terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Em vésperas de novo ano, convém defumar-se a casa

Lilás Branco deixou um novo comentário na sua mensagem "Talvez fosse altura de todas as letras que um inte...": 

Não tenho de te dar explicações miserável, mas eu não conhecia o blog da Filpa Brás ou quem ela é e não me interessa, antes da Pink Poison me adicionar e eu começar a ver-me envolvida numa troca de galhardetes que passaram a atingir-me. Defendi-a porque pensei que era outro tipo de pessoa mas depressa verifiquei que estava redondamente enganada e que a atitude dela roçava o maquiavélico a ameaçar filhos e a inventar cenários de que eu era o outro a ponto de abrir um perfil no Facebook em meu nome associado ao espécimen raro. Não! Não podia saber se perdera o pai! DE todo! Só me apercebi depois das azelhices e nojice que a outra Pink lhe dizia nesse sentido! E até me manifestei na altura sobre isso. Se há coisa que eu preze é a família dos outros porque adoro a minha e sempre me baterei por ela. Fazes muito bem, em continuares na senda do vamos dinamitar aquela. Não há problema, mas jamais... jamais gosto de famas sem proveito. Tu sabes tão bem, mas tão bem... que um dia vias pagar tudo! Todo o mal que fazes!!!  


"Não tenho de te dar explicações miserável (...)"


Não lhas pedi, cara pálida. Não comunico consigo, excepto quando me visita, e me apetece responder-lhe. Como agora. Contudo, acompanho as suas andanças, pois está claro. Sou assim, que quer ... um poço de curiosidade no que a desastres concerne.  



 "(...) e eu começar a ver-me envolvida numa troca de galhardetes que passaram a atingir-me."

A senhora não se "viu envolvida" em nada. Envolveu-se. Porque quis. Ninguém sabia da sua triste existência antes de um comentário seu pousar no blog da Filipa, e passaram a atingi-la, depois de a menina lá ter ido dar um ar da sua (des)graça, como é óbvio.  Deixe-me refrescar-lhe a memória: Defendeu - ou tentou - aquilo, por ter achado que o que se dizia era para si. Como sempre.  


 "Fazes muito bem, em continuares na senda do vamos dinamitar aquela."

Não "dinamito" pessoas. Essa parece-me ser a sua especialidade ( que assim como os seus bolos, arvorezinhas da natal do mundo todo e enfeites natalícios pra bidés, é uma boa merda, permita-me que lhe diga), e a prova disso mesmo está no seu infeliz percurso blogosférico. Eu reponho factos, perante quem anda a fugir com o traseiro à seringa dos ditos, na medida em  que - penso já ter deixado bem claro - quem mexe comigo de forma caluniosa e/ou difamatória, fode-se. E senhora, note bem, não me refiro simplesmente às fodidelas da bloga, à laia de reparos e/ou picardias sobre isto ou aquilo,  que isso é coisa pra bebés. Na. Já a esclareci também sobre o quão não sou lá o pessoal da sua pradaria.  Havia de ter levado isso em mais consideração. 

"Não há problema, mas jamais... jamais gosto de famas sem proveito. Tu sabes tão bem, mas tão bem... que um dia vias pagar tudo! Todo o mal que fazes!!!"

O que eu sei, senhora, é que todos pagamos pelas nossas acções. Transcende-me ao que se refere com aquilo da "fama", uma vez que, ao contrário de si, não falo de outros sob a alçada da mentira, não abro e fecho blogues, não faço posts de teores oblíquos e depois os apago, não atribuo ao alheio posturas que não correspondem à verdade, nem invento e espalho historietas de 5ª categoria. Não tenho mais do que este nick, não exponho mails passiveis de comprometer a imagem de quem não é tido nem achado em assuntos estranhos, muito menos para comprovar, única e exclusivamente, que sou uma perfeita imbecil.  Isso é cena sua. Se as consequências do seu carácter lhe imputam algum tipo de "fama", é exactamente aquela que a senhora criou com os seus feitos. Logo, faça o favor de agarrar no miserável supra citado, e vista-o. É a sua medida. 
De resto,  assumo absolutamente tudo o que digo e faço, com argumentos que considero sustentáveis para tal. Nada temo, por esse tanto, sobre isso dos pagamentos.  Ou das suas pragas manhosas.   

Esperando te-la elucidado convenientemente sobre a minha pessoa e do que pode esperar de mim, termino com votos de passe esta quadra festiva exactamente de acordo com a sua essência.  Agora, faça o favor de me agradecer pela paciência e tempo que lhe disponibilizei, e feche a porta quando sair. E depois o portão. Por fim, e ainda impregnada desta restiazita de boa vontade com que me vejo praticamente obrigada a praticar, derivado de uma série de coisas transcendentes à minha compreensão, mas que no entanto assimilo vá-se lá saber porque caralho - hei-de morrer neste mais um enigma sobre a minha curiosa personalidade - despeço-me de si, com a única coisa que se me apresenta como viável e propositada dizer-lhe, à laia despedida: Cocó para si.





Ps: As minhas desculpas por não ter publicado o seu comentário num post onde um vídeo demonstra que o mundo não se resume ao seu obscuro ego, que os mortos a respeitar não se resumem somente aos seus, ou que os horrores da humanidade, infelizmente, não se limitam  à sua  pessoa.



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