26 de agosto de 2016

Sentires que hei-de levar prá tumba, sem nunca os ter conseguido definir

Jacques Brel. Em praticamente tudo o que canta. 
Viajo pra outra dimensão, e quando volto não sei dizer onde estive, só sei que não queria ter voltado. É um género de oração, um mantra, uma redenção qualquer. Ai, caray..




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