terça-feira, 7 de junho de 2016

Para um "peril" novo (de face) e gengivas saudáveis,

Minhas senhoras e meus senhores, nada melhor que a pasta medicinal Couto. 



Comercializada numa embalgagem toda janota e de conteúdo tu-cá-tu-lá com a  qualidade Mango, Meskla ou Desigual , é uma pasta muito versátil, que pode ser usada tanto em dias normais, como em ocasiões BDSM, bastando para tal tocar-se à campainha  do 9º do abecedário, para que, num corridinho, este substitua o central "u", em dias de coisas que até podem parecer extremamente violentas, mas que disso nada têm derivado de que obedecem a um consenso.

[Atenção pois, à tremenda complexidade desta situação: uma coisa é violência doméstica, outra é estar-se só n'"aquela de abrir a boca e falar sobre violência como se fosse algo sexual". Ok? Uma coisa é violência, outra é sexo. Sexo com violência não é violência, é só sexo à bruta, e se a uma pessoa, por exemplo, lhe der pra ir espairecer, numa de submissa, e às tantas o parceiro que é, digamos, um praticante acérrimo de sadismo, lhe apertar o pescoço, lhe quiser queimar os mamilos, ou chicoteá-la como se não houvesse amanhã, pois que isso não tem nadinha a ver com os desvios comportamentais subjacentes às práticas - muito bem identificados em psiquiatria - isso é só uma benção dos céus, na medida em que se estraga só uma casa, para além de que é sexo, cada um pratica-o como e com quem quer, a pasta medicinal Couto não tem nada  a ver com isso].   

  
Foi especialmente concebida para pessoas que gostam muito de cheirinhos bons em casa, têm fritadeiras areadinhas, e a quem às vezes lhes apetece espetar com um murro a outras, bastando-lhes somente, para o efeito, umas maravilhas que se fazem.

É tudo. Fiquem bem, e já sabem: se precisarem de alguma coisa (empregos, conselhos, livros em estrangeiro, que vos pague uns workshops, umas jolas, uma viagem à la la land) o que for, é só dizerem, sim? Eu sou amiga.

Beijo-vos, Isabel Barbosa.

(Em reportagem da Faixa de Gaza, que assim de repente e em comparação com determinadas merdas,  até parece um paraíso. Proibida a partilha a todas as almas: gémeas e não gémeas).   

11 comentários:

  1. Eu por acaso preciso de um workshop de rissois de camarão tigre.
    Mas já descascados por causa que tenho medo deles.

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    1. Como "rissóis".. mas tu estás parva..?!

      Mataste o camarão amigo da pila?? ASSASSINA!

      Olha, vou mandar-te uma bíblia (em panhol), (em privado), (por mail), (vai lá ao meu perfil) (?), pra te lavares dos teus pecados. (Leva um ambientador de brinde, aproveita e perfuma a casa).

      Pago-te um workshop de culinária vegetariana, se quiseres.

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    2. Se os lavares (aos camarões, claro) com um detergente caro, diz que não fazem mal. Eles gostam de ser estimados.

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    3. Aposto que aprendeste isso num workshop, sua malandreca..:)

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  2. Olha que a Faixa de Gaza até é um sitio bastante calmo. Estive lá em 2015 e quase que nem dei por ela... a Faixa, claro!

    Isa B.

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    1. Comigo também tem corrido bem.
      Exceptuando aquele percalço derivado da luta de almofadas de algodão egípcio que tive com o meu coiso, e que deu azo a descambarmos uma beca pró conflito, pá, nada de assim mais grave a assinalar.


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  3. Agora ia um peril no forno.
    Com batatinha.
    E slada por causa do fit.

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    1. Batatinha, só daquela d'embalgagem.

      Ps: Sou perilta em assados.

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    2. Eu também era.
      Ósdespois descobri o halibut.

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    3. Hum... acho que isso torna o molho um cadinho espesso...

      A menos que seja servido com batata a murro, mas aí prefiro o re-nutriv/ mãos, da Estée Lauder.

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  4. Se o cansaço e o calor não estivessem a toldar-me o pensamento, eu até era gaja para te comentar... vou ali perguntar ao papi, ao gajo, ao cão, aos amigos todos do peito e já cá venho comentar, ok? ;))))

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