26 de setembro de 2016

Pus-me aqui a pensar

Sobre o conceito "inutilidade" e o que o mesmo representará para cada um de nós, pobres almas, postas aqui neste inferno a que chamamos de mundo. 
Passemos adiante às almas em si, que tantas e tantas as há que não se compreende o que andam aqui a fazer, para além do óbvio, que se resume a foder (ou tentar) almas alheias, por intermédio das barbaridades a que exalam e praticam, as que se alimentam de sentimentos feios e escusos, camuflados em dizeres doídos de quem foi muito ferido pela vida ou o caralho,  e que por tal, assumem como que por direito, uma visão muito mais experiente e  abrangente deste todo, a que um comum mortal [aquele que também, seguramente, já teve a sua quota de dissabores, mas soube ultrapassa-los e aqui anda, distraído com outros sentires tais como seguir em frente, sem aquele odor a loser da merda, inerente a quem daquilo faz ali um rasgo imenso, como se tivesse saído de um Auschwitz qualquer e ninguém lhe estivesse a dar o devido valor. Normalmente adoram memes, daqueles, feitos por outro loser, que dizem como a vida é dura e devemos ser hiper resiliente ] chama "viver". Passemos adiante das inutilidades que são estas e outras almas, tais como as que se empenham a elaborar insultos tão mesquinhos, que uma pessoa, ainda que com a normalidade  nos mínimos, se questiona, assim como como quem bate com os cornos num poste qualquer, sobre de onde virá aquilo e de raio de essência será um filho da puta feito, para conseguir produzir um sentimento daqueles, e, orgulhosamente, mostrá-lo. 

Mas no que me pus a pensar não foi nisso, como disse, mas antes no que um inútil pensa, ou considera, "inutilidade", e a lógica a que se prendem para o fazer. Vejamos: Há alguém que tem 3 blogs sem um único post. Isso é inútil. Já alguém ter 2 blogs, iguais, e segui-los, parece ser considerado de uma utilidade exponencial. Não vá o bardamerdas não se dar conta do último post que escreveu.

Ya.   

    

4 comentários:

  1. Ó filha, não penses, ou pelo menos, não penses muito porque pode ter sido esse o problema que levou ao esturricamento dos fusíveis dessas almas penadas que não mais fazem do que arrastar o seu rancor que orgulhosamente embandeiram como se o rancor fosse uma puta de uma qualidade de um ser altamente evoluído. Tanto filosofo lido (ou não) e nem uma passagenzinha de olhos por Gandhi... ai, espera... mas porque estou eu a dissertar sobre estas matérias?! Afinal, eu não passo de uma inculta. :))))
    Inculta, mas feliz! Muito :))))

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    1. ahahahahahahahaha!
      God bless:))

      Uma "inculta" cheia de estilo e opiniões muito formadas, doa a quem doer.

      Leio-os, porque se não os ler eles ficam tristes.:P

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    2. Já tu tens um blog para falar mal de mim! Obrigada Isa F Barbosa

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    3. Pink, vai lavar a fritadeira.

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