18 de junho de 2018

Penso ter descoberto o fulcro da discórdia que lavra no vosso amado Sporting, meus queridos amigos

e creiam-me que bem procurei, procurei, procurei, tendo-me inclusivamente prestado ao devido visionamento das   mil entrevistas e conferência de imprensa dadas por Bruno de Carvalho, ao tormento que é visitar aquela página no Facebook, bem como às opiniões sempre exaltadas dos comentadores das televisões, apoiantes de ambas as partes, de modo que penso ser assim que uma pessoa pode justificar tanta estupidez. Cá vai: 

- Os Estatutos estão, evidentemente,  em Grego Antigo,

- Bruno de Carvalho e comitiva, falam, claramente, Nordico Antiguo ( pode-se mesmo ouvir o  alegre chilreio da passarada que lhes vai na cabeça, maneiras que não há nada que enganar), 

- As mesas da discórdia, andam ali perdidas, tadinhas, comunicando entre si e com mais ninguém, num claro Egípcio Médio, petrificadas perante o facto de terem, naquele repente, sido chamadas à resolução de tão intricada questiúncula, e ainda por cima em choque por, de tanto de um lado como do outro, as acusarem constantemente de "ilegais" ou "ilegítimas", o que está muito mal,  

- Já Marta Soares e seguidores, dominam o Etrusco como só eles - garantindo a oposição que aquele "só eles" é literal-, 

sendo que  agora chega o  Sinisa Mihajlovic, Croata, pra treinar a rapaziada,  deitando por terra qualquer esperança de algum entendimento entre as partes, uma vez que declarou em inglês, não saber falar nem inglês. 

:(

Para nosso consolo, contudo, fica o idioma largamente usado pelos sócios do Sporting, simpatizantes, e mais o consórcio dos Tugas-Sempre-Disponíveis-Pra-Dizer-Merda, que dizem, exactamente, Merda, num Português curiosamente perfeito, claramente perceptível e muito dignificante, de onde facilmente se depreende que aquilo do dia 23 vai ser um delírio, uma excitação um forrobodó, alvitro até poder ser aquela uma excelente oportunidade para os nossos corpos de Bombeiros  experimentarem as  mangueiras novas que não lhes deram, a serem usadas durante o Verão, que se vaticina  quente pra caraças. 


Nota: Dei com este vídeo no FB quando andava por lá as aranhas a tentar compreender o incompreensível, achei amoroso, espero que gostem. Agora tenho que sair, que vou às Finanças, eu e o meu habitual Protoindoeuropeo, lavadinho e imaculadamente passado a ferro, que uso, aparentemente, sempre que lá vou. 






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