27 de fevereiro de 2018

O meu saravá ao nosso sistema jurídico que todos os dias se confronta com sabe-se lá quantos espiralados

das ideias, e isto é porque estou bem disposta e nem sequer quero pensar na quantidade de dinheiro  que é gasto, dando seguimento às tantas flatulências digitadas como "queixa" nos sites das nossas autoridades, estabelecendo um perfeito paralelo com as mais que muitas - sobejamente comentadas pelos próprios e testemunhadas por quem já esteve num -  idas  aos serviços de urgência de um qualquer hospital, por não mais razão nenhuma que a de, provavelmente, o utente em causa não se sentir devidamente amado desde a infância, derivando esta hipótese em esporádicos ataques de necessidade de atenção, o que, como todos sabemos, acaba inevitavelmente em estupidez, atestada por um ben-u-ron de 8 em 8 horas, ou um bocadinho de soro prá veia. Contudo, lá está, quem está a levar com o carente não pode estar a tratar de quem realmente precisa, e foi com esta epifania mais velha que o cagar em frança que aqui a tia Isa hoje acordou, e, talvez devido aos cocktails de drogas que tem ingerido nestes últimos dias  por causa da gripe que a assola, resolveu, excepcionalmente, ser um amor de pessoa, procedendo à sua acção social anual, maneiras qué assim:   

Pás, não façam acusações de "stalker" a terceiros com base exclusivamente nas vossas convicções, muito em particular se as vossas convicções têm lá o que se diga em termos de coerência, e sobretudo se não têm como as provar, quando falamos de blogues. É chato para o sistema,  que tem assuntos de maior gravidade e com realmente bases de sustentação para se ocupar, para além de que uma acusação, quando não comprovada, pode perfeitamente reverter contra o acusador. Ora, se a isto acrescentarmos a hipotética parvoeira de, ao se identificar um suposto "stalker", o descrevermos com afirmações injuriosas parecidas com aquelas que figuram num eventual processo em curso justamente à conta de injúrias semelhantes, tenho cá pra mim, que não sou jurista nem nada, haver aqui, de certa forma, uma situação a corroborar/confirmar a outra. Né? Eu cá acho que né e até acho mais, acho mesmo  que este pessoal havia de ser sinalizado por alguma organização para o efeito, com, sei lá, uma tatuagem. Ou assim. 
Estou inclusivamente a pensar numa petição nesse sentido, de forma a contribuir para a celeridade dos processos em curso nos nossos Tribunais, e portanto, a minha idéia é aquilo das tatuagens, ou um sistema qualquer electrónico implantado nas bases de dados das autoridades, identificando o esgrouviado(a) que porque, talvez veja na palavra "queixa!" a validação que a sociedade não lhe dá [choro, dói-dói, ai pica!], e essas merdas de teores psiquiátricos que agora não m'apetece esmiuçar, as faz sem o menor sentido ou base de nada, pensando talvez  que atemoriza o seu infelizmente semelhante,  mas especialmente sabendo que, mesmo quando arquivadas, não paga absolutamente nada, porque os maluquinhos viciados nestas cenas geralmente são financeiramente tão parcos quanto o são em tudo mais. E isto está mal. Alguém havia de pôr cobro a estes gastos desnecessários dos dinheiros públicos, é assim por isso que aqui registo este meu apelo.

Eu voto nas tatuagens. E vocês?  

   

2 comentários:

  1. Não concordo!

    Tenho muitas tatuagens e isso poderia dar azo a confusões. E como ficaria a minha "criança interior" ao ver tanta gente a ser desenhada? Huh?...

    Proponho um pequeno chip secretamente implantado no courato. De cada vez que certas nulidades fossem cometidas, uma mensagem seria enviada para o facebook, tijolo usado para falar com amigos ou amigas, etc, anunciando uma punição pela inutilidade. Choques elétricos, chicotadas, entre outras. A gravidade dependeria da cretinice.

    Uma vénia,

    Fleuma.

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  2. "Proponho um pequeno chip secretamente implantado no courato"
    AHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!

    Bom, referia-me a tatuagens muito específicas. Escritas. Do género "nem sempre a diferença faz a diferença, comigo não fez.." ou "Naaa.. esqueçam o Spkip, eu não saio. Mesmo", mas de facto a tua proposta é muito melhor e muito mais compatível com a inconsciência de se recorrer a serviços públicos, com a mesma leveza de espírito de como quem escarra em solo aleatório, porque pode. É porco e abusivo.

    Mas enfim, aguardemos pelo dia em que alguém nos ouça.


    Abraço, Fleuma.

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