domingo, 3 de julho de 2016

Lógica very obvious indeed

Não é permitido ao cidadão manifestar desapreço por qualquer forma de sexo que lhe provoque desconforto, apelando ao tema violência. Ninguém, no seu perfeito juízo, poderá utilizar aquele termo, sem ter sabido primeiramente o que é violência doméstica, pois que só aí compreenderá que, à parte essa, não há mais situação nenhuma, no mundo todo, onde a palavra "violência" seja aplicável. 

A coima, no caso acima referenciado, será a de ser o prevaricador apelidado de "castrador", várias vezes. Se, face ao desacato, insistir em se justificar, a coima será aumentada pra maiúsculas.  


3 comentários:

  1. Agora deixaste-me muito intrigado e fiquei aqui como o tolo no meio da ponte, que é como quem diz, será que se for ao blog da Ribalta vejo o meu IP publicado?
    Pois a dúvida é a mesma com esta coisa da violência doméstica e um gajo fica sem saber o que deve fazer.
    Palmadinha nela na hora do "Ai Jesus" pode ser considerado violência doméstica?

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    1. Não é, daí a exponencial leviandade da utilização da palavra "violência", que, como todos sabemos, só pode ser empregue em casos em que a mesma ocorra dentro do contexto "doméstica".

      Se na hora do "Ai Jesus" a pessoa disser "Ai 'môr .. menos violência, plij.. que hoje estás uma beca sádico" deve gritar-se a plenos pulmões e com toda a legitimidade : "CASTRADORA!" e instruir-se, de seguida, a/o parceira/o sobre quais os termos utilizáveis nessas circunstâncias, que serão todos, menos aquele.


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    2. Os IP's são livres. Andam por aí, com a liberdade que lhes assiste. Todos aqui temos pelo menos um IP e todos os Ip's são irmãos. Brincam, portanto, no recreio como os meninos pequeninos, e podem ser visualizados pela polícia federal dos Ip's, que os detecta e guarda, com o intuito de posteriormente os entregar a seus Pc's.

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