20 de junho de 2018

Não posso ver jogos de futebol

Muito menos aqueles em que a nossa selecção participa, sendo que  mesmo em qualquer outro em que a se me assome o inevitável favoritsmo, acontece o mesmo: Perde. Seguramente. A comprova-lo, o acontecido no passado jogo Portugal Mai Lindo / Espanha Belhéque, em que estavamos a ganhar, eu sabia porque ouvia os meus vizinhos, vou lá ver, toda entusiasmada, e cabum! golo de Espanha. Fumei 3 cigarros, furiosa, antes de me lembrar da minha malapata com estas cenas e mudar de canal. Acabadinha de entrar na Fox Crime, cabum! de novo, marcámos nós. Olé. 
Maneiras que, aqui toda roída por não poder acompanhar Portugal/Marrocos, resolvi perder tempo com (mais) ninharias, e fui ver das visualizações a este blog. Assim, é com todo o gosto e alegria que informo faltarem-me somente  cerca de 3.750.000 delas, pra que atinja o glorioso número dos 4.000.000, eu anunciá-lo - quiçá no meu 100º aniversário, porque festa é festa - e desta forma dar azo a muita converseta-cocó sobre como não tenho nada que o fazer, que vangloriar-me das minhas vitórias é feio,  nananana, mimimimi, nónónónó e o escambal, ou seja, provir o alheio de material q.b. para uns quantos posts. De merda.  


(Daqui a beca sou capaz de me lembrar d'outra dádiva ao Mundo. Cabrões dos nervos, porra pró jogo que nunca mais acaba e ainda a Copa vai no princípio). 




«“Estas crianças atores a chorar em todas as outras televisões 24 horas por dia neste momento… não caia nisso, senhor presidente”. “Fico muito nervosa por o presidente receber as notícias pela televisão”, acrescentou.»

Ann Coulter na Fox Newsreferindo-se aos miúdos separados dos pais imigrantes, e engaiolados, mesmo depois de a medida ter sido assumida por Trump como uma "ferramenta de negociação".

Os putos são, portanto, "atores". E o Trump, aquela paz d'alma, sabe destas coisas através das televisões...

Ou não:  

(...)Washington – A secretária de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Kirstjen Nielsen, disse nesta segunda-feira que o governo não pedirá “desculpas” ao afirmar que “as ações ilegais têm consequências”, diante da polêmica suscitada pela separação de crianças de suas famílias quando estas são detidas entrando ilegalmente no país. “Não pediremos desculpas” pela separação de crianças na fronteira, afirmou Nielsen em discurso na Associação Nacional de Xerifes em Nova Orleans (Louisiana). As autoridades confirmaram na semana passada que separaram de suas famílias cerca de 2 mil crianças imigrantes na fronteira com o México em um período de seis semanas dentro da política de “tolerância zero” e de combate à imigração ilegal promovida pelo presidente americano Donald Trump. (...)


Lindo, né? 

Acho que se chama "tolerância zero".  

(Prós outros. Cá agora sequer imaginar uma coisa daquelas, assim tão contundente, prá administração Trump. Ora essa). 







18 de junho de 2018

Penso ter descoberto o fulcro da discórdia que lavra no vosso amado Sporting, meus queridos amigos

e creiam-me que bem procurei, procurei, procurei, tendo-me inclusivamente prestado ao devido visionamento das   mil entrevistas e conferência de imprensa dadas por Bruno de Carvalho, ao tormento que é visitar aquela página no Facebook, bem como às opiniões sempre exaltadas dos comentadores das televisões, apoiantes de ambas as partes, de modo que penso ser assim que uma pessoa pode justificar tanta estupidez. Cá vai: 

- Os Estatutos estão, evidentemente,  em Grego Antigo,

- Bruno de Carvalho e comitiva, falam, claramente, Nordico Antiguo ( pode-se mesmo ouvir o  alegre chilreio da passarada que lhes vai na cabeça, maneiras que não há nada que enganar), 

- As mesas da discórdia, andam ali perdidas, tadinhas, comunicando entre si e com mais ninguém, num claro Egípcio Médio, petrificadas perante o facto de terem, naquele repente, sido chamadas à resolução de tão intricada questiúncula, e ainda por cima em choque por, de tanto de um lado como do outro, as acusarem constantemente de "ilegais" ou "ilegítimas", o que está muito mal,  

- Já Marta Soares e seguidores, dominam o Etrusco como só eles - garantindo a oposição que aquele "só eles" é literal-, 

sendo que  agora chega o  Sinisa Mihajlovic, Croata, pra treinar a rapaziada,  deitando por terra qualquer esperança de algum entendimento entre as partes, uma vez que declarou em inglês, não saber falar nem inglês. 

:(

Para nosso consolo, contudo, fica o idioma largamente usado pelos sócios do Sporting, simpatizantes, e mais o consórcio dos Tugas-Sempre-Disponíveis-Pra-Dizer-Merda, que dizem, exactamente, Merda, num Português curiosamente perfeito, claramente perceptível e muito dignificante, de onde facilmente se depreende que aquilo do dia 23 vai ser um delírio, uma excitação um forrobodó, alvitro até poder ser aquela uma excelente oportunidade para os nossos corpos de Bombeiros  experimentarem as  mangueiras novas que não lhes deram, a serem usadas durante o Verão, que se vaticina  quente pra caraças. 


Nota: Dei com este vídeo no FB quando andava por lá as aranhas a tentar compreender o incompreensível, achei amoroso, espero que gostem. Agora tenho que sair, que vou às Finanças, eu e o meu habitual Protoindoeuropeo, lavadinho e imaculadamente passado a ferro, que uso, aparentemente, sempre que lá vou. 






8 de junho de 2018

Morreu o único marciano que se ria do que a picante diz, o mesmo que mandava pequeninos detritos de contentamento às suas comentadoras,

o que as incentivava imenso, devido à percepção de que  alguém no universo se identificava com elas. 
Morreu anteontem, sufocado pela constatação de sabe-las substituídas por quem até então lhe seria desconhecido, e muito, mas muito melhor que elas na difícil Arte do Humor. Morreu de desgosto, portanto. Paz à sua alma e isso assim. 

Abaixo, uma pequena amostra do potencial do humano - comentário pescado a meio dos entos efectuados à notícia do Sr. ministro Italiano -  humano  que é, definitivamente, um free spirit, tanto na sua filosofia de vida, quanto na forma como a exprime.  





Que os deuses te abençoem, meu fio, e que nunca te falte a internet. 

6 de junho de 2018

E um dia a História assim rezará:

" Há muitos e muitos anos atrás, em Itália, foi nomeado para o cargo de ministro da Família e da Deficiência, o Sr. Lorenzo Fontana, que, tomando posse da última denominação da pasta, disse « as famílias gays não existem». Muitos se indignaram, não levando em  conta a extensão do seu empenho enquanto às funções por ele acabadas de assumir, o que gerou acesa polémica nas redes sociais da época. Foi um período muito difícil para Lorenzo Fontana, que afirmou ter muitos amigos gays e a quem uns hackers assaltaram a sua conta no Twitter, onde colocaram anúncios a produtos para a disfunção sexual. Não se sabe se Lorenzo Fontana chorou ou se exclamou «Mas eu sou a princesa de minha mãe!», embora se julgue ter sido caso para isso, mas é que,  de acordo com crónicas da altura,  também não se sabia até que ponto as Capazes e a Isabel Moreira poderiam ter algum poder opinativo em Itália, pelo que se julga que se o fez, o terá feito em mesmo muito privado, suspeitando-se que talvez no aconchegante círculo das suas amizades homossexuais. 
Sabe-se que a sua mãe não era fumadora, o que descansou bastante o BE em Portugal, o qual, então, protestara vigorosamente por porem, numa campanha antitabágica, uma mulher muito doente aconselhando a sua filha a que não fumasse, considerando o BE ser aquele um quadro demasiado  sexista, o que provocou muitos desmaios às pessoas envolvidas na campanha, e a outras, de onde muitos cidadãos concluiram serem Itália e Portugal muitíssimo mais próximos do que se imaginara até então. 
Uns exultaram de alegria, outros, quiseram emigrar para a recém descoberta estrela TRAPPIST – 1 ,  sobre a qual a NASA investigava  eventuais condições de habitabilidade, enquanto  o  PCP disse «Nós somos a oposição, portanto, nós opomo-nos!»". 



23 de maio de 2018

Luto bastante contra isto, mas por vezes fico mesmo a um pentelhinho de beijocar as pessoas feita uma maluca (pronto, confessei! Ufa c'alívio..)

Tenho um amigo, que após a última conferência de imprensa do Bruno de Carvalho onde foram por ele mencionadas as inquestionaveis figuras de Álvaro Sobrinho e José Maria Ricciardi, teve uma cena paranormal - um click de sagacidade, vá, uma visão, digamos - e num repente clarividenciou coisas, ficando muito revoltado pela eventualidade de andarem  pelo menos 30 milhões de pequeninos euros, vestidos de verde a correr atrás de uma bola,  todos eles filhos do suado labor de alguém, por algo mais que simplesmente  que por um avassalador amor ao desporto. 
Tentei anima-lo perante o que se lhe clarificou como uma hipotética realidade assaz inusitada naqueles e em outros meios - fiquei inclusive com a impressão que ele já tinha ouvido aqueles nomes noutros contextos, mas não quis perguntar-lhe que há coisas que prefiro não saber, para além de que também não ando aqui pra provocar aneurismas a um cidadão já fragilizado,  né - dizendo-lhe que havia era de começar a deitar cartas de forma a dar conveniente uso àquela mediunidade em bruto, mesmo porque há uma porção importante de povo muito carenciada de conclusões idênticas, assim, brilhantes, e que até teria todo o gosto em ofertar-lhe , para o efeito, o seu 1º  turbante em magenta-totó. Vacilou, duvidoso do seu dom, maneiras que eu, amiga do meu amigo, poço de incentivo que sou mesmo para os meus amigos Sportinguistas, tadinhos,  pressentindo-lhe uma certa insegurança e de forma a asseverar-lhe a minha convicção no seu talento,  TAU!, aumentei  a oferta: cortinas prá barraca, por minha conta também.  

Porque afinal de contas a Amizade é isto mesmo: estarmos presentes também, e sobretudo, najoras mais aflitivas das ´ssoas que nos são mui queridas. 


(Estes meus ataques de ternura hão-de levar-me à falência, bem sei, mas Deus Nosso Senhor é Pai, omnipresente e  essas coisas,  pelo que sei me compensará, ainda que numa vida futura. Não me importo. Porque costumo sonhar amiúde que viverei um dia num sítio cheio de verde, com muitos bichinhos amorosos, nuvens branquinho casca d'ovo, flores de todas as cores e 3 ou 4 pessoas com os mínimos de consideração para com os solavancos a que submeterão as minhas queridas órbitas). 



    

22 de maio de 2018

"Na eutanásia sabe-se como começa, não se sabe como acaba"

( Assunção Cristas, aqui).


Comé, conto-lhe eu, ou um de vocês...?

... Ou deixamoza-la em eterna incerteza, porque lhe fica tão séqssi aquela ruguinha de tortuosa curiosidade...?