sexta-feira, 6 de maio de 2016

Enquanto cidadã, sou toda a favor de passarmos a usar tasers, (se possível em cor-de-rosa prás meninas, azul prós meninos e amarelo fluorescente prá polícia), em tamanho mini, que não se pretende magoar muito.

Só o suficiente pra dar uma abanão aos neurónios adormecidos, de um hipotético alguém.


«Que fique claro que nada tenho contra a polícia, nem tão pouco contra cumprir as leis, porque sempre o fiz. Mas tenho contra a falta de educação.

O agente em questão foi abordado por mim, com educação, não para deixar de pagar a multa mas sim com uma pergunta simples: "diga-me onde posso estacionar o carro sem ser aqui para deixar a minha filha na escola?" Do qual não obtive resposta, recebi indiferença e ainda um sorriso de gozo. Voltei a perguntar uma segunda vez, a atitude manteve-se.

Fiquei ofendida. Fico triste, quer da atitude do agente por não me respeitar, quer da atitude do presidente acima referida. E independentemente da notoriedade ou profissão que refere o presidente da câmara, aqui fica o desabafo de uma cidadã.»

- Bárbara Norton de Matos in aquela maravilhosa rede social, Facebook.


No caso, fica a dúvida: Ao polícia que não esclarece convenientemente a cidadã, ou à cidadã que faz perguntas da merda ao polícia..?

3 comentários:

  1. Eu também queria um polícia a procurar-me lugar de estacionamento com vou levar a minha filha à escola, em vez de dar três voltas ao quarteirão.

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    1. Eu levo imenso a mal quando um deles não quer ir comigo, digamos, até ao Porto, pra eu não me perder no caminho...

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