22 de setembro de 2016

Dei-me o benefício da dúvida. Piorou.

 José António Saraiva não se arrepende de nada  


Foram confessas que não pediu nem extorquiu, não andou a espreitar por buracos de fechaduras. Foram confessas, de pessoas com quem não era íntimo. De alguma forma deve entender que a privacidade dos visados há-de ser muito importante para  a sociedade, muito mais que o termo "confessas", tem para ele. Afinal, está somente a dar voz a estados de alma, que lhe foram transmitidos em confessas.  

Bom. Espero que o passo seguinte, ou  publicação seguinte, seja de com quem ele andou em "confessas", e que conclua a legitimidade e lógica disso, com a mesma objectividade - que me ultrapassa - com que o faz a respeito da merda que escreveu. 



E é tudo.



  

            

4 comentários:

  1. É de facto um facto extraordinário alguém publicar um livro baseado no "diz que disse"... Nobel da Literatura já!!! E a figurinha triste do amigo?! Priceless :))))

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    1. O amigo Passos Coelho? Deu um passo atrás e a própria apresentação foi cancelada.

      Mas o livro vai desaparecer das prateleiras em 3 segundos, como sabemos todos muito bem.

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    2. Claro que vai, afinal vai ser posto à venda em Portugal, não é verdade?

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    3. Ohhh... Mas essa característica está espalhada pelos 4 cantos do mundo, pá.

      Todos ficaremos a saber dos detalhes sórdidos, compremos ou não. Se este animal estivesse no Reino Unido ou nos States, ficava rico à conta das entrevistas e das vendas. É a premissa de toda a editora, quanto mais polémico, melhor.
      No caso, estar em Portugal até reverte contra ele. Somos poucos e demasiadamente hipócritas. Há-de haver quem compre online, simplesmente porque tem "vergonha" de ir comprar a uma livraria.
      O que é que os "outros" pensarão??:P

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