21 de abril de 2016

«O certo continua certo, o errado errado (...) independentemente da hermenêutica do sujeito»

Reportando-me ao pedido de desculpas da blogger Pink Poison expresso em comentários no meu post anterior, e reportando-me a um pouco mais atrás no tempo,  ao que gerou primeiramente a minha indignação e que foi algo proferido - dentro dos mesmos moldes de  imoralidade - ao Pai da Filipa do Dúvidas-Cor-de-Rosa, tenho que dizer que o considero um meio pedido de desculpas. Uma meia vontade de. Um acto de dignidade pela metade e que, pese embora o tom sentido do mesmo, lamentavelmente acabo por retirar dali uma só meia intenção, o que para mim, deriva em intenção nenhuma. 
O facto de eu ter escrito sobre a doença da minha Mãe, não me faz mais merecedora de uma retractação do que a blogger Filipa. O facto de ter sido eu a exigir um pedido de desculpas, não implica que só eu o receba. Isso diz-me somente se o fez por alguma outra razão, transcendente à da percepção de que se agiu mal, e ao indispensável "não importa com quem", inerente a essa postura. O certo continua certo, o errado, errado. O que se considera certo para uns, tem que o ser para todos, não devendo ser considerado se A gosta de B, se C vai com a cara de D, se F odeia o H, ou se o G disse isto ou aquilo do J. O abecedário que se pegue todo à chapada, que se descomponha, que se descabele. O que não pode, nunca, sob pretexto nenhum, é apelar aos mortos e/ou doentes de um, para se atingir com intuito ofensivo, outro. Das tantas coisas erradas estabelecidas como tal, esta é uma delas. Está errado. E o errado, é sempre errado. 

Desculparmo-nos, exige esforço. Exige-nos passar por cima dos porquês justificativos da transgressão - que obviamente existem sempre - e exige amor próprio, sobretudo, do genuíno. Não é um acto de fraqueza, portanto. Muito pelo contrário. Assim como aceitar-se um pedido de desculpas, entendo exigir-nos o mesmo esforço de auto-análise.  Como tal, aceito o seu pedido de desculpas, exactamente na mesma medida em que o avalio: Meio-aceito e meio-agradeço. O que, de acordo com os meus valores e da minha forma de estar neste Mundo, se traduz em que aceito coisa nenhuma. 

Prossiga-se com  a procissão. 

        


48 comentários:

  1. Tal como na gravidez, uma mulher está grávida ou não está. Os pedidos de desculpa, ou o são ou não são. Sem reservas.

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    1. Ora nem mais.

      Até lhe pedi que reconsiderasse a extensão daquele pedido de desculpas. Em resposta, o silêncio. Maneiras que.

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  2. Não tinha visto aquele pedido desculpa tão fajuto como a pessoa que o escreveu. Dois comentários antes está ali a ser ela própria e depois vem um "desculpa lá mas estou mesmo a ser sin-cera"
    Pois, pois!!

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  3. Mas o Errado quando usado como castigo sobre quem erra, passa a Certo. Certo? Ou seja, o Errado não é um mal em si, depende é das circunstâncias e, sobretudo, do juiz. (e eu que disse que não voltava a incomodar estou a desdizer-me, certo ou errado?)

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    1. Ah, mas se for para expor este tipo de coisas, aparece à vontade, pá.

      Não. O errado está sempre errado. E gera errado. Por muita gargalhada que gere também, é sempre errado. O certo já foi feito, que foi requerer-se um pedido de desculpas. Que não veio, e aí abriu-se a porta a todo o errado possível.

      Se quiseres a seguir falar de "legitimidade", sou toda olhos.

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    2. Isa, quando fiz o outro-primeiro comentário, no qual manifestava discordância, referia-me igualmente a raciocínios (não a emoções), tenho a porra da mania de tentar perceber as ideias das pessoas, sobretudo quando aparecem sob a forma de uma conclusão que pretendem justificar. E continuo sem perceber a tua ideia. Sejamos claros, então, e vou buscar este exemplo, que prefiro cingir-me ao que até agora me diz directamente respeito: quando me dizes que és capaz de escarrapachar uma mensagem privada DESDE QUE aches que o autor da mesma o merece... Desculpa, mas não entendo. Se o errado é sempre errado, esse acto de tornar público algo privado (já para não falar nos termos em que é feito e dos objectivos a alcançar) é sempre errado, independentemente do contexto. Quando me dizes que talvez publiques um mail meu, acaso consideres que o seu autor (eu) descende ou aspira ao putedo... só pode querer dizer uma coisa, aliás duas:
      1. tu é que sabes não só avaliar os actos dos outros como te arrogas o direito de vir a exercer a justiça, e publicamente, que entenderes.
      2. está patente uma ameaça do tipo - vê lá se o que fazes não contraria muito as minhas noções de certo e errado, ou estás lixada comigo!

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    3. 1- O autor merece, porque se camufla sob uma personagem que é falsa. Usa essa personagem ( no caso a figura paternal), para admoestar, coagir, ameaçar, ofender e denegrir.

      2- Recorre à mensagem privada, confiante justamente que a mesma por ali se ficará, sendo que em público tenta ter uma postura completamente diferente da que tem realmente, em privado.

      3- Os actos dos outros, logicamente que são avaliados por mim de acordo com as bitolas que estabeleço como meio de avaliação.


      4- Não está só patente. É taxativo, mesmo. Está mesmo lixada comigo.


      5 - Não pedi mensagens privadas, e avisei, em resposta, que as tornaria públicas. No entanto, as mensagens privadas continuaram e dentro do mesmo teor.


      Vê lá se chega. É que tenho mais, bastante mais. Tenho inclusive o desafio ostensivo de que nunca ninguém lhe descobriria a identidade. A invasão de privacidade quando escarrapachou com foto minha no blog dela, acusando-me e garantindo publicamente, de ser alguém que a perseguiu no FB, e a continuação do desafio quanto à sua identidade, como que a sugerir permitir-se a tudo o que faz, sob a protecção da eventual dificuldade que se teria em se chegar à pessoa dela.

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    4. Esqueci-me;

      Quanto ao que te disse sobre os teus mails, disse-o de acordo com o que depreendi da tua pergunta.

      Se alguém assume que sou pessoa de publicar toda a mensagem privada que recebo, mesmo que de teor contraditório à minha postura em determinado assunto, é, nitidamente alguém que não me conhece de todo.

      Quem se baseia nos mails expostos, pelas razões que deixei bem claras e explícitas quando os expus e me formula uma questão naqueles termos, não só contraria a noção de "certo" e "errado" que acabou de pregar uns quantos comentários acima, como, no meu ponto de vista, merece a minha resposta, de acordo com o #3 do meu comentário.

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    5. A tentar perceber, que eu sou fraca de cabeça:
      Se considerares errado a divulgação pública de uma mensagem privada (e pelo que li presumo que sim), considerá-lo-ás sempre, seja qual for a circunstância - e só a concordância com isto vai ao encontro do título do teu post (seja lá o que for a hermenêutica do sujeito). Pelo que percebi do que expuseste, consideras certo (vá, legítimo) fazer o contrário, quando entendes que a circunstância o exige, ou seja, não deixas de fazer uma coisa que achas errada porque esta foi legitimada pelo erro que lhe deu origem. Até aqui percebi?

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    6. Estou a começar a achar-te um piadão, ó alfa17.

      Lá a ver: O que está errado, está sempre errado. Logo, a publicação de mensagens privadas, está errado. Se leste o que eu disse, o errado gera errado. Logo, gerou isso - por serem fictícios, ameaçadores e etc - para além de que o emissor daquilo foi avisado de que seriam publicados. E mandou mais. Aliás, toda a postura posterior ao errado primeiro, também pode ser vista como errada, pesem embora as gargalhadas provenientes desses errados todos.

      O que eu considero legítimo, não tem que ser necessariamente certo. Pode ser legítimo dentro de uma situação de errados.

      Quando, no entanto, se quer sanar o errado nº 1, ou seja, o gerador de todos os outros errados - atitude que tem que partir, logicamente, de quem o gerou - é que, ou se o faz pela totalidade, ou se faz merda nenhuma. Porque em se fazendo pela metade, lá está, continua ali um errado à espreita a estragar a merda toda. Um meio-errado, digamos. Que invalida, obviamente, o meio-certo que se tentou praticar.

      A hermenêutica do sujeito, será a teoria em que um individuo se baseia para a prática dos seus actos. No caso, a pessoa a desculpar-se parece ter inferido que eu merecia as desculpas, porque a minha Mãe é muito amada e eu sou não sei quê. Eu. Porque a outra blogger não. Porque ela gosta menos da outra blogger que de mim. O que está errado, porque o que está em causa não é se se gosta, nem o porquê. Está em causa que, goste-se ou não deste ou daquele, há determinados assuntos que são intocáveis. Em sendo eu, por exemplo, era capaz de dizer algo como, "pá, ó X, continuo a achar-te uma grande merda, mas naquele assunto, admito que fui mesmo muito mal. Portanto, e apesar de continuar a achar-te uma grande merda, as minhas desculpas por ter tocado naquele assunto. Minha grande merda." E pronto. Fim.

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  4. "Não podes vencê-las, junta-te a elas" nunca esta frase fez tanto sentido, só que não trilhou o melhor caminho, perdeu-se na encruzilhada das boas maneiras.
    Li os comentários, e não vi nada de genuíno. Mas é só a minha humilde opinião.

    Beijinhos

    Isa B.

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    1. Eu prefiro "dividir para reinar".:)

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    2. Unknown, porquê? Um pedido de desculpas não pode ser tão genuíno como um provocar de uma discussão? pode e foi.
      Além disso, não se pode julgar alguém quando se conhece o lado mau da pessoa e apenas esse lado, eu também tenho um lado bom.

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    3. Claro que tens um lado bom: é aquele que acontece quando estás calada e quieta.

      Ninguém quer conhecer os teus lados, pá.

      Andor daqui pra fora que ontem disseste que nunca mais cá punhas os pés. Nem a tua palavra respeitas, incrível.

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    4. Filipa, a dona deste blog não me expulsou daqui, ok?

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    5. Tu disseste que não voltavas.
      Estás à espera do quê para mostrares que ao menos para ti a tua palavra tem algum valor?

      É que parece que nem tu acreditas em ti.

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    6. Honestamente se esteve no blog já nem me lembro mas já não está de certeza, daqui já vi que não sai nada de bom ou de mau.
      E como te disse, não dedicar um blog a mais ninguém, sem ser à minha pessoa.

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  5. Bom dia, ontem não vi o mail respondi agora. Fui e estou a ser sincera. Honestamente, desculpa por tudo. Expliquei-me no mail, que se quiseres podes expor aqui. Fica bem isa.

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  6. Isa, a tua foto nunca esteve no meu blog, esteve sim num perfil, por alguns minutos, disse que me havias pedido amizade no facebook, foi efectivamente uma Isa Barbosa, verdade que ninguém sabe que moro na rua tal, lote x, , numero de telefone xxxxxx- Mas isso importa?

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    1. Quando chegar a casa mostro-te o print que mostrava a foto da Isa no teu blog, mentirosa do caralho, esse papel de coitadinha não te serve, esquece.

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    2. Tens a certeza que ninguém sabe o nome da tua rua, o teu nome verdadeiro e número de telemóvel?
      Como é que afirmas coisas que desconheces??

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    3. Pink, importar não importa.

      Importa é a tua atitude de quem se escuda nessa privacidade para desferir com o que quer, e até desafia a que tentem descobri-la, sabedora de que, não só o que desfere é de se lhe ir às trombas e convencida de que, se uma gaja quisesse, não ia e que seria por isso.

      A minha foto esteve onde dizes. E no teu blog.

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    4. Isa, eu não tenho medo que me queiram bater.
      Para mim, chega, percebes. Apenas isso.
      As pessoas mudam, crescem, aprendem, pensam, acordam... Cansam-se...
      E pedem desculpa. feito.

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    5. Dasse...

      Já me estás a enervar outra vez, e não ando com saúde pra isso, ó gaja!

      AS PESSOAS ISSO TUDO. ACONTECE É QUE DEPOIS DISSO TUDO, QUANDO PEDEM DESCULPAS, FAZEM-NO A TODAS AS PARTES ENVOLVIDAS E NÃO EXCLUSIVAMENTE A UMA, PORQUE SE ANDA EM CONVERSAS DA MERDA COM UM GAJO QUE LHO PEDIU, OU LÁ QUE MERDA FEZ, NO SENTIDO DE. CAPICE, CARALHO??

      Conversa da treta, foda-se! Tenho lá estômago e paciência pra esta merda, ai que cresci e mais a mais o Ricardo não sei quê! Gaja, ou sim ou sopas, pá! Ou vai tudo, ou ninguém, caray!

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    6. Porque tu queres? Porque tu decides?
      Não, pedi-te a ti.

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    7. Deuses, paciência, por favor, PACIÊNCIA!

      Porque se o aparelho estatal viesse pedir desculpas ao contribuinte pelas cagadas que tem feito, teria que pedir aos atingidos pelas cagadas, ou seja, a TODOS, e não somente aos que lhe parecessem mais emocionados e/ou simpáticos!

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    8. Não, pá.
      Porque tentava mostrar-te o que fazem as pessoas normais, espantalho do caralho.

      "As pessoas mudam, crescem, aprendem, pensam, acordam... Cansam-se..."
      Quando te calhar a ti, avisa, uma vez que dizes que chega porque sabes que as coisas estão a ficar complicadas para o teu lado.
      Infelizmente para ti, calhou-te a pior das duas: enquanto a Isabel releva certas merdas e é um coração de manteiga, eu não. E eu vou atrás e eu descubro o que eu quiser e AINDA ESTOU À ESPERA DA MERDA DO DETECTIVE QUE O TEU PAI DISSE QUE NÃO ME IA LARGAR. Eu mando-me de cabeça a tudo, mete esta merda nos cornos- nunca, mas NUNCA mesmo viro costas a nada e mete mas é essa merda dos kravas mas é na peida que me melindra tanto quanto os emails dos teu pai.
      Que és forte e és dura. Claro que és. Atrás de um pc, onde inventas coisas que nem os meus filhos mamavam nem com maionese.
      Dá um passo em frente, pá. Dignifica o facto de seres mulher e deixa-te de "anda cá ter", "descobre onde vivo", "queres falar, sabes o meu email". Não és tão forte e sabes sei lá que merda que o da pj te ensinou? Anda, pá, marca comigo como quiseste fazer com a Isa!
      Estou-me cagando se gostas ou não gostas de mim, mas quem é que quer ser gostado por alguém como tu, por Deus? Só a merda do teu cão e porque é cego, pá.
      Não fazes é mais ninguém de parvo, ouviste?
      Agora manda lá isto ao Ricardo a ver se ele te dá mais directrizes que tu segues que é uma coisa parva.
      Mesmo parva.

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    9. Mas eu ralo-me contigo? Não. E sim, se queres vem ao meu encontro. Já foste ao Marquês e não sei o que tem o Ricardo que ver contigo, estou no blog da Isa e ele é amigo da Isa, nunca me falou de ti.

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    10. Filipa, eu falei no Ricardo com um objectivo, em relação à Isa, tu direccionas para ti. Mas será possível que controlas a vida da Isa em tudo? Estás nervosa porquê? Para quê tamanha necessidade de me veres cara a cara? Andarmos à porrada? Achas? poupa-me. Metes-te em tudo, queres os holofotes sempre em cima de ti, se o sapo não te pede como blogas, tu mostras como blogas pois então.

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    11. E eu sou parva? Eu quero é descanso, percebes. Tens o meu numero? Boa mulher! tenho 3, tens todos? Certifica-te.

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    12. "Já foste ao Marquês"
      É assustadora a tua noção da realidade...

      Nervosa, eu?

      Eu sei o teu nome, morada, nome do papi, nome da mami, a tua data de nascimento, nome da empresa do papi, bem como a sua localização.
      Não queres rever isso do nervosa?

      Já vi a tua cara e não, não vou tecer comentários sobre a mesma, porque há desgraças que nos ultrapassam (essas sobrancelhas...enfim) e quanto à porrada, tu é que dizes que tens, fazes e acontece.
      Afinal foi-se-te a coragem para as lonas.

      Os holofotes estão sempre poisados em mim, pá, e nem sequer preciso de me fotografar nua nem oferecer-me a gajos nojentos que recolho da net e claro que não se pode pedir a alguém com o teu QI (nota final 2,67? Really??) que perceba o significado da palavra "ironia". Se não percebeste a do Marquês, ias perceber a do sapo?..
      Não insistas em mostrar aquilo que não tens, pá. É que cada vez que tentas, corre-te mal.

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    13. Sim, eu sei que não foste ao Marquês e claro que sabes a minha data de nascimento, até eu sei a tua.
      E diz-me, sabendo isso tudo, fazes o quê? Diz lá? Tens algum tesouro guardado. é que eu sei o nome de mãe,marido, sei onde estou,estás, estive, nome de empresas, patrão, localização de cada e ... não notei assim nada de transcendente...

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    14. Espera, só tu é que assim, a modos que tens cunhas e chegas a todo o lado? Fia, não... Cunhas temos todos. Au revoir.

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  7. Olha, eu estive à conversa com o Ricardo depois de ele me ameaçar e chamar de tudo, encaixei, falei com ele, fiz a minha parte, dei-lhe esse espaço. Acabei de lhe mandar um beijo a agradecer o mail simpático que me enviou. Tu, se queres continuar e não mesmo acreditar que estou a ser sincera, nada mais posso fazer.

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    1. Quanto à Isa, desconheço o que acha desse Ricardo. Aliás, faço questão em não saber, mas eu meto-os aos dois no mesmo saco.

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    2. Maneiras que nem percebo porque o estás a chamar à conversa.

      Se pensas que arranjaste aí um aliado ainda és pior so que eu pensava.

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    3. A tua parte, Pink Poison, seria as tais desculpas por inteiro que refiro no meu post. Portanto, não acho que "a tua parte" tenha, de facto, sido feita.

      Não percebo as constantes referências ao Ricardo... É suposto isso influenciar-me de algum modo..? Lamento se pensas que sim. Mas olha que lamento mesmo muito. Tanto quanto lamento por ele.

      Como te expliquei: O agravo foi o mesmo. À minha pessoa, até foi consequente ao da Filipa. Não está em causa o que pensas dela ou de mim, não carece a situação que se perceba ou considere sobre o amor que temos pelos nossos. Partamos do princípio que nem sequer se tem nada a ver com isso. Importa perceber-se é que limites foram ultrapassados. Largamente.

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    4. Ok, se não percebeste, eu pensei que dava para entenderes. Pedi-te desculpa, não aceitaste. Isso é uma decisão tua.
      Limites foram mesmo ultrapassados mas não só por mim.
      Fica bem Isa.

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  8. Filipa, a ver se acalmas aí um bocadinho o pito com essas referências satíricas ao Ricardo, sim?

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    1. Achaste satíricas?
      Oh.
      Não estava nada à espera que esse aspecto transpirasse.

      Deves estar em confusão com a Filipa, pá, não?

      É que até podem existir gajas que achem a maior das graças por te dirigires assim a elas e no fim até te mandam beijinhos e tudo.
      Não é o caso.
      Eu não vou nem em engates baratos nem em troca de ideias com gajos como tu.

      Maneiras que ficamos assim, como aliás estamos há uns anos bons: tu com o teu putedo barato e a tua sórdida mania de desejares a morte a com contigo discorda e eu com as minhas referências satíricas.

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    2. Sempre gostei de ti por causa dessa tua classe e fina noção de certo e errado.

      Há que admirar a complexidade e o valor intrínseco de gajas que levam demasiado a sério coisas tão significantes como zangas virtuais.
      Ou blogs.
      Tipo o teu pessoal ou aquele do Desblogue d'Elite ou lá como se chama esse icebergue de personalidades blogosféricas assinaláveis.

      Enfim.

      Modo de sátira off.

      Em anos de infeliz conhecimento da tua existência, nunca vi sair nada dessa mente que fosse minimamente relevante ou que indiciasse toda essa elevação que insistes em ostentar.
      És só basófia e arrogância sem direito.
      Há anos que já te cheirei a laia, razão pela qual daqui não compras guerra nenhuma.

      Nunca percebi porque a Isa se dá ou deu contigo, sinceramente. A Isa, já agora, que vou assumir, à luz da tua lógica factual, que está incluída nesse putedo barato dos últimos anos que mencionas.

      Sempre achei muito triste estar na minha pele, com a minha mente.
      Mas contrapostos como tu ajudam a minguar esta minha agrura crónica.
      Há sempre alguém em pior situação...

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    3. :)
      E eu, que sempre gostei de ti e por tantos e diversos motivos, sendo que o mais premente é o carinho com que cultivas esse teu mundinho onde vives e onde acreditas que és alguma coisa de relevante para quem tem o desprazer de tropeçar em ti.
      Noção do certo e errado é coisa que não te assiste e talvez por isso a tua troca de emails com a tua nova amiga se mostre tão profícua em diversos campos, que felizmente são do nosso desconhecimento.
      Amén.
      Se te assistisse e se mantivesses o foco longe de mamas e da possibilidade de sacares o que quer que seja, de quem quer que seja, verias que não, não levo nada a sério. Menos ofensas e ameaças aos meus.
      Lamento que isso não seja contemplado aí nos valores que devias ter, nos meus entram e à bruta.
      Olha, afinal não lamento nada: o facto de não os teres só dá forma e reforça o conteúdo ao primeiro parágrafo deste comentário.

      Repara que não podemos esperar nada de relevante de quem nos é insignificante. Não posso por isso e felizmente, falar daquilo que tens online e a que chamas de blog, porque nem sequer sei o nome.
      Aqui ganhaste: um a zero para ti, que sabes e segues os meus blogues.
      Aproveita e aprende como nos podemos divertir à grande com isto. A net não serve só para sacar putas, pá. É muito mais do que isso.

      Mais uma vez te relembro que não falas com quem trocas cenas de vários foros: não compro guerras com inválidos, sobretudo com os que o são logo à partida.

      Relativamente à minha amizade com a Isa, infelizmente para ela própria, não passa por me dar ouvidos e por isso mesmo continua a falar contigo, que não lhe acrescentas absolutamente nada. Pelo contrário.
      Parece-me que as coisas finalmente estão a tomar o rumo certo, com calma e tranquilidade ela chega lá.
      Se ela se dá contigo, não será óbvio ela dar-se com toda e qualquer pessoa, por muito merdosa que esta seja? É pois.

      Acredito que mais do que triste, deva ser um fardo estar na tua pele. És das pessoa mais nojentas que já tive o desprazer de ler e repara que nem sequer falo de blogues, como tu gostas.

      E porque o que me une à Isa é muito mais do que aquilo que um dia poderás vir a imaginar, nem sequer vou comentar o que acabaste de assumir em relação a ela, baseado naquilo que pensas que eu quis dizer:
      o que acabaste de dizer, define-te enquanto homem que, por acaso, não és.
      És só um frustrado de merda sem ponta por onde pegar.

      Infelizmente, tenho mesmo de ficar por aqui. Ordens superiores ;)

      Vá, não maço mais essa abençoada troca de emails. Há pares que antes de o ser, já faziam todo o sentido. É o caso.
      E também já estou mal disposta de tanta confusão, se é que me entendes, e por isso fico-me por aqui ;)

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  9. Bom texto Isa. Gostei do meias desculpas ;)
    Comcordo. Eu diria mais, que há errado, e há errado. Todos fazemos coisas erradas, algumas só são erradas aos olhos de uns,outras todos sabemos que são erradas mas são inócuas, e não o sendo, desde que haja possibilidade de defesa, ou ataque em retaliação, tudo muito bem.
    O problema, na minha humilde opinião (e não tendo nada a ver cmg), é que aqui houveram terceiros que foram visados. Terceiros que não se podem defender. E isso é que não pode ser.
    É errado, muito errado, chamar terceiros (que não foram tidos nem achados) para qualquer conversa. Que é. Mas a coisa piora bastante quando esses visados, sem nada terem feito para isso, não se podem defender. Quer seja pq, infelizmente, já não se encontrem entre nós, quer pq a saúde e faculdades já não o permitam, por serem menores ou outra razão.
    É objectivamente feio, errado e imoral.
    O ter sido feito para atinguir alguém, mesmo que esse alguém tenha sido um pulha, não o justifica. Ponto.

    Ou seja, até poderia dizer "Filipa, és uma cabra, uma vaca, uma puta. Cheiras mal dos pés, és maldosa, gozas com todos, não lavas os dentes..."(não sou eu a falar atenção Filipa, cá beijinho :)) "mas...nunca deveria ter dito o que disse do teu pai, nem sequer o mencionar pq ele n tem nada a ver com isto, ainda que tb ache que tenhas errado e feito coisas mto erradas"
    Basicamente, acho q é isto.
    E quem diz Filipa diz Mirone, ou qualquer outra pessoa que tenha visto terceiros, que não se podem defender, serem arrastados para este lodaçal, independente de quem até tenha ou não iniciado isto, ou passado este ou aquele limite.

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    1. Ricardo, baza do meu blog e mais às tuas inconsistências, em fazendo o favor. Entraste onde não devias por conta própria, saíste quando quiseste, porque isto das quezílias faz-te dores de cabeça, e vómitos e sei lá mais o quê. Foste desculpar-te à pessoa que desancaste como quiseste, e fizeste muito bem, se era a isso que a tua consciência te obrigava. Certo é que ontem desancavas aquela, hoje desancas aqui - ou tentas - apelando, como sempre, ao teu sentido de orientação tão costumeiro nestas coisas. Sais de uma quezília online, mas continuas nos bastidores, supostamente, a "aconselhar" o teu recente conhecimento, pretendendo, talvez, dar a impressão que conheces um pentelho sobre a minha pessoa, sendo que a pessoa em si, eu, já te deixou cristalina a extensão do quanto não conheces. E olha que não foi por não me ter dado eu a conhecer.

      Não percebo a diferença entre uma zanga online e uma no mundo real. Não percebo essa tua assunção de que se devem relevar as coisas, independentemente do tamanho da coisa a relevar.

      Até podes continuar a acreditar nisso, certo é que tu e eu sabemos o quão destrutiva pode ser uma questão passada online, vista por alguém cá de fora. Já para não falarmos da incongruência que é, dizer-se minimizar uma questão, vindo aqui realça-la.
      Sugiro portanto que dispas a capa de super-homem e que em vez de a alternares com a de Madre Teresa de Calcutá, viste a tua, pá, que fazes e dizes muito menos merda, apesar de tudo.










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    2. * quizilias.

      Farta desta merda.

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