14 de março de 2016

Hermenêutica em vertente epistemológica (com um piquito de ontologia qué pra ninguém se chatear)




A vida, é, deduzo eu, portanto,  uma questão de como se veem as coisas: Ou se veem, ou já não se.




6 comentários:

  1. Isso é um bocado redutor, porque ainda ninguém provou que não continuamos vivos em espírito depois da morte física, mas está provado que, de certa forma, podemos continuar vivos além da morte por vias de obra feita, se é que me entendes.

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  2. Devíamos estar melhor preparados para a única certeza que temos, desde o primeiro respirar neste mundo. Passamos metade da vida a achar que somos imortais, e os anos seguintes a perceber que afinal não somos.
    Isso das obras deixadas não me faz sentir melhor, em relação à perda do Nicolau Breyner, por exemplo (também tinhamos que estar melhor preparados para isto das perdas) e sabe-se se a ele isso lhe terá sido muito importante. Espero é que tenha tirado delas o essencial, para que a sua passagem por aqui lhe tenha sido prazerosa.
    Estou triste e é estranho, porque nem sequer nutria grandes ânimos por ele enquanto profissional, embora o seu legado seja inquestionável.

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  3. Que quer dizer hermenêutica? Eu podia ir ver ao Google, e esconder a minha ignorância, mas não!

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  4. É um nome complicado que as pessoas usam pra dizer coisas imensamente pseudo profundas.
    (Podiam dizer: "hey! pessoal! vou aqui dizer uma merda, daquelas mais que óbvias e super desinteressantes!" Mas assim perdia-se a piada e os 2 segundos de atenção).
    Esta é a minha versão. A do Google é mais rebuscada, se bem que vá dar ao mesmo.

    Agora deslarga-me que tou ca neura.

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  5. Agora que sei, nem sei como foi possível viver tanto tempo sem saber, se calhar nem foi viver, e lá está mais uma condição para estar vivo, saber o significado de hermenêutica, segundo a perspectiva de Isa, guardiã de inutilidades.

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  6. A essa altura da vida, e ainda não percebeste que o elemento humano se farta de arranjar nomes pomposos pra dizer nada. E ainda arranja vertentes, qué pra se debater uma merda sob vários pontos de vista.
    -Daqui está amarela.. E daí?
    -Hum. Concordo. Debatamos o tom de amarelo agora, a fim de determinarmos, digamos, quantos tons há.
    -Ok. Mas e se houver mais de 3, ainda é merda, ou podemos chamar outra coisa?
    -Não sei... dependendo quantidade de tons,sugiro que inventemos vertentes.





    Queres saber o significado da coisa, faz como eu, digita o nome e vais lá ter. Ora essa. Sou teu pombo correio ó quê.





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