quinta-feira, 7 de abril de 2016

Quem nos vir, até parece que não temos mai nada pra fazer na puta da vida

Finalmente o término da submissão das fotos de pets ao  concurso fotográfico no Dúvidas Cor de Rosa. Finalmente! Até que enfim, que aquilo estava a ficar cada vez mais feroz, à medida que os dias passavam. Ele era mais um canito " ai que te como todo!" ( salvo seja, nada de confusões com aqueles cabrões dos chineses), mais um gato "ai que não aguento!", mais um passareco "ohhhhh.. que num posso!", sem falarmos dos mémés (não Pinkonas, desta vez não é de ti que se fala),das aranhas, das mulas ( ainda não, Pinxaroca, fica pra próxima, ok?), tartarugas, coelhinhos, e sei lá mais o quê. 
Tudo um mimo. E uma gaja aqui, de coração nas mãos,  a ver-se-lhe a fugir a oportunidade única de conseguir uma treta de um gloss, dividida entre aquilo e isto. Foda-se que enjoo, farta que estava destes desequilíbrios.

Assim, e no sentido de passarmos à fase seguinte que é a do apelo ao voto, este blog apresenta a Isolda. Coisa mai fofa, amiga de seu amigo, prestável, com a grande vantagem de ser do mais quietinho que há, não incomoda ninguém, não come, não bebe, não mija nem caga, parece até assim daquelas invenções japonesas, sendo que ainda por cima, é transportável para todo o lado ( e.g. restaurantes, transportes públicos, centros comerciais, rua propriamente dita, e etc). 

É por este tanto, que, ladies and gentleman - não necessariamente por esta ordem, mas é que ainda não fiz a formação pra feminista, maneiras que é normal que me confunda - votai Isolda. Isolda é bom, Isolda é fixe. 


Muchas gracias. 




6 comentários:

  1. Sim senhor, animais é tudo muito giro e isso, mas então e livros, senhora dona Barbosa? Não recomenda livros?

    Ouvi dizer que está muito na moda recomendar livros icónicos e do conhecimento geral. Está especialmente em voga entre criaturas de palato cultural rústico e para quem os livros são aquelas coisas apenas escritas em português que ficam muito bonitas nas montras da Bertrand.

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    1. Claro que sugiro. O meu. Que irá sair, após o regurgitar de textos que publicarei neste espaço.
      (A seu tempo, que agora ando com umas cenas pra resolver).
      Serão escritos dissertativos sobre a minha emoção, tesão e etc, envolvendo beijos húmidos por todó lado, tendo como público alvo aquelas pessoas que tendem a ser o alvo de alguma coisa, vulgo, sitting ducks. A palavra-chave, "batida". Tenho, aliás, um "cantinho para fãs" a ser preparado, exactamente para alojar as opiniões - que espero sejam muitas e exaltadas (em bem) - dos meus leitores.

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    2. E a capa do livro? Já escolheste o ângulo no qual vais tirar a foto às mamas para a capa?

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    3. Mamas..?
      Estava a pensar pôr a Isolda, pra ser assim uma coisa mais irreverente, diferente e fora do normal (como os poetas, escritores e essa gente assim toda "tchan"). Que achas?

      Ora vai lá vê-la e leva-a contigo um cochezinho à rua, xavôr, que eu agora não posso e ela está ali doida por atenção.

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    4. :D

      Devia ter carregado no link mais cedo.

      Tenho tanta pena que a Isolda não seja mais social e não se apresente a mais gente...

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    5. :)

      Isso é porque não sabes que ela alterna ( salvo seja) com o gémeo dela, o Tristão. Ou é um a apresentar-se à sociedade, ou é outro. São vão os dois em simultâneo quando estou a conduzir numa recta, por exemplo, ou em qualquer outra situação em que não precise mesmo de ter pelo menos 1 mão ocupada. Aí deixo-os à vontade.

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