terça-feira, 19 de janeiro de 2016

"Felicidade", é um conceito muito subjectivo

E dentro desse condicionalismo, para mim, consiste sobremaneira na quantidade de gargalhadas que um determinado assunto me arranca, uma vez que entendo ser o acto de rir, dos melhores laxantes no que à quantidade de porcaria com que a vida nos presenteia, diariamente.É melhor que ir às compras, é melhor até que sexo - se considerarmos que, à partida, ninguém se arrepende de um gargalhar alto e de bom som, no dia seguinte - rir, mas daquele rir que nos limpa, está para mim como, suponho, esteja para um par de românticos - estupidificados por isso mesmo - visitar o Taj Mahal, ouvir o porquê da sua existência, e acreditar piamente que a pessoa ao seu lado era mesmo muito capaz de fazer aquilo por si, mas com ainda mais mármore, sem sequer se questionar sobre "14ºfilho", mulher "favorita" e sobretudo, que toda aquela magnificência abriga um túmulo. 
(Outros tempos, a mesma mentalidade e cultura). 
Não que eu não gostasse de ser assim lembrada por alguém, nada disso, penso mesmo que a Mumtaz Mahal deve estar emocionadíssima, lá de onde está, por tão única, incomparável homenagem. Não se sabe se terá sido tratada nesse paralelo em vida, ou se passou a ser a Jóia do Palácio depois de perecer, pese embora a sensação de que sim, e que mesmo que alguém tenha achado, à altura,  que parir 14 filhos só podia dar em merda, fazer o quê, né? O Imperador queria, logo, o Imperador fodia. 
Certo é que aquilo é tido como um monumento ao Amor, não é de todo minha intenção desacreditar os motivos ou esmiuçar mais este conceito, mesmo porque, nunca lá tendo ido, deslumbro-me sempre que o vejo em documentários, fotos e etc, e até compreendo que, estando ela morta - estado que impossibilita qualquer manifestação de apreço - nada mais reste aos vivos que tomar o seu lugar, em termos de créditos quanto à unicidade com que sua alteza concebeu e mandou construir aquela que é uma das sete maravilhas do Mundo. Com toda a propriedade. É uma maravilha. Assim como o acto de rir, apresentado-se este como muito menos dispendioso e adaptável a qualquer situação, nomeadamente  à de nós próprios.  

-Ninguém, jamais, saberá o verdadeiro significado do verbo, se não souber rir-se de si mesmo. 

Nesta conformidade, serve este registo para agradecer à musa inspiradora do movimento "Marquês, 'péra ai que já nos vês" - peco por atraso, bem sei, mas a vida tem destas coisas - a inigualável






A ela o meu bem haja. Óbvio que não é nenhum Ricky Gervais, óbvio que também me rio de humor inteligente, óbvio que a doida - dona do link inserido lá no selinho acima plantado - teve a sua quota parte de responsabilidade na organização e mobilização do e para  o evento, mas certo certinho é que se não fosse a



decerto a última memória que eu teria do que considero a primeira maravilha do mundo, seria o dia em que o meu ex, ao querer formalizar a nossa condição de separados de facto com o divórcio, se esqueceu que para isso, seriam necessárias partilhas. 
Há 1 ano, mais precisamente. 

Portanto, 


gaja, muito obrigada.

("Quae sunt Caesaris, Caesari", que não há-de ser por ingratidão que hei-de ser lembrada).



34 comentários:

  1. Não consigo ler nada por causa que só vejo mamas.

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  2. Perfeitamente natural.
    Há personalidades assim, tão transbordantes, capazes de ofuscar o melhor
    dos escribas.


    (Fico triste,no entanto, porque me esforcei pra fazer um texto à altura, e constato que ainda não foi desta que me superei. Diabos!)

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  3. Não é...?!
    Eu a postar isto, e só de olhar já me doíam as minhas.
    Escrevia com a mão direita e com a esquerda até as amparava, minhas ricas filhas.


    Mas lá está, cada um oferece o melhor que tem, e quem dá o que tem a mais não é obrigado.
    Pensa que à conta daquele movimento fizeste tu o outro, e à conta disso tudo rimo-nos um bocado bem bom.

    Diz obrigada e amén, sff.

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  4. Digo pois.

    E ainda fui ao Marquês, coisa que já não fazia há bué.

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  5. Fomos, queres tu dizer.
    Adorei, eu que também já lá não ia há séculos. Adorei, adorei, adorei.
    Os rissóis, os croquetes, as jolas, e os detalhes ultimamente incrementados ( ex: sniper's, agentes da autoridade, activistas e refugiados).
    Parecia que estavamos num parque de diversões à la faroeste.

    Disfrutei imenso. Quero mais.

    Até porque, quando regressei, tinha aqui a minha amiga Nora Sasha lavada em lágrimas e furiosa, a perguntar-me porque caraças é que não foi, pois se tinham ido todas as outras que em meu cérebro habitam.

    Disse-lhe que para a próxima, não fosse à casa de banho a horas da saída, mas não resultou. Encontra-se, presentemente, zangada comigo. Recusa-se a qualquer diálogo com a minha pessoa, já não me diz que sou linda nem nada.

    Estou preocupada.






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  6. O título prometia muito, mas depois derrapaste, e aquilo que deveria ser uma breve referência, tornou-se numa oportunidade de usares a tua cultura geral, que bem vistas as coisas, se a tens, porque não usar?
    Porque a cultura geral é como roupa interior, não te andas a exibir com ela, mas na ocasião certa pode fazer a diferença.
    Então pois não é?
    É pois!
    Mas adiante, ignorando a novela Indiana, até gostei, sim, rir é bom, muito bom, e também gostei das mamas, que se por um lado incentivaram, por outro lado atrapalharam na leitura do post até ao fim.
    As mamas a abanar pretendia ser um agrado à Pepita, sem bem entendi, não percebo porque é que ela se sentirá agradada, mas ela lá saberá. Eu nunca me sentiria agradado se me comparassem com um tipo que fosse muito melhor que eu.
    1 ano? Só? Conheço quem tenha andado 4 anos para separar meia dúzia de trapinhos. Tu que é só vestidos de gala, certamente, tás fodida, seguramente.

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  7. Era só para acrescentar que a Pepita não tem mamas.

    Quer dizer, tem, mas.....

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  8. E às vezes, ao querermos acrescentar coisas, acabamos por nos diminuir, como foi o caso.
    Mané, as mamas da Pepita não estão em discussão nem neste blog, nem no dela, nem em lado nenhum. Portanto, calou muito caladinho. Morou?

    Sobre o outro comentário, aquelas mamas também não estão ali para agradar à Filipa. Estão ali a representar alguém, de quem não me recordo o nome, e assim como quando não nos recordamos do nome de alguém, descrevemos uma característica muito particular dessa pessoa.
    Ex:
    - Opá... não me lembro do nome.. é aquele gajo que passa a vida a fumar ervas aromáticas ... comé que se chama..?

    - Ahh! O Junkie Jones!


    Prosseguindo, derrapo sempre. Como já devias saber e ter aceite, de forma a não estares em constantes revoltas à conta disso. Sou muito capaz de querer falar de Veneza, e mencionar uma ou outra questão que me faz espécie no bloco de esquerda e/ou o Ps,à conta do único ponto ponto comum que lhes encontro: a quantidade imensa de águas, que fedem.

    Sobre o meu divórcio, aquele apontamento está ali, porque aconteceu mesmo, e porque me parti a rir, mesmo.
    Daí a especular-se ou comparar-se a minha cena com cenas alheias, vai um bocado valente de é melhor não, mesmo porque já me leste a falar dele, deves lembrar-te que, apesar da presente situação, nos queremos bem, mais do que o suficiente para evitarmos mesquinhices.
    Até porque nenhum dos meus Cavalli lhe serve, e tenho os Gucci, Givenchy e etc, em off-shore. Maneiras que contamos ter isto resolvido lá pelo fim do 1º trimestre do corrente ano, não se fala mais disso, e amigos coo antes.



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  9. Subvenções vitalicias, não me sai isto da cabeça. Que é que eu tenho de vitalício, para além do herpes? Acho que mais nada, não estou a ver que mais possa ter garantido até o além se apresentar. E aqueles gajos rabiaram, e conseguiram, com retroactivos. Dinheiro. E é assim. Os candidatos lambuzaram-se com a oportunidade de aparecerem bem no discurso, mas algum seria capaz de dar o murro na mesa? Eu limito-me a fazer o que posso para me sentir bem, sem fazer mal a mais ninguém, sendo que as ervas aromáticas são parte disso. O país, nas suas mais altas instâncias aprova coisas como subvenções vitalicias, mas continua a achar que alguém como eu é um marginal, e não só o país nas suas mais altas instâncias, não é? A felicidade é subjectiva, mas uma coisa é uma coisa, e outra coisa é outra coisa, se é que me entendes. A felicidade são reaccoes químicas no cérebro, é o que é!

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  10. Não te sai da cabeça, nem da de mais ninguém que não tenha feito parte de algum governo, não é? Por razões opostas às deles, naturalmente. Inacreditável, como se consente, assume-se como justo e se aprova, que quem lá esteve, deve ser como que premiado por lá estado. Fazem o inimaginável para lá se porem, usufruem à farta, só fazem é merda, e ainda contam com essa garantia. Olé.

    Haviam era de levar chapadas vitalícias, é o que era.

    Tu não és marginal nenhum. Tens é horas certas pra seres feliz. Enjoy.

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  11. Bom, agradeço a tua aprovação, mas porque a darás? Eu não estava à espera dela, e até acho um bocado despropositado, mas prontes, também conheço o teu espírito altruista, principalmente quando não tens nada a perder. Por esta passas.

    A felicidade é mesmo subjectiva, podes crer. Tu fumas, tabaco? Porque te dá algum prazer, suponho, ou porque te mitiga algum mal estar, sei lá, logo deve contribuir de alguma forma estranha para a tua felicidade, digo eu, que não percebo nada da felicidade no feminino, e sendo assim também tens horas certas para seres feliz. Não, tu não, porque não... Até me canso.

    Quem é a gaja das mamas?

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  12. E pronto.. a minha vida é isto. Um GIF de mamas, e o gajo não me larga a porta.
    A menina destas mamas, não sei quem é. A de que estas mamas simbolizam, já te disse que não me lembro do nome. Pergunta à Filipa, que foi lá que tudo começou.

    Tabaco é um vício, por vias dos seus componentes, que são lá postos para criar isso mesmo, vício. Já fumei a chorar, já fumei a rir, já fumei apática, já fumei com os nervos em franja, e por aí fora. Portanto, não está directamente associado a momentos só de prazer. É um vício, como tal, colmata uma necessidade de preencher algo. Não sei de ninguém que fume ganzas como quem fume tabaco normal. Nos que conheço e que fumam, tem um efeito relaxante ( para quem está a interagir com pessoa) e terá outros, descritíveis só por cada um, pois que cada um é como cada qual. Não "aprovei" nada, nem estou a ver o despropósito da coisa caso o tivesse feito. Mas para que não se fique no limbo da dúvida, não desaprovo o consumo dessa substância, muito pelo contrário. Acho mesmo que deveria ser legalizada. Há químicos legalizados e que mesmo sujeitos a prescrição médica têm resultados muito mais devastadores, se comparados com o consumo ( mesmo que abusivo) da marijuana. E no entanto, nunca se consumiu tanto químico, como nos dias de hoje. Legalizado.

    Para mim, felicidade são momentos. E esses momentos são-nos proporcionados e registados, dependendo do estado emocional em que nos encontramos. Posso sentir-me tremendamente feliz porque me sinto tremendamente em paz, ao olhar os movimentos das folhas numa árvore, ou posso sê-lo por me transmitir ternura, ao ver uma cria de qualquer espécie. Posso sê-lo, intensamente, com o meu companheiro, num momento em que sinto uma consonância qualquer, e no entanto, ele pode até nem estar a sentir o mesmo. São momentos. São pessoais e intransmissíveis. Dependem só de mim, e de como eu me vejo neste mundo. Do que eu preciso e do que dele recebo.

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  13. Eu admiro essa tua forma de ser, em que pareces ser dona de uma verdade óbvia, mas só admiro porque és inofensiva, já noutras pessoas, que pululam pela área politica, admiro muito pouco. O tipo de informação que se encontra na "Maria" ou na "Hola" não é necessariamente uma verdade absoluta, mas justiça seja feita à forma como a transmites, é um talento, um dom. Olha lá, achas que do varandim de onde acenas à vida tens uma visão que te permita opinar , julgar, avaliar ? Bom, temos a liberdade, é um facto, e ter algum bom senso é uma parte importantíssima de ser livre, capice?
    Bota os olhos no Tino de Rans, e tira as tuas próprias conclusões.

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  14. Claro que tenho. Do mesmo varandim de onde pró caralho seja lá quem for que me desassogue a ialma - como tu, neste momento - opino e julgo e avalio. Tenho é a noção que são as minhas opiniões, julgamentos e avaliações, logo, têm o valor que têm, que será exactamente o mesmo que os de outrém. Pelo que, logicamente, pelo menos para mim, seria um contra senso isso das minhas verdades serem absolutas. Dessas, conheço somente duas: tudo o que nasce, morre, e as pessoas são, de um modo geral, absolutos estafermos.
    As outras minhas verdades, se-lo-ão pelo tempo que forem, poderão, ou não dar lugares a outras. Pelo que não podem ser absolutas, e as suas obviedades residem nas minhas experiências e conclusões, estando estas sujeitas a transformação, caso experiências e conclusões alheias,assim mo façam decidir.
    Se te parecem demasiadamente prosaicas ou à Hola ou Maria, pá, estás no teu direito, se bem que isso não atrase nem adiante nada, na medida em que a tua opinião vale,à partida, exactamente o mesmo que a minha, e dizeres isso só porque sim, vale o mesmo que dizeres nada, pese embora a conotação depreciativa que quiseste imprimir à coisa.

    Os políticos não têm verdades nem convicções. Têm interesses.

    O meu bom senso está de perfeita saúde, gracias, e eu quero que o Tino de Rans se foda, e mais à palhaçada dos debates presidenciais.

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  15. Foda-de, as vossas conversas de merda até me dão náuseas.

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  16. Vai-se a ver, e foi pela conversa que apanhei esta puta desta virose.

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  17. A Isa apanha virose, a Pepita suspeita ter engravidado, e eu sou o culpado. A choca, a gorda e o vilão. Já se torna um hábito ser eu o marginal, e tudo por preconceito quadrado, mas adiante, que se não sou eu a apontar caminho, fica tudo a pastar. Por exemplos, há porque ficar feliz, a Belém afirmou que se reserva o direito de decidir sobre o destino a dar à sua subvençãozinha, quando a receber, portantos, pelo sim pelo não, já lhe enviei o meu nib, e lá está a subjectividade da felicidade. Não se fica tantas vezes feliz por pressupostos? Agora quem gosta de conversa de processionária, e tudo explicadinho com gravuras, deve ter dificuldade em entender, admito. Talvez, se falar de mamas me torne mais interessante.
    Mamas?

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  18. Não sabes o nome dela? A sério?

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  19. JJ, insistes nas mamas e aparece a pessoa "eu".
    Entende-te com ela.

    Sobre as subvenções, lê lá mais isto:
    http://www.dn.pt/portugal/interior/tribunal-receava-que-expoliticos-ficassem-dependentes-da-familia-4990926.html
    Só pelo título, dá pra perceber o porquê da medida: receava-se que aqueles sacrificados, após anos a fio ao serviço de quem lhes paga o salário, ficassem dependentes da família.

    (E lá está, se pensarmos que todo o mal tem o seu lado bom, suponho que é de agradecer aos
    deuses esta virose que me assola - com particular incidência intestinal -, uma vez esgotada
    a dúvida "rio ou choro?").






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  20. AS mamas a que ironicamente te referes como já te referiste antes e por outras palavras lhe chamaste malucas são da pink poison que tem umas belas mamas. e tu analisas os seus comentários à lupa a alimentares as tuas ironias e sarcasmos Mas isto são só blogues.

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  21. Isa, tu chamaste as mamas de uma blogger de malucas???

    Que falta de originalidade!!


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  22. Olha, olha, eu.

    Deve ser uma gaja, é de certeza! E esta gaja sabe, quem escolhe tal nick, sabe. Além disso tem amigas com belas mamas, foda-se. É amiga do seu amigo, e defende-o pela internet fora. Fui tentar ver quem era, se sabia mais alguma coisa, mas o perfil tem cinto de castidade, não consegui entrar, o que me aguçou, confesso, detesto essas merdas.
    Ó eu, quer dizer, tu, deixa mas é de ser conas de sabão, mostra as mamas em vez de andares a defender as alheias, e já agora vê se mamas a alheira, ups, alheia, bem, perdi-me.


    Minha querida Isa,
    Chora um rio, mas de riso. Não és tu que aprecias quem se ri de si próprio? Aí está a tua oportunidade, a Isa de caganeira, sem ser quando escreve os seus belos posts.
    Fora isso, pá, que se lixe as subvenções, parece que o país foi atingido por um tsunami. Passa o país a pente fino, e as subvenções são peixe pequeno, jaquinzinhos. Mas veio a calhar, e ainda por cima estamos em altura de eleições, e tal, dá jeito.

    Sinceramente, enquanto um indivíduo nascido, criado, e exemplar cidadão, deste país, não puder na sua paz do senhor, semear uma planta, tratá-la com carinho, e depois usufruir das suas particularidades, sem que isto perturbe a existência de qualquer dos outros indivíduos, e criaturas filhas de Deus, principalmente as crias das várias especies, como dizia, enquanto cidadão deste país não puder na paz do senhor fazer como disse, considero então que as subvenções não estão assim tão deslocadas .

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  23. Falta de originalidade, mas é a da doida, que pra não variar porra nenhuma
    distorce - ou confunde, falta-me perceber essa parte embora vá dar ao mesmo - o que os outros dizem. Carago.

    Acertou numa coisa: analiso-lhe os comentários à lupa. (Por uma questão puramente comportamental, que sou dada a estudos dessa área).
    E a quantidade de tempo que perco a tentar perceber o que diz, era coisa pra já eu ter uma estátua. Em mármore de Carrara, ou uma merda assim.
    Farta de ingratidões.

    Estou aqui, por exemplo, a tentar perceber porque raio se dá aquela gaja ao trabalho de abrir um perfil novo, se logo no 1º comentário se percebe qué ela. A confusão que me fazem estas merdas, pá, entre as subvenções e isto, venha o diabo e escolha. Dasse.

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  24. " Isa de caganeira"

    AHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHHAHA

    Confesso que não consigo de parar de rir com isto.

    Vamos jogar ao jogo de confessar merdas chungas.

    Comecei eu.

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  25. Pepita, se me lês, está é para ti, e já deves ter ouvido milhões de vezes, mas prontes, é uma cena tipo signos, tás a ver? É assim, miga, tu já tiveste ralações com algum senhor chamado Brás ?

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  26. Ai, que horror!
    Não se te me dirijas assim pá. És rude!

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  27. JJ, ali a pessoa "eu" não defende ninguém. Tem é vários nomes que usa para se defender a si própria - e se formos a ver, de, si própria - uma vez que todo e qualquer reparo feito à sua pessoa por terceiros, são consequências das suas próprias atitudes merdosas.

    Quanto ao resto, estou contigo.

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  28. ahahahahahahahahahah!

    "Ai, que horror!
    Não se te me dirijas assim pá. És rude!"


    ahahahahahahaha!

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  29. então eu é uma alma transtornada. E tu és psicóloga. Tu julgas que me enganas? Eu é que sou uma alma transtornada. Eu é só mais uma doida à solta na internet, e decidiu aparecer porque pôde finalmente mostrar as mamas a toda a gente. Quer dizer, toda a gente... Quantas pessoas vêm à este blogue?

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  30. Já o teu blogue parece um local de peregrinação.
    Pepita, sabes, tás a tornar-te numa blogueira pimba, e isso custa a quem te estima. ou fazes negócio com aquilo?

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  31. Faço negócio, claro.
    Já larguei o emprego e tudo.
    Recomendo.
    Até os pés me vêm a casa lavar.

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