26 de setembro de 2017

Tenho uma proposta

Saí agora do FB ,  o assunto  hoje é este




E o expectável discurso aviltado de quem não gosta das meninas em questão e o seu uso de verve menos aceitável.

Ora, como sei por experiência serem exactamente aqueles os termos usados pelos descarrilados da espécie que assediam sexualmente, 'bora fazer uma petição a fim de que pelo menos os ditos moderem a linguagem, de forma a que as meninas não tenham que a reproduzir à letra e assim não amofinar o pessoal das conchinhas, poupando-os ao transtorno de se quedarem  com uma ideia bastante real do que é o Mundo? 

Ora pensem lá nisso. 




8 comentários:

  1. Já sabes que dizer palavras desbonitas é desbonito, qual é a cena?

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    1. Então, mas é justamente esse o alicerce da minha proposta, acho que os predadores deviam falar em mais bonito. Pronto. Acho mesmo. Também penso ser muito importante focarmo-nos nas nossas simpatias ou antipatias em relação a quem traz assuntos destes à baila, ao invés de no assunto em si.

      Li muito lá pelo FB pessoal a perguntar-se sobre em que autocarros aquelas meninas andariam. Olha, muito provavelmente nos da carris e em zonas consideradas nobres da cidade de Lisboa, os mesmos onde andei por muito tempo e levei com muito daquilo. Foi no século passado, havia de se esperar que a coisa estivesse ultrapassada, mas as minhas filhas dizem que não. E quem diz autocarro diz metro, ou qualquer outro transporte público de qualquer cidade do Mundo. Aquilo existe, e mesmo assim, com aquelas expressões. Pois. Eu já tinha 18/20 anos, agora imagina o que é uma criança de 11 - o target preferido de muito filho da puta - a ouvir cenas daquelas.

      Mas não, não, não. Concentremo-nos no que as outras reproduziram à letra. Ai que falta de educação!

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    2. Deixa-me acrescentar que também me aconteceram gentilezas, naquele contexto e por parte de ambos os géneros. Por muitas vezes alguém mais observador e mais adulto, se interpôs entre o grunho e a minha pessoa, tentando assim preservar-me aos intentos do boçal em causa. Foi sim senhora. Suponho que as expectativas de quem tem miúdos a andarem de transportes públicos passem por isso mesmo, pelos outros que interferem seja lá de que forma for. Quando se apercebem, naturalmente.

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  2. Não basta alvitrar uma petição.
    Há que sugerir as palavras certas, foda-se.
    Já se sabe que o prevaricador vem de bairros menos nobres, digamos, e de léxico limitado.
    Há que ajudar!

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    1. "A menina por gentileza poderia fazer-me o enormíssimo favor de me aliviar do excruciante peso da gruta que os meus antepassados me deixaram em herança, e que faço tanta questão de não largar e/ou afastar por motivos de que é suposto, óbvio e expectável, um predador, predar, enfim, sucumbir diariamente, aos seus instintos mais básicos, e até com bastante orgulho, pois que há que homenagear o homo erectus, nosso ancestral paizinho? Se for de sua vontade, peço-lhe também o obséquio do cuidado, qué pra não me magoar o telencélafo, sff, que ainda ontem o magoei com o fecho da braguilha"

      Vês? É comprido e chato. Aborrecido e susceptível de se fazer perder a presa. Não estou mesmo a ver como é que se vai substituir a expressão em vertente, tão incomodativa, por algo que não fira as susceptibilidades das pessoas ora enojadas.

      (Dessas. Porque as de quem ouve daquilo ao vivo e a cores, é cagativo).

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    2. Não precisamos exagerar.
      Uma coisa mais maneirinha, tás a ver?

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  3. Este blogue passa a vida com o pénis na boca. Pensava eu, erradamente, que isto era tudo gente fina (tias) de Cascais e Sintra.

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    1. Tst... Que mau, que péssimo, que desagradável, deselegante, córror.

      Ps: E do Estoril.

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