28 de novembro de 2015

As palavras que nunca te direi, Pedro...


Aproveitando desde já para, profusamente, parabenizar o autor do texto, e qualquer outro humano que tenha tido a paciência de ouvir até ao fim o que aquele aquele beco sem saída que é o cérebro do Arroja produz e verbaliza, resta-me também agradecer-lhes, na medida em que uma pessoa sabendo que os há, raramente crê quando se depara com um [fica-se ali, estupefacto, entre o "ninguém me disse que podia ser assim", e o "desato já a partir merdas, qu'isto há-de haver limites prás coisas, ó que caralho"], coisa susceptível de levar um desprevenido a enfiar um filho na máquina de lavar ou assim, com os nervos. 
Estátuas para todos. 
E uma daquelas fechadas a vidro, para a pobre da jornalista, que ouviu este elemento-daesh intelectual, em 1ª mão, se aguentou ali à bronca sem matar nem morrer, contrariando, em pleno campo minado, a tal inapreciável teoria de que uma mulher, sem um homem, se desnorteia. 
Espero que a estação emissora daquele desastre a compense em SPA's sem limite de utilização, e uma assinatura vitalícia  num centro de reiki. A herdar pelos netos.




       

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