28 de julho de 2016

A cadela

foi ao banho e no sítio onde estou esta é a imagem possível. 



O meu muito abrigada a cada uma das cerdas daquela escova, à escova em si,num todo - porque a união é que faz a força - e muitos beijinhos aos meus amigos todos (imaginários, anónimos, logados e etc), pois que sem vós isto não teria sido possível, ou pelo menos não teria corrido da mesma forma.  
Obrigada também à GNR, à PJ, à PSP, à APAV e a todas as entidades representativas de defesa a qualquer tipo de agressão. Tem sido uma benção para mim poder usa-vos com muita frequência.
Obrigada aos anónimos que comentam este espaço, e que geralmente não publico nem leio o que comentaram, pois que quando leio "anónimo" elimino logo o mail, exceptuando aqueles que leio e publico porque me convém. (Ou porque realmente leio todos, ou porque sou eu que os fabrica. Obrigada, portanto, a mim, se formos  ver bem). 
Obrigada às revistas que compro muito pontualmente, por me fazerem compreender que vivem de publicidade e que, consequentemente, publicitam. Gosto muito do vosso minimalismo no que a assuntos  que considero de interesse concerne, e que por outro lado, me levaram a compreender que há itens de valores inalcançáveis à minha carteira, mas não à minha vontade, derivando daí uma breve auto-análise que, de acordo com o gráfico de argumentação do(s) meu(s) cursos, vai dar a "inveja", mas que como sou uma pessoa muito justa, e honesta, e boa, e nada dada a estrilhos e isso assim, resolvi apelidar de "futilidades". Dos outros, como será bom de se ver. Obrigada por isso. Estou até a pensar fazer um voluntariado este verão, só me falta encontrar a instituição que acolha manipuladoras ressabiadas da merda, e que o queiram ser, com mais brio. "Brio", que é o que acho que toda a gente deve ter em qualquer profissão - menos as empregadas de balcão de perfumarias, que essas já se sabe muito bem que nunca o terão, e são as únicas a quem espeto com o(s) meu(s) cursos nas trombas, por coisas cá minhas - que de resto, todos devem ter. Eu cá gosto de sentar o meu traseiro numa sanita pública, limpinha com brio. Os meus clientes do meu passado foram tratados com brio, não lhes cobrei as horas que interagi com eles por vias virtuais nem nada, alguns ainda hoje são meus amigos. Obrigada meus queridos.
Obrigada à Filipa do Dúvidas Côr de Rosa por existir. Sem ela não saberia como praticar isso do "brio", até encontrar a tal instituição. Foi através dela que descobri o quão reles sou, e gosto. Tenho praticado bastante, por intermédio de praticamente todos os meus posts, por intermédio dos comentários que lhe faço,
Ex:

Filipa, ao ponto que chegas. Olha, aviso - te: a gaja do face vai voltar. Eu sei quem ela é. E tu estás mesmo a perder terreno. Pior, todas sabem e ninguém diz. Que tristeza.

mas acho que ainda não atingi o nível de prestígio que pretendo, maneiras que continuo, que da persistência é que sai a perfeição. 
Obrigada aos homossexuais. Se não fossem vocês, eu não teria outro preconceito sobre o qual debitar pérolas. Claro que há o dos casais com diferenças de idades grandotas, mas ainda estou indecisa sobre isso. Primeiramente, têm que ser "casais", mesmo à séria e segundamente, também depende um bocado das partes envolvidas, se gosto deles, ou não. 
Obrigada à Mª José Portugal Portugal, por ter plagiado a Filipa. Obrigada a todos os que sabem "quem ela é", e não lhe contarem nada, e obrigada por eu saber que ela "vai voltar", e me permitir a ficar um bocadinho mais chateada por, de entre os 11 bloggers que plagiou, eu não ter sido um deles. Adoro ser uma bácora (e uma bacorá, já agora), com brio.  
Obrigada também e por fim, aos meus pc e tel, que me deixam ser eu, em pleno, assim, intensa, segura, sem barreiras ortográficas, sem pontuação, com a liberdade suficiente pra nem sequer me preocupar em rever textos. Gosto. Gosto de ser diferente, ousada, sem cinzentos, inteira, segura na minha incongruência. Afinal de contas, uma pessoa não vem a este mundo com os hemisférios trocados, assim à toa. Há que saber usa-los, e ser-lhes eternamente fiel. 


Ass: A Prostituta de Valores.


Ps: Não vou estar por aqui, porque estou em não-férias e ainda tenho que ir verificar os níveis de colesterol do meu pai.

Beijinhos

    

28 comentários:

  1. Ora essa, por quem sois? Da minha parte, minha querida, não tens absolutamente nada, nicles batatóides, zerinho, bola a agradecer ;))))

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    1. :D

      Beijo pra ti. Com montes de sal e cheirinho a mar.

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  2. AHAHAHAHAHHAHAHAHAHAH!!

    Pronto, agora vou voltar aos laços. Filhos da puta que me dão cabo das unhas!

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  3. AHAHAHAHAHHAHAHAHAH

    "Adoro ser uma bácora com brio"

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    1. Conheces-me o suficiente pra saberes que tudo o que faço, tento fazer a preceito.

      Se tivesse ido pra puta, por exemplo, que se tenha a certezinha absoluta que teria sido uma 5 estrelas, daquelas que ela é que escolhe o cliente, e que não estaria hoje a justificar os porquês da minha decisão. Fui, tá ido. Sem ohhh.. mas é que foi só por aquele bocadinho ... ohhhh ... mas é que andava à cata da minha razão de existir ... ohhhh ... mas eu ... ohhhh ... mas eu ... vocês é que são púdicas, e más, e implicantes... e ..e...
      Uma verdadeira vergonha pra puta que se preze.
      A sério que não lhes compreendo o choradinho. O tempo que perdem naquilo, estavam era a engordar a conta bancária e pronto. Choravam depois na reforma.

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    2. Ahahahahahahahahahahahah :D Eu, se tivesse sido uma puta dessas, chorava depois na reforma mas era de alegria, carago!!!!

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    3. :))

      Depois de editares um livro sobre a tua extenuante vivência, onde choravas uma beca (por causa das vendas), sendo que o de alegria só entrava mais tarde, e seria sobre (literalmente) os lucros das ditas.

      Tão fácil que até enerva que não o entendam.

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  4. Lá está: assim, já podiam comprar o que quisessem sem criticar quem o faz porque quer e pode.

    Muito gostam estas gajas de complicar!

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    1. Isso nem se chama complicar, pá, é cena de gaja mesmo: Foder a cabeça às hostes, como se alguém tivesse culpa das frustrações que imperam em suas pequenas estaturas de carácter.

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  5. Voluntariado junto de quem? Essas instituições com um grupo de "utentes" tão específico existem? E passaste nas entrevistas? Sabes que para fazer voluntariado com um público tão específico (mais uma vez, essas instituições existem?), os critérios de seleção dos voluntários são ainda mais exigentes, além das entrevistas de seleção precisas de fazer uma formação específica.

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    1. Olá amor. Publiquei o teu comentário, mas foi uma excepção. É porque me convém. Normalmente leio "anónimo" e elimino logo, como disse no post, que não sou de dar confiança a anónimos que não sejam eu.

      Voluntariado para manipuladoras ressabiadas da merda ganharem mais brio. Existem sim. São instituições virtuais - ainda em crescimento, é certo, ainda na adolescência de suas vidinhas, ok, mas existem - onde pretendo ser coach. Pretendo. Mas reconheço que ter ainda muito para aprender, pese embora o tanto que penso que sei.

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    2. Trocado por miúdos, não vais fazer voluntariado coisíssima nenhuma, disseste isso só para ficar bem na fotografia.

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    3. Só não vou se não me aceitarem, carago...

      Não tenho nenhuma foto de mim, glamorosa e brozeadíssima, esparramada numa praia qualquer deste nosso Portugal, ou de outro país qualquer. Posso ficar bem nesta, pô?! Sou supé fotogénica, sinto que ando aqui ao desperdício.

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  6. Tenho pena de ti. A sério. mais de 100 blogs/nicks?
    Ai mulher... Continua a analisar-me , pode ser que consigas registrar patente.
    Afinal tu assinas como Prostituta, tás toda queimada não?
    vai para a avenida desfilar , depois dos 60 fica mal.

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    1. Fica nada, pá...
      Se um tronco como tu tem clientes, acredita que qualquer meia-idade o conseguiria.


      'Lha lá, o teu coiso não tem uma cena de merda qualquer a realizar hoje? Atão e tu aqui por estas horas a fazer o quê, desgoverno?

      Papai, está bem de saúde?

      E ao cemitério visitar zombies, tens ido muito?

      Ps: Já não são 100, agora já vou em 250. Não sabias?! Tst gaja.. tst...
      Estás a perder qualidades de puta alcoviteira. Tarda nada nem pra isso serves. Atenta lá nisso.

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    2. Acho injusto da tua parte estares a chamar a criatura de puta.
      A gaja foi acompanhante.
      Por gosto, segundo consta e para quem não julga ou lá que merda ela acha que fazemos.
      Vá; por gosto e uma nesga de mimimi de merda: porque tinha a casa por pagar, porque ficou sozinha, porque o céu estava escuro e o mar revolto.
      Imagina tu se todas as mulheres -muitas em situações muito piores- dessem em putas?
      Ai que me enganei; em acompanhantes.
      Por gosto.
      E assim

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    3. "Puta alcoviteira", foi o que escrevi. Naquela de "sua malandreca". Como "entretinhas-te a tentar atenuar os pés de galinha que tens, que sempre fazias mais pela vida e pela sociedade". E por aí.
      Sobre isso do julgar, pá, é a tal cena, é conforme se o surto se dá pela fresquinha ou se mais à tarde. Ainda há beca estive quase pra fazer um post sobre uns serviços que não me prestaram por vias de não ter marcação (entre outras inconveniências), mas depois pensei que era melhor não estar publicamente a dar cabo do bom nome profissional de determinados espaços, cá com as minhas incoerências e espasmos verborreicos derivados de ser uma cabra, maneiras que ficamos assim. Ou seja, hoje não filhadaputo. Maçada do caralho.

      "Acompanhante" é socialmente muito mais correcto, mais in, fica mai nito. "Onde vais, coirão?" "vou ali acompanhar uns senhores no percurso de suas ejaculações. É cás vezes enganam-se no timing e não queremos cá disso. Eu sou amor, eu sou amiga, eu sou a mão que sempre... ajida. E suficiente ( i'm enough, agora pelo verão, por causa do turismo)".

      As mulheres em situações realmente graves, normalmente pensam, compreendes?
      E não perdem tempo com justificações da merda, caso adiram ao metier por desespero de causa.
      ( Nota-se bem a diferença entre essas, e as que nasceram rameiras de essência).

      Li num blog daqueles de pénis e vaginas em constante proactividade, uma questão que me pareceu de extrema envergadura. O blogger pergunta o que pensam os seus leitores, sobre eventuais flatulências durante sexo oral. Fiquei aqui a pensar um cadinho, um cadinho e mais um cadinho, assim como costumo pensar sobre como o mundo seria tão mais bonito se o silêncio fosse obrigatório a determinadas pessoas, ou se inventassem uns telecomandos pra chapadões à distância, até que uma comentadora me confundiu uma nesguista, pois que disse que pra ela o acto acabava imediatamente ali, até porque toda a gente sabe pra que serve o orifício. (??)
      Fiquei.. "'tão, mas... exactamente, né..?!"

      Mas foi só até perceber que se tratava daquela blogger/comentadora que flatula exclusivamente pela boca.

      Não obstante, confesso que me assustei um bocadinho.

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    4. (Também seria a minha reacção se levasse com uma flatulência na cara, admito, como aliás e levando em conta as devidas equivalências, foi exactamente o que se passou).

      Pá, não sei de mais nada. É daqueles "estou a ir!" quando de facto está a voltar, lá do pechisbéque.
      Segredos do Olimpo. Não tentes entender.

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    5. Estás a falar de pedos na cara, como diz meu curioso João?...

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    6. Ahahahahahah :D Isto é tão bom :))))

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    7. :))


      Eu não estou a falar de nada, estou simplesmente reproduzi um pedacinho de um debate, passado ali num sítio de alto gabarito no que a questões de interesses internacionais concerne.
      E sim, fala-se de pedos. Bufas, gazes. (Ou, como é no meu caso, singelos aspergires de delicadezas).

      E a questão é: If in your face, you
      -Sim

      -Não

      -Eurh...

      - Quê..? Foste às sardinhas sem mim?!

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    8. Gazada na tromba enquanto a fofa bimba no trompete?
      Entendo.
      Tenho de ir ler disso.
      Assim como quem lê um escrito sobre o olimpo ou o caralho.

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    9. Não te esqueças de levar A cadeira.

      Qué por causa do élan.

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  7. Em pink.
    Por causa das fodas.
    Tosses. Por causa das tosses.

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    1. Como quem deixa uma herança ao mundo dos fodilhões.
      Perdão.
      Civilizado.
      Ao mundo civilizado.

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  8. "Estou simplesmente reproduzi"
    Vê-se mesmo que não dás explicações a filhos de pais parvos como a merda.
    Antes pôr logo os putos a trolhas.

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    1. Uma vez tentei, quando morei em Alcantra .Escrevia coisas estranhas, e depois deixava os putos a tentar descobrir o que caralho eu queria dizer com aquilo. Acabei por desistir, porque achei que ser boa e disponível tinha mais a ver com a minha essência, e foi então que passei a trestampar sobre assuntos vários, nomeadamente sobre frases feitas, e a privilegiar memes, no meu dia-à-noite.

      (Tinha um "estou" a ficar fora de prazo e usei. Tens algum problema com isso?)

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