18 de julho de 2016

Em jeito de solidariedade

Registo hoje a minha empatia para com a equipa técnica da plataforma Sapo, a quem deixo um forte abraço e a minha velinha de oração.
Para e por vocês, direi, doravante, várias vezes ao dia, a oração da serenidade, concedei-nos, Senhor, a Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar,Coragem para modificar aquelas que podemos,e Sabedoria para distinguir umas das outras,  



na expectativa genuína e sentida, de que um dia, não muito longínquo, a paz esteja convosco.


(Creiam-me quando digo que aqui no Blogger, sentimos por vós. Ok?)

'Jinho da Isa. 




15 comentários:

  1. Não percebi (e porra, também tenho dois cursos) mas estou solidária, sou pela paz.

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    1. Amén, meu bem.

      Há um rosário muito penoso de acusações muito dramáticas ao pessoal da Sapo, por parte da senhora Onegativo. São-lhes imputadas faltas gravíssimas, como sonegação de estatísticas, por exemplo, e de abrigarem todo um conjunto de bloggers conspirantes em um sem numero de actos nefastos à sua alegre e saudável vivência, naquele espaço.

      (Demorei cá o meu bocado a fazer este post, na medida em que estava aqui indecisa se mereciam ou não aquela praga colada a seus calcanhares, derivado da quantidade imensa de coninhas que abrigam. Pensei e repensei, e cá do alto de minha justiça, decidi que não merecem. Ninguém merece).

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    2. Essa parece a música do Rui Veloso, "parece que o mundo inteiro se uniu para me tramar". Credo, que mania da perseguição, todos lhe querem mal, todos conspiram contra ela. Abra um blog no Blogger que lá ninguém a chateia.

      Hoje até com o Pedro Ribeiro da Rádio Comercial implicou, porque passa sempre as mesmas músicas em vez de passar as que ela queria. Se em vez e atirar postas de pescada para o ar se informasse como funcionam as estações de rádio ganhava mais. O Pedro Ribeiro, tal como os outros locutores de rádio, estão sujeitos a uma playlist definida pelas direções das estações de rádio. As playlists são feitas de acordo com interesses comerciais das rádios, pois é sabido que os anunciantes, essas entidades que colocam anúncios na rádio mediante pagamento, pagamento esse que é o que permite que uma rádio funcione (pagar salários, icenças rendas, etc), escolhem colocar os seus anúncios colados a esta ou àquela música porque é sabido que quem ouve essa música é o púbico x ou y. Para quem não sabe, e ela não sabe, tocar uma música que não esteja na playlist definida pela chefia, trocar as ordem de emissão ou inclusão de outras músicas pode dar origem a um processo disciplinar e resultar inclusivamente em despedimento. Portanto, se queria reclamar, reclamasse com a direção da rádio e não com o locutor. Se eu trabalhar num restaurante e alterar o menu sem autorização do meu chefe posso ser despedido.
      Reclamar com quem de direito é que está quieto ó mau, prefere aquele registo de dizer mal de tudo e todos enquanto se vitimiza. Não gosta da música, oiça outra estação ou compre a música que quer ouvir.

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    3. Outra doida? Phonix que elas nascem debaixo das pedras.

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    4. Ou trata-se, né? Vá a um médico e diga "xôtor, toda a gente me quer mal, todos me perseguem, já abri uma data de blogs na Sapo e tenho que os fechar porque há uns IP's manhosos a comentarem o que escrevo, curiosamente, xôtor, dessas coisas que seriam realmente graves, eu opto por torná-las públicas ao invés de as denunciar às autoridades competentes, e lá ando eu, xôtor, aos gritos com aqueles manés todos, "foste tu! E tu! e mais tu!", e nunca, em momento nenhum, questiono que se a Sapo ME abriga e sou isto tudo de tolinha, porque caralho não haveria de abrigar os meus hipotéticos "inimigos", para além de que também sofro de um certo bloqueio no sentido de entender o que é que a Sapo tem a ver com as interacções de quem tem lá um, ou uma centena de blogs. É grave, xôtor?"

      E depois há aquela particularidade de ser a autora de não sei quantos livros e ter participado noutros, e não conseguir perceber o quanto se queima enquanto autora, com aqueles procedimentos, e, por arrasto, queima também os autores dos outros livros onde participou.

      Hoje foi com essa estação de rádio, amanhã é porque Plutão não orbitou como deve ser. Foda-se. Sinistra que é a pessoa.

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  2. Ahahahahahahahahahahahahahah :D Conta-me tudo e não me escondas nada!!!!!! (Pá, tu e a Pipinha ainda me hão de explicar o que têm contra os cagalhões de pontos de exclamação e de interrogação, eu cá adoro-os!!!! E juntinhos então?!?!?!?! :P) Mas conta tudo, é comigo?! É que eu também sou uma batráquia, salvo seja :)))))

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    1. É agora contigo, melher ... tem juízo.

      Ora bem, usaste-os para uma destas situações, que é onde têm uso:
      surpresa
      espanto
      arrebatamento
      entusiasmo
      cólera
      dor

      certo?

      Usá-lo indiscriminadamente no término de cada frase, pá, dá a impressão que se está sempre numa daqueles estados de espírito, caraças.
      "Cheguei a casa e bebi um copo de água!"
      "Dormi muito bem e acordei toda fresquinha! Levantei-me e fui fazer o meu sumo de laranja! Pus o pão na torradeira e fui ao xixi! Tomei banho e vesti-me!" ... Dasse... Uma pessoa está sempre em sobressalto a ler coisas perfeitamente banais, caramba, dá a impressão de estarmos perante um ser que vê milagres em tudo, né? E fica ali a tentar ver do mesmo, acabando por concluir que não é, definitivamente, um dos pastorinhos, caray. Custa!




      (por razões que me transcendem, os vossos comentários só há pouco entraram em moderação. culpo o Blogger)

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    2. Ai filha, as coisas que tu reparas... com tanto conteúdo interessantérrimo, tu olhas para a pontuação?!?!?! Se todos os leitores fossem como tu, Saramago nunca teria ganho o Nobel :P

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    3. Porra, não ofendas o homem, pá...
      Ausência de pontuação até te dá a liberdade de a colocares onde quiseres, aqueles pontos excessivos condicionam e desorientam, carago...
      Ainda mais.

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    4. Sabes lá se a ideia não é mesmo essa ;))))

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  3. Oh, o Zéari ficou sem pio. Tinha um avatar tão bonito e tinha feito um post tão poético no outro blog dela e agora já não está lá nada. Um gajo lê aquilo uma vez e delicia-se, depois volta à noite para ler aquilo com calma e o Zéari já foi com os porcos. Não há direito!

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  4. Se não há direito há torto que os curvos também têm direito à vida, sendo, inclusive, devidamente apreciados por quem prima pela exigência diferente.

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    1. Não leio ali nada de "diferente" e menos ainda um pentelho sequer que toque o espectro da "exigência"...
      Fui ver, o Zéari voltou. No news naquela senzala. Mais do mesmo, agora em tentativa de escrito na versão macho, assim como a autora - suponho - entende que deve escrever, e proceder - suponho de novo - um macho. O dela. De onde, naturalmente, se pode depreender uma série de coisas susceptíveis de levarem à compreensão - finalmente! -de outras.

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    2. Peço muita desculpa de meter foice em seara alheia, mas, lamentavelmente, esta resposta da Isa não pode ser considerada devido a ser baseada num pressuposto não esclarecido: um "pentelho"
      Eduardo Catroga colocou a questão e até agora ninguém esclareceu se é pentelho ou pintelho.
      Daí, não valer para defesa ou acusação de causa.

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    3. O 1º sorriso do dia.:))
      Namastê, caro Corvo.

      O caso não justifica recurso, mas ainda assim o faço, apoiando-o no dicionário Priberam (http://www.priberam.pt/dlpo/pentelho), que assume o vocábulo, e mais deixo claro que comigo, podeis contar - sempre - ou com novas palavras, ou para o tira teimas entre se uma ou outra.

      (Em última análise, contudo, posso perfeitamente substituir "um pentelho" por outra coisa qualquer. Não me custa nada) :p





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