28 de novembro de 2019

Actualizando este cantinho, tenho a dizer que

Eu cá também adorava poder cirlular pela minha casa escoltada pela GNR, qual Joacine mai linda, de modo a poder evitar perguntas de treta por parte dos meus - como nomeadamente "falta muito pró jantar?", "mãezinha! Já acabaram as bananas??", ou "viste a minha camisola ?" - bem como pressões psicológicas tais como as exercidas pela minha cadela, quando entende serem mais que horas de eu a alimentar, e me persegue casa fora, olhando-me fixamente, com arrepiantes laivos psicopatas nas vistas.  

Bem lhes grito que exijo respeito por minha mimosa pessoa, pelo meu espaço e pelo meu tempo, mas aqui nesta pradaria é tudo muito  paparazzi enquanto às satisfações dos seus desejos e/ou dúvidas, o que me fez suspirar de emoção, quando vi a querida diva acima mencionada, circulando por aqueles corredores, de escolta, e mais o seu tiracolo assessor, situação que me proporcionou um breve  tête-à-tête entre mim e os meus botões:- Ahhhhh ... Como eu gostava de ter dinheiro pra poder pagar daquilo ... Ou pra me fazer escoltar perante o assédio do Estado, quando me exige o pagamento do IMI até ao final deste mês ... Ahhhh ..., confessei-me.

Na constatação de tais impossibilidades, assumi o vergonhoso sentimento de inveja, prometendo-me nunca mais o deixar invadir-me a alma (mesmo porque se não estou financeiramente equipada a pagar escoltas pra umas coisas, decerto que não o estarei para outras, né), sendo que após intensa cogitação sobre o assunto, resolvi-me por este ano acreditar na treta do Natal e no badocho de barbas e vestes vermelhas. Assim, naqueles conformes, decidi-me por escrever-lhe, pedindo-lhe encarecidamente que interceda por mim quando for lá resolver coisas com o Jesus, no sentido de numa próxima vida  - em achando as altas instâncias ser uma decisão fantástica remandarem-me  pra este esterco - considerem faze-lo em modo rainha de inglaterra, ou em alguém  concernente  a parlamentos, alguém enfim,  a quem que quando lhe (me)  der uma furiazita apalermada,  possa clamar "quero uma escolta! Já! Imediatamente! Ó 'parigo, vai lá tratar disso! É pra ontem!".

....

Vou em " Querido Pai Natal, perdoa-me ter-me cagado pra ti todos estes anos. Arrependo-me profundamente. Disso, e de nunca ninguém te ter pedido a mudança urgente de Ministro da Saúde, ou ter evidenciado pentelho que seja do mesmo sentir sobre a sua nomeação, que eu cá sou uma pessoa extremamente propensa a vergonhas alheias, embora esta nem seja tão alheia  assim ..."



Ps: A ver se não me esqueço de terminar a missiva com beijinhos tantos!, por exemplo, ou outra conice idêntica, ao invés do meu puta que o pariu! tão e há tantos anos praticado, especialmente por estas alturas.  

Melhor é por esta nota na agenda, não vá o diabo tece-las.



28 de outubro de 2019

Este blog agradece,


A todos os nomeados da plataforma Sapo e Blogger, em todas as categorias,  os meus parabéns, e um Saravá muito especial aos propulsores desta iniciaciva - Magda e David - que, incansáveis,  continuam a apostar em projectos saudáveis. 


25 de outubro de 2019

O novo Parlamento

Pronto. 
Lá entregámos os nossos meninos à  escolinha.  Lá estavam eles em grandes confraternizações - alguns, os mais antigos, os que já conhecem os cantos à Casa - uns com os outros, lá se verificaram  caras contrariadas, cá se  espera que com o tempo, os humores da nossa Assunção Cristas, por exemplo, se adaptem às novas realidades,  que o André Ventura chegue a horas, ou que o Rui Rio acalme o estranho entusiasmo com que falou à imprensa, lá se discutiu quem fica onde, e lá foram eles eles, após aqueles extenuantes minutos que duraram a declaração de abertura, em direcção ao que suponho seja os seus registos, a fim de, posteriormente, continuarem a dar cabo desta cena toda. 

Foi mesmo há um bocadinho e a minha percentagem de contribuição para o sustento de todos eles, já está em prantos.  


21 de outubro de 2019

Dilectas putas & estimados paneleiros, a quem volta e meia lhes dá para marcar suas presenças nas estatísticas desta mimosa página,

com  visitas provenientes lá dos pardieiros  onde vos sentis como em casa - nomeadamente sites de ofertas de sexo e mais as suas entas formas de como entendeis ser de práticas supimpas, primando, naturalmente, pela originalidade, tanto no quão evoluistes desde a idade da pedra em que a coisa se consumava tão somente com, literalmente, uma mocada e já está, quanto no tema, criteriosa e recorrentemente escolhido, talvez por ser o único - quiçá por vias da dificuldade implícita - que dominais,  ou pelo menos assim vos apraz crer, e explorais como se não houvesse um amanhã ( o que de facto  se entende, dada a  evidência de tudo apontar nesse sentido, já que vos quedais, sistematicamente, nesse ontem deveras  puído e esgaçado). Mas prontos.       
 
Sempre educadíssima, aqui estou eu,  agradecendo-vos a atenção e retribuíndo-a. 

Resulta-me numa delícia  saber que este Mundo não se resume somente a desacatos como os de Hong Kong, ou  os de Espanha, ou no Chile, a guerras como na Síria, a massacres  dos Curdos, ao Garcia da Orta que encerra urgências aos fds por falta de profissionais,  às peripécias do tio Trump, à ONU que está a ficar sem fundos pra salários, aos partidos novos no nosso panorama político, todos tão lindos, aos que se vão afundando, e não menos bonitos, às intempéries que, volta e meia, fustigam território nacional, permitindo ao nosso Presidente eleito aquela oportunidade inestimável de até lá se deslocar, pra dizer "Có horror de situação! E de estragos ... Cá abraço, cidadão, cá abraço apertadinho... E beijoca, vá...", ou algo semelhante,  oportunidades essas intercaladas com outras, tais como recepções às influencers deste País - mais ou menos como ele não faz às corporações de Bombeiros, por exemplo, que influenciam imenso na conservação possível do território nacinal, por vezes até com a vida -  a outros  verdadeiros escândalos que, dia sim,dia sim, brotam através da comunicação social,  dando cabo dos nervos, da esperança, e da fé a qualquer índio com os mínimos de equilíbrio emocional em dia, fatia onde, por consequência e inequívoca obviedade, vós não vos incluís ( maneiras que esta parte era escusada, mas hey, lá está, eu e o meu optimismo de merda, né) ,  é sempre bom, dizia eu e em suma, saber que o Mundo não é constantemente  a mesma bosta, pois que existem vocês, os despiciendos, fiozitos condutores de toda uma nova acepção do termo. 

Pessoalmente, vejo-vos como facilitadores das tarefas hercúleas tanto da Mãe Natureza, quanto da sociedade onde vos inseris, já que nem uma nem outra terá que se debruçar em grandes cogitações, aquando da sua selecção natural, no primeiro caso, ou na selecção dos que têm algo para oferecer , de útil (<- esta parte é muito importante),  a seja lá quem for, no segundo. 

Não vos inquietais, contudo,  com as minhas palavras, queridos bombons. Não é de todo minha intenção depreciar-vos, pese embora meu jeito cru de dizer.  É que não sei faze-lo  em tons malva, exceptuando quando me dirijo a quem me importa, ou a quem reconheço algum valor. Provando boa vontade, não obstante,  sugiro que pensais - com o devido afinco, evidentemente -  sobre, e.g., o bolor, usualmente conhecido pela sua má influência na saúde de um mortal, até aparecer o Fleming e descobrir a penicilina. Depois, há  também os bolores que não sei quê,  ralçam  o sabor  de certos queijos, ou lá o que é, e assim. 
Bom, dada a minha escassez de conhecimento sobre o assunto, aparelhada à minha conhecida falta de paciência pra merdas, será talvez bom de referir, servir este apontamento tão só para não vos deixar (muito) desanimados, se porventura, num curioso dia, vos  sentirdes coagidos por alguma estranha força introspectiva, de modo que remato o exemplo acima, aconselhando  devida espera pelo próximo génio capaz de vos tornar proveitosos, a alguém, tendo sempre em mente estar-se a um suspiro de se tornar Marte habitável por nós. (Dizem).  

Como o meu tempo é valiosíssimo - diz-me a idade e os mil afazeres que tenho entre mãos, onde se inclui a renovação de um caralho de um imóvel, sobre a qual não se prevê um término- talvez não vos valide a existência em tempos futuros, ainda que antecipando mais uma enxurrada de visitas - a previsibilidade é-vos parente próximo, tanto quanto a patologia que vos domina -  porém, aqui fica o meu contributo ao SNS, o meu axé a seja o que for que vos move,  expectante de não me levarem a mal por servir este escrito, também e sobretudo, para actualizar meu querido blogue, que já tantas gargalhadas me proveu, e andava por aqui, todo abandonado. 

É tudo. 

Cá joca à Isa.   



26 de setembro de 2019

Olá Setembro III - A menina Greta e os seus correligionários, que quiseram brincar aos Verdes e tão bem que se saíram

Devido  à forma despreparada como os seus alegados patrocinadores a mandaram aos leões - sobre um assunto já mais falado que os torneados traseiros de todas Kardashian, diferindo o sururu somente na importância entre os ditos assuntos  - acontece estarmos perante a mais uma banalização e descrédito de algo de tão extremosa importância quanto a saúde do nosso Planeta, em prol do que não interessa,  sendo contudo este último  pequenino factor, justamente o que deveria, digo eu, ter conduzido a árdua ponderação por parte de quem , alegadamente, promove a miúda, uma vez que, caríssimos lóbis, "o que não interessa", espelha-se na grande maioria populacional deste Planeta, sendo que para a constatação de tal facto, bastaria terem, atempadamente, direccionado vossas doutas atenções, por exemplo,  aos os índices de audiências que cada novela tem, em cada País, e quem diz novelas diz qualquer outro programa televisivo expressamente dirigido às massas, o que lhes (nos) faculta, naturalmente, éne opiniões sem registo de importância rigorosamente nenhuma, a não ser o da simples necessidade de opinar. Trata-se de algo tão  empírico quanto o acto de defecar ou urinar, entre outros: Uma 'ssoa precisa. Pronto. 

Quero eu dizer, em suma, que futuramente, atentai a que não fique "não interessa" nenhum por explorar. Essa porra é tão importante para nós no nosso dia-a-dia, quanto para vós vos foi  o veleiro do Pierre Casiraghi na empreitada em questão. Leve-se em consideração, também e já agora, discursos futuros; Nada de empolamentos, lágrimas e/ou acusações. O pessoal quer factos. Dispensa desconfortos pessoais, especialmente se consciente da sua deficiente consciência. Quer quandos, comos, ondes & porquês.  Elucidações com o devido background cientifico, e esta parte tem que ser mesmo à séria,  pois que há que levar em conta as muitas desvalorizações partidas da mesma comunidade sobre o mesmo tema, ainda que não seja preciso ser-se cientista, de modo a verificar-se as cada vez mais evidentes alterações climáticas. Mas hey... O que sabe o sr. agricultor de clima.. ? Na-da!.
Considerem poupar o comum cidadão a choraminguices tais como "roubaram-me os sonhos e a infância" (ou lá que merda foi), sff, na medida em que esse será um lamento exclusivamente compatível com quem vive uma guerra ou agruras afins - com particular relevo para os que ainda o podem gritar, pois que o gritarão também pelos que não o podem - cenários onde, depreende-se, vossas senhorias nunca terão depositado vossos  cus, a Greta também não, inferindo-se, por conseguinte, que encarais pelo menos 2 assuntos de opípara seriedade,  de forma bastante displicente, anexando um melodrama de todo desnecessário, a uma situação já dramática q.b, a qual deveria ser o cerne da questão. O "eu" não é para ali chamado. Trata-se de algo até acima de "nós". 
Despeçam quem lhe escreve os discursos, portanto, e posto isto, tomai a  devida nota do que podeis retirar após as controvérsias: Uma menina de 16 anos lá porque fez umas greves à escola pra ir protestar em frente ao Parlamento Sueco, não serve, a menos que esteja efectivamente alicerçada por quem saiba do que fala. Dizer "perguntem aos cientistas", torna-a em mais uma terráquea que simplesmente constata o óbvio. Toda a gente sabe que o óbvio é um bocado turvo, aos olhos de quem põe e dipõe desta cena toda, mesmo porque contam com a fatia da comunidade científica que têm no bolso. 

A menina ser portadora de Asparger, parece que também não apela à empatia desejada.   

O tio Guterres ter sobrevoado as ilhas Ábaco, após o furacão Dorian, e o seu discurso  horrorizado ... nope. Não serve. A  mãozinha que deu à Greta, piorou a situação, já que se quisermos falar em horrores, detenhamo-nos por uma beca nos mais imediatos, foquemo-nos quantidade de tempo, nomeadamente,  que uma puta de uma ajuda humanitária leva a chegar ao seu destino, e nem sequer falemos na mais completa desorganização enquanto à sua distribuição. A ONU, à parte discursos lindos, parece servir pra mais nada, mormente se pensarmos em intervenções imediatas. 
Eu cá não contava com eles, mas, claro, isto sou só eu a dizer. 

Maneiras que é isto. A solução parece passar por esperarmos que nós adultos morramos, enquanto a geração com hoje 5 anos de idade cresça, eduque a seguinte, que - se ainda houver Planeta - educará a que vier de seguida, esperando que lhes sobre algo de recuperável. 



Por fim, falando por mim e em relação a quem auferiu do tremendo poder de orquestrar  a acção em apreço, termino desejando-lhes, ardentemente, que se fodam, e mais às suas brincadeirinhas  de bastidores, que não chegam a lugar nenhum.  

Em verde. 

Fodam-se em verde. 




11 de setembro de 2019

Olá Setembro II - Ohhhhhh, tão lindo...



Seria algo do género "Perdoai-os Senhor, porque eles não sabe o que fazem", né?

Pois...
Amo toneladas...

E porque não construirmos condomínios para os excelentíssimos senhores e senhoras vulneráveis,  onde eles pudessem deambular à vontadinha, apreciar o por do Sol, o nascer do mesmo, ouvir os passarinhos,  beneficiarem de uma snifadela do mar, das suas reconfortantes ondulações,  terem acesso a sessões de reiki e essas coisas assim, os deixassem plantar as suas florzinhas, e todas as coisas  a que um "protegido nos termos da  Lei" tem direito?

A gente paga, pás! É só aumentarem os impostos aos outros "protegidos nos termos da Lei", que sem cometerem crime nenhum, aparentemente, existem somente pra isso mesmo, né? 

[Adoro a perspectiva, estou mesmo a sério. Perdoem-me a fanqueza, contudo,  pusessem-me frente a frente com um  violador, ou um assassino filho de uma puta que me tivesse roubado ou tocado num dos meus, e a sessão semanal seguinte de reconciliação, seria entre mim, prisioneira,  e os familiares dele. Bem sei que estou a óbvios anos-luz do vosso Nirvana, mas hey, quando distribuíram a paciência pra merdas ainda me estava a fornecer de lindeza. Sorry. Sabia lá eu que a escassez de tal predicado me haveria de ser de tão extrema importância, e o outro não me serviria pra porra nenhuma ... Olhem, agora até me aborreci!]. 




6 de setembro de 2019

Olá Setembro! - I





(Em caso de resposta satisfatória à querida usuária, fica já aqui prometido que a tia Isa oferece as trelinhas para os devidos passeios à rua, e saquinhos prós cocós).