30 de julho de 2018

"Se fores incompetente, não podes saber que és incompetente"

Aviso: É pra se ouvir um bocadinho de cada vez, sim?
(Por causa de não doer muito)

'Bora começar por aquilo do sumo de limão? 
'Bora! 


- Então: Não é por usares sumo de limão no que escreves/escreveste/dizes ou disseste, que deixas de o teres escrito ou dito. Para o fazeres, supõe-se que o terás pensado. Para o fazeres, alvitra-se que o terás sentido. Assim, é com base nessa incontornável evidência que há quem não precise de conhecer mais de ti, pra ter uma ideia relativamente segura da boa bosta que és, ainda que amanhã te atirasses prá frente de um camião a fim de salvares a vida a uma lagartixa, e muita gente considerasse esse acto de um heroísmo do catano. 

Digo eu, que "só sei que nada sei".  


2 comentários:

  1. Olá, olá :))))
    Eu devo ter deixado o meu cérebro de férias, lá naquela praia que me encheu totalmente as medidas, porque não entendi patavina...
    E tu? Como estás?

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    Respostas
    1. Olá mai linda!:))
      Eu estou muito bem, gracias..

      Mas ouviste o que o Francisco diz no vídeo, sobre o exemplo do senhor que assaltou um banco com a cara coberta de sumo de limão, acreditando que a mesma ia assim ficar invisível, e portanto, indetectável?
      Pronto, o post é uma analogia a outras situações que entendi semelhantes, em que os incompetentes - por não saberem que o são - enveredam por lógicas idênticas.



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