29 de setembro de 2015

«If you can't eat a sticker, leak the fridge»

Preencheu-lhe o vazio da cama. Das noites. Da vida. Sua voz, a faca que lhe matava o silêncio. O silêncio, que lhe matava a alma (ensurdecedor, aquele barulho de falta). Matava-o. Ela. Pontualmente. E tentou.Tentou matar-lhe o desânimo. Tentou. Mas era só um corpo, que ocupava um espaço. Espaço.
Ela, "espaço".