainda sobre "A rede" e após a visualização do desfecho da coisa, pus-me cá a pensar nas mil formas em como todos os crédulos envolvidos foram lesados, mas claro, com acentuada apreciação enquanto ao que entendi - penso que eu e todos - ser o lesado nº1, minha riqueza. 

Então anda-me o moço uma data de tempo em cuidados amorosos, provavelmente declarações entusiamadas de amor, e depois foi o que  se viu, né? Descobre-se tudo, o rapaz lá se desloca até à morada da moça cuja imagem tinha na mente e no coração, conversam, juntos fazem uma queixa às autoridades após descobrirem a verdadeira identidade da criminosa, e encaram-na em Tribunal. A dita não deu, obviamente,  a cara à TV, mas ... e se for um coirão ( se, ou mesmo que não, comparada com a plagiada), isto não o  atormentará ainda mais...??

"Quê?! ... QUÊ??!! ... Mas... Opás... MAS ... QUÊ ?!?! ... Foi com isto que andei a trocar juras de amor, carago??"





(E não me venham cá com merdas, que isto é importante e bastante susceptível de, por si, intensificar ainda mais o trauma, ok? Para mim, sei que seria).



31 de janeiro de 2019

Vi ontem à noite os 2 episódios de "A Rede", da SIC

Sendo que o 3º e último, hoje, vai ser merecedor da minha atenção, estou mesmo a contar as horas, mortinha por saber o que acontecerá à sociopata autora de todo aquele enredo. 

Uma pessoa ainda se encontra em negação por vias daqueles contornos todos,  por isso, e porque diz que é bom escrevermos sobre o que nos aflige, custa a crer e etc, aqui lavro a sinopse daquela embrulhada: 
 
-Um moço que  namora uma doida durante uma porra de um ano inteirinho, sem nunca lhe ter posto as vistas em cima.

- Uma mãe, uma irmã e mais uns amigos imaginários, inventados pela doida. 

 - Uma grande amiga, do pacote imaginário da doida,   que num repente desaparece da equação, porque quina e, de acordo com o folheto, não queria que a sua amiga doente - a doida - soubesse da sua própria maleita.

- Alguém (imaginário) contou o acima referido a outro alguém (real),  quando perguntada pelo paradeiro da imaginária. 

- A doida morre de cancro. 

- Ninguém vai ao seu funeral, porque a doida "doou o corpo à ciência". 

- O moço está de luto.  Todos os meses, no dia do suposto  falecimento da doida (que era sua namorada), vai ao mar jogar flores, e manda uma foto do acto à mãe (imaginária), da doida, que é, realmente, a própria doida. 

 - Como o moço, também estão outras pessoas (reais), que acompanharam a situação da "doença" da louca, e o seu triste desfecho. 

- A doente, no papel de "mãe"e  "irmã", não larga a braguilha ao pobre do moço, após o seu falecimento, mantendo assim o indivíduo emocionalmente sob controle, que é o que os sociopatas fazem, demonstrando inclusive algum desagrado e pesar, por, aparentemente, o rapaz se querer afastar da situação.  

- O indivíduo começando por fim a estranhar determinados procedimentos, quer encontrar-se com a mãe e/ou irmã (imaginárias). 

- Não podem. (Óbvio). 

- Procedem então o rapaz e a sua mãe, a atitudes drásticas: excluem dos seus Facebooks todos os que pareciam mais próximos à maluca (que seriam, todos, a própria maluca),  indagando de seguida os outros sobre coisas que não entendi. 

- Os outros ficam muito surpreendidos por saber que o moço, de facto, nunca tinha conhecido pessoalmente a tresloucada. 

- O moço é giro, parece assertivo e isso assim (talvez uma beca ingénuo, vá. Não quero estar a avaliar estas cenas que aquilo era muita gente a acreditar na maníaca, embora, confesso, ainda esteja aqui bastante renitente em aceitar uma relação de 1 ano sem nunca se terem conhecido pessoalmente, mas hey, mas hey, mas hey... Já soube de casos que, comparativamente, até me parecem um molho piores, desculpa moço por te ter achado um  burro  do caralho ontem à noite). 

- Finalmente - é impressionante com o nosso cérebro trabalha contra nós, e uma qualquer emoção cala aquele alarmezito que soou desde há colhões - o cidadão deita mãos à obra a que podia ter deitado praticamente há 2 anos atrás, e descobre a verdade: A doida existe e está viva, fabricou aquelas personnas todas, além da que o moço achou ter conhecido e por quem se apaixonou, porque, lá está, só pode ser uma sociopata da merda. 

- "Sociopata": Pessoal da pesada que faz disto . Sabemos que existem, não sabemos é quantos conhecemos. Até os conhecermos. 

- Tudo começou por um pedido de amizade no Facebook.  



PS: Escrevi a puta da sinopse e não me sinto em melhoras nenhumas no processo em apreço. 
   

29 de janeiro de 2019

Ponto de situação do cenário político Português:

Um acessor do BE refere-se às forças de segurança como a "bosta da bófia", um líder da distrital do PSD de Santarém manda-o, numa publicação no seu Facebook, à "bardamerda", e o nosso 1º Ministro, em plena Assembleia, responde a uma pegunta de Assunção Cristas, questionando-a sobre se  a razão da mesma se colocaria, porventura, devido à  côr da sua pele.  

Pronto é tudo. 'Bora lá trabalhar pra continuarmos a sustentar a grupeta que se empenha, dia após dia, na penosa tarefa de fazer mexer a maquineta gestora deste nosso querido Portugal.